Inclusão em meio escolar - desafios turma T1
Apresentação
Uma escola inclusiva procura responder às necessidades de todos os alunos que a frequentam, o que exige a criação de oportunidades para que estes se sintam acolhidos e participem ativamente nas atividades escolares. Se o acesso à escola é garantido a todos, por legislação própria, a realidade é que a efetiva participação ainda não foi alcançada. Nesse sentido, a inclusão impõe mudanças importantes no modo de perspetivar o papel e as funções da escola e na maneira de desenvolver práticas pedagógicas eficazes que garantam a efetiva participação de todos.
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Objetivos
Dotar os formandos de conhecimentos inerentes ao normativo legal da educação inclusiva/ implementação do mesmo. Produzir documentação que contribua para o desenvolver de novas práticas educativas Fomentar momentos de reflexão sobre práticas inclusivas.
Conteúdos
1. Inclusão em meio escolar 2. Enquadramento legal da educação inclusiva 3. Pressupostos inerentes a uma educação inclusiva 4. Documentos inerentes à aplicação do normativo legal 5. Organização das escolas com vista à implementação do normativo legal
Metodologias
As sessões terão carater teórico/ prático, incluindo momentos de: exposição teórica; construção de material; análise/ discussão de casos.
Avaliação
A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões dinâmica e qualidade das intervenções. - Trabalho individual.
Bibliografia
Brown-Chidsey, R., & Steege, M. (2010). Response to intervention. Principles and strategies for effective pratice. N.Y.: The Guilford Press.Erchul, W. P. (2011). School Consultation and response to Intervention: A Tale of two literatures. Journal of Educational and psychological Consultation, 21, 191-208.https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfhttps://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/25826/3/Tese%20mestrado%20O%20Modelo%20de%20Resposta%20à%20Intervenção.pdfhttps://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/19107/2/Capitulo%20I%20até%20final%20_%20tese%20_.pdf
Formador
Teresa Bela Pinto Paula
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |