OFERTA FORMATIVA
Não existem ações.
Ref. 595T1 Inscrições Fechadas
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138422/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 7 de Outubro de 2026
Fim: 9 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Agrupamento de escolas de Esgueira
Formador
Cláudia Daniela Lopes Melo
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 500
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 500, para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática do Ensino Básico procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.
Objetivos
No final da formação, os professores participantes devem: Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; Estar dotados com o conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; Realizar experiências de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 3.º ciclo do Ensino Básico.
Conteúdos
Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.
Metodologias
Presencial: A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada a partir de 2/3 da formação. Sessões presenciais (momentos em pequenos e em grande grupo): análise e discussão das orientações curriculares das AE e de textos teóricos que as suportam e apresentação e discussão da intervenção na prática letiva. Sessões síncronas: resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação a propor nessas sessões poderão incluir a resolução de tarefas para alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas e de episódios de sala de aula. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo: leitura das AE e de textos disponibilizados para: planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais e nas sessões síncronas, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.
Bibliografia
Educação e Matemática, 158Educação e Matemática, 162NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APM.Ponte, J. P., Quaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11.Veloso, E. (2012). Simetria e transformações geométricas. Lisboa: APM
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 09-12-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O minigolfe, enquanto jogo desportivo individual, faz parte do Bloco das Atividades Físicas Desportivas, como matéria alternativa dos Programas Curriculares de Educação Física. Devido à riqueza de situações que proporciona, constitui uma atividade formativa por excelência pelo que, a sua aplicação em meio escolar é de toda a pertinência, para que o professor de Educação Física disponha de mais um instrumento para responder às necessidades e motivações dos alunos, no decorrer do processo de ensino-aprendizagem.
Objetivos
- Dotar os professores de Educação Física de novas competências para a melhoria das capacidades físicas, nomeadamente a coordenação e concentração dos seus alunos, utilizando diferentes meios, passando pelos jogos pré-desportivos do minigolfe; - Dotar os professores de competências de intervenção fortemente atual no domínio da lecionação pré-desportiva motivadora das crianças. - Fornecer novos conhecimentos aos professores em metodologias de ensino que elevem as capacidades coordenativas dos seus alunos. - Adquirir competências que promovam à aprendizagem de conhecimentos de processos de elevação e manutenção das capacidades coordenativas.
Conteúdos
Numa primeira fase vão ser ministrados alguns conteúdos teóricos como resenha a história do minigolfe e técnica da situação da pega do taco, de acordo com a dificuldade. - Dotar os formandos de conhecimentos básicos ao nível da técnica e metodologias de ensino e diferenciação dos apetrechos de jogo; a) Dominar e aplicar os principais métodos de ensino; b) Conhecer e interpretar as regras do jogo no campo; c) Dominar e aplicar os principais métodos de ensino num nível avançado; d) Aplicar metodologias de ensino adequadas para cada aspeto do jogo no ginásio de educação física; e) Conhecer os vários jogos; g) Conhecer e aplicar vários tipos de jogos de aprendizagem de cada aspeto do jogo; h) Promover valores e atitudes de comportamento desportivos integrados no ensino do minigolfe através das regras e etiquetas do jogo (utilizando o livro de regras);
Metodologias
As sessões presenciais são de caráter predominantemente prático, com alguns momentos expositivos/demonstrativos, de modo a introduzir novos conceitos que serão explorados pelos formandos, proporcionando uma metodologia de aprendizagem por execução de tarefa. As atividades realizadas serão orientadas no sentido de explorar situações em contexto de treino e de jogo, para que os formandos experienciem situações reais de aprendizagem. Aplicar metodologias de ensino adequadas para cada aspeto do jogo no ginásio de educação física; -Técnicas e regras a transmitir aos alunos, corpo e a bola, posição das mãos, controlo de força e direção, corpo em relação à tabela e obstáculo, ondas, ângulo reto, raio, pirâmides, labirinto, caracol, passagens, lomba, tubo e janela; - Alguns conceitos de material de apoio; - Organização de torneios, esquemas de pistas, sinalética do circuito;
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Critérios de avaliação (valores percentuais): Empenho e participação nas sessões 25 Trabalhos produzidos nas sessões 25 Trabalho final individual, ou reflexão crítica, individual, sobre a formação vivenciada 50
Bibliografia
COSME, Ariana e TRINDADE, Rui; Manual de Sobrevivência para Professores, Edições ASA, Porto, 2002CORTESÃO, Luiza, Ser Professor: um ofício em risco de extinção, Edições Afrontamento, Porto, 2000FEDERAÇÃO PAULISTA DE GOLFE (2009). Como Jogar. Sítio Federação Paulista de Golfe http://www.fpgolfe.com.br/ojogo/comojogar.aspFEDERAÇÃO NORTE DE GOLFE (2010). Acessórios e Equipamentos. Sítio Federação Norte de Golfe http://www.fng.com.br/Index.aspPag=Acess_Equipa.
Observações
Professores do Agrup. de Escolas Rio Novo do Principe O€ Sócios da APEF (com quotas regularizadas) 15€ Professores do CFAECAAV - 15€ Outros participantes: 80 € Pagamento por transferência bancária para o NIB : PT50 0035 0123 0006 7384 2309 0. Solicitamos o envio do comprovativo da transferência, para o email apefaveiro@gmail.com Data limite de pagamento e inscrição: 7 de outubro
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 10-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 31-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Ref. 637T1 Inscrições abertas até 5 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141541/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 12 de Outubro de 2026
Fim: 14 de Dezembro de 2026
Regime: e-learning
Local: A definir
Formador
José Manuel da Costa Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 210, 220, 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220, 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220, 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Os professores de Português que têm visitado ou contactado com blogues escolares no âmbito das suas aulas reconhecem as vantagens desta ferramenta como estratégia para desenvolver os domínios da língua portuguesa. Muitos ter-se-ão mesmo sentido motivados e impelidos para criar e dinamizar um blogue nas suas turmas. Vários terão mesmo criado um de forma espontânea e intuitiva, mas tê-lo-ão abandonado logo após os primeiros bloqueios na dinamização ou na participação por parte dos alunos. O objetivo desta formação é, pois, apoiar professores de Português interessados e motivados para a inserção desta plataforma online nas suas aulas, ainda para mais num contexto formativo que tem sentido, nos últimos tempos, os condicionalismos inerentes ao ensino presencial devido à situação de pandemia do Covid-19. Várias ferramentas digitais têm emergido e sido usadas como recursos para a construção de cenários de aprendizagem a distância e, nesta sequência, julgamos que o blogue poderá funcionar também como uma boa estratégia, em especial na didática da escrita. Para tal, procuramos promover o acesso a informações úteis sobre conceito e tipologia de blogues, formato e funcionalidades, realçamos a estrutura que deve ser tida em conta na criação de um post e de como uma publicação deve ir para além da mera divulgação e incluir tarefas e atividades que incentivem a participação ativa dos alunos.
Objetivos
No final da Ação de Formação, os formandos deverão ser capazes de: - Aferir características e funcionalidades do blogue educativo na disciplina de Português: conceito, categorização, funcionalidades e formato, o post e o comentário; - Conhecer dinâmicas de funcionamento e práticas de escrita no blogue; - Reconhecer dicas e sugestões num roteiro de dinamização; - Iniciar a dinamização de um blogue, aplicando os conhecimentos adquiridos; - Planificar uma atividade no âmbito do domínio da escrita, utilizando o blogue como estratégia.
Conteúdos
1 Blogue: conceito, tipologia, funcionalidades, formato 3 horas (síncronas) 2 O post e o comentário no blogue 3 horas (síncronas) 3 Análise de blogues (práticas pedagógicas/estratégias, ferramentas, objetivos, ensino e aprendizagem da escrita nos posts e nos comentários) 6 horas (3horas síncronas e 3 horas assíncronas) 4 Roteiro de dinamização de um blogue 3 horas (síncronas) 5 Criação e início da dinamização de um blogue 3 horas (assíncronas) 6 Planificação e aplicação de uma atividade de escrita, utilizando o blogue como estratégia + partilha em grande grupo - 7 horas (3 horas síncronas e 4 horas assíncronas)
Metodologias
Toda a formação é realizada ONLINE recorrendo ao Google Meet e plataforma Moodle. Serão realizadas 5 sessões síncronas de 3 horas cada e 10 horas de trabalho autónomo. As sessões síncronas terão um carácter predominantemente prático, com alguns momentos expositivos/demonstrativos com partilha de ecrã. A sistematização da aprendizagem será por execução de tarefas, salientando-se as atividades integradoras que serão desenvolvidas com a preocupação de ligação com os contextos e as vivências profissionais dos participantes. Os recursos e materiais serão sempre produzidos com sentido no contexto profissional dos formandos.
Avaliação
Os formandos estão sujeitos a uma avaliação quantitativa expressa na escala de 1 (um) a 10 (dez) valores. Considera-se classificação positiva a obtenção de cinco valores, inclusive, naquela escala, sendo esta aplicada de acordo com o seguinte quadro: Critérios de Avaliação Indicadores 30% - Participação; realização das tarefas nas Sessões; 40% - Realização das atividades e trabalhos propostos; investigação; aplicação (dinamização de um blogue) 30% - Portfólio eReflexão escrita
Bibliografia
Barbeiro, L. F. (2013). Comentários em blogues: subproduto ou subgénero ao serviço da aprendizagem? In L. Á. Pereira & I. Cardoso (Eds.), Reflexão sobre a escrita. O ensino de diferentes géneros de textos (pp. 291302). Aveiro: UA Editora.Faria, P. (2008). Integração Curricular das Tecnologias Educativas no Ensino da Língua Portuguesa: um blogue para desenvolver a leitura e a escrita. Educação, Formação & Tecnologias, 1(2), 1120.Ferreira, J. M. da C. (2014). A Web 2 . 0 e a escrita no 3 . o Ciclo do Ensino Básico a utilização do blogue. Universidade de Aveiro.Gomes, M. J., & Lopes, A. M. (2007). Blogues escolares: quando, como e porquê? Actas de Weblogs Na Educação, 3 Experiências, 3 Testemunhos., 117133. Setúbal: Instituto Politécnico de Setúbal. Centro de Competência CRIE.Tavares, C. F., & Barbeiro, L. F. (2011). As Implicações das TIC no Ensino da Língua. Lisboa: Ministério da Educação, Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular - Programa Nacional de Ensino do Português.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 07-12-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 14-12-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Carlos Jorge Ventura Silva
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
No âmbito da disciplina de Educação Física, o ensino/aprendizagem dos conteúdos programáticos relacionados com os desportos de raquete inclui, entre outros, o Padel. Sendo que a linguagem técnica utilizada na abordagem desta modalidade nem sempre é dominada pelos professores de Educação Física, quer pela especificidade que apresenta quer porque exige ao docente uma constante atualização, procura-se então, através desta ação, uma simplificação e atualização de técnicas que suportem o desenvolvimento do Padel em contexto escolar, de forma dinâmica, apelativa e segura. Pretende-se proporcionar estratégias que facilitem a aprendizagem dos gestos técnicos, das regras fundamentais e da organização do jogo, garantindo uma prática acessível e motivadora para todos os alunos.
Objetivos
Sensibilizar os professores para a importância da prática do Padel, e evidenciar os princípios educativos deste desporto no meio escolar. Permitir a aquisição/aperfeiçoamento de competências essenciais ao ensino da modalidade e que melhorem a capacidade de intervenção junto dos alunos. Promover e aplicar sistemas de observação e avaliação específicos à deteção de erros técnicos. Analisar e aplicar propostas de programa da modalidade à realidade escolar. Divulgar os sistemas de competição mais comuns adaptados à realidade escolar. Promover a criação de clubes de Padel no âmbito do Desporto Escolar
Conteúdos
- Conhecer a origem do Padel - Conhecer as regras oficiais do jogo; - Descrever e executar os gestos técnicos básicos da modalidade; - Sensibilizar os professores para a importância da prática do Padel, e evidenciar os princípios educativos deste desporto no meio escolar. - Permitir a aquisição/aperfeiçoamento de competências essenciais ao ensino da modalidade e que melhorem a capacidade de intervenção junto dos alunos. - Analisar e aplicar propostas de programa da modalidade à realidade escolar. Identificar os principais erros técnico-táticos; Promover a criação de clubes de Padel no âmbito do Desporto Escolar
Metodologias
Estão previstas vinte e cinco horas práticas, sendo que durante as horas de prática serão abordados alguns conteúdos teóricos.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Manual de apoio ao Curso de treinador de Padel nível 1 (2016)Valente-dos-Santos, J., Faria, J., Pinho, R. - Fair Play, Educação Física 10º, 11º e 12º anos. Texto Editores, Lda, 2013.1001 Games and Exercises of Padel, Juanjo Moyano Vázquez, Editorial Wanceulen, (2016)
Observações
Sócios APEF (com cotas regularizadas) - 34€ Outros participantes: 80 € Pagamento por transferência bancária para o NIB PT50 0035 0123 0006 7384 2309 0. Solicitamos o envio do comprovativo da transferência, para o email apefaveiro@gmail.com Data limite de pagamento e inscrição: 6 outubro Inscrições válidas após pagamento.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 17-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 24-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Ref. 568T1 Inscrições abertas até 16 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137394/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 23 de Outubro de 2026
Fim: 29 de Janeiro de 2027
Regime: e-learning
Local: A definir
Formador
Aida Margarida Teixeira Neves
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 400 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 400 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 400 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A sexualidade sempre foi objeto de interesse e reflexão do homem e, dessa forma, ele vai elaborando histórica e culturalmente um conjunto de posturas, regras e cerimónias ao redor do sexo e dos papéis sexuais. Entende-se então que os aspetos da sexualidade ao longo dos tempos vêm contribuindo para ampliar a perceção de ordem política, social, económica, cultural, religiosa e ética. Pode-se dizer ainda que sexualidade é o traço mais íntimo do ser humano e, como tal, se manifesta diferentemente em cada indivíduo, de acordo com a realidade e as experiências vivenciadas pelo mesmo. Dotar os professores de Ciências Naturais de uma perspetiva histórica para uma abordagem abrangente no âmbito do Projeto Educação para a Saúde e Educação Sexual.
Objetivos
Sensibilizar os professores para a importância da sexualidade na compreensão da História e das Ciências; Compreender a importância da História das Mentalidades; Dotar os professores de conhecimentos específicos sobre a função da Sexualidade nos séculos V a. C - V d. C; Educar para a fruição multimédia das linguagens (texto-imagem); Adquirir uma visão global do saber, através duma ótica de didática interdisciplinar e pluridisciplinar; Adquirir uma didática atenta à comunicação no âmbito da História das Mentalidades (experiência frequentemente desfrutada pelos alunos no seu quotidiano) visando potenciar o seu envolvimento na motivação para aprender.
Conteúdos
A sexualidade na Grécia Clássica.Mitologia e Pederastia. 1.Tutores e efebos; 2.Violência e dominação; 3.Liberdade; 4.Sátiros; 5.Elemento central. A sexualidade na Roma Antiga. Caminhos para compreensão das relações sexual-amorosas na Roma antiga. 1.História da mulheres.género e sexualidade; 2.Sexualidade e religiosidade: moral antiga, moral moderna e moral contemporânea; 3.Amor e sexualidade na Roma antiga: o casamento, o adultério; 4.Sexualidade na Roma antiga e ensino da História e Ciências, proposta didáctica: género e sexualidade na Roma antiga,com possibilidade de promoção e valorização do respeito à diversidade de género e orientação sesualidade.
Metodologias
No decurso da ação de formação a que se refere o presente plano serão desenvolvidas as seguintes metodologias: - Expositiva. - Discussão generalizada ao grupo de formandos. No que se refere à tipologia das sessões de trabalho, estão planificadas sessões teóricas, 4 sessões presenciais de duas horas e trinta minutos e 6 sessões online síncrona de duas horas e trinta minutos. As sessões terão uma componente teórico-prática havendo sempre no final de cada sessão um momento de apresentação de dúvidas, debate e reflexão, assim como a aplicação prática dos conteúdos apresentados. Serão desenvolvidas com recurso a: - Sessões plenárias de formação em grupo para apresentação dos conteúdos. Nas sessões teóricas serão implementadas as metodologias, expositiva e de discussão. As sessões teórico-práticas desenvolver-se-ão segundo as metodologias de debate e de resolução de problemas.
Avaliação
A avaliação é formativa e contínua considerando a observação da participação nas dinâmicas; qualidade e pertinência das intervenções (reflexões) e atividades desenvolvidas, relevando-se a apresentação e discussão coletiva dos projetos elaborados pelos formandos. Serão também apreciados os pressupostos da classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio; a qualidade das interação, participação, pertinência dos contributos e sentido crítico; e a realização de um trabalho individual escrito sobre a formação realizada considerando o rigor, a adequação e originalidade a partir dos critérios (e descritores) definidos pelo CFAECAAV, com um peso de 40% para o desempenho nas sessões e um peso de 60% para o trabalho individual escrito.
Bibliografia
Ariès, Phillipe. e Duby, G., História da Vida Privada, Edições Afrontamento 1991.BADINTER, E. L'amour em plus. Histoire de l'amour maternal (XVIIe-XXe siècle). Paris: Flammarion, 1980BIRMAN, J. Gramáticas do erotismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001FOUCAULT, M. Naissance de la clinique. Paris: PUF, 1963
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 13-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 20-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 27-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 04-12-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 11-12-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 08-01-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 15-01-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 29-01-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 387T1 Inscrições abertas até 16 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131307/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 24 de Outubro de 2026
Fim: 6 de Fevereiro de 2027
Regime: b-learning
Local: AE Eixo
Formador
Eugénia Pardal
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) da disciplina de PLNM, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina; - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Português Língua Não Materna (PLNM): enquadramento legal, documentos curriculares, definição de conceitos (língua, cultura, L1, L2, multilinguismo, plurilinguismo, multiculturalismo, pluriculturalismo, interculturalidade, entre outros), caracterização sociolinguística e avaliação diagnóstica. Relação entre multilinguismo e interculturalidade. Processos de mediação intercultural; modelos de política multicultural. Desafios da globalização e da mediatização.(5h) Módulo 3 - Didáticas específicas na língua não materna em diferentes domínios: oralidade e interação cultural. Descrição dos constituintes e processos fonológicos em função de ferramentas fonéticas e fonológicas. Conceitos de léxico e de unidade lexicais. Conceitos de prosódia. Avaliação da oralidade: contextos, instrumentos e critérios. A prática dos géneros orais em contextos formais e informais. Relação entre língua, cultura e linguagem; processos de construção e afirmação identitária. O multilinguismo como estratégia de aprendizagem. (5h) Módulo 4 - Módulo 4 Didáticas específicas da língua não materna nos domínios da leitura e escrita. Alfabetização: abordagem de métodos de ensino/aprendizagem de leitura e escrita. Identificação de relações entre sons da fala e sua representação (orto)gráfica. Abordagem de características de diferentes tipos de textos. Estratégias de leitura com diferentes níveis de complexidade cognitiva (localização de informação, realização de inferências). Avaliação da linguagem e do conteúdo. Dinâmicas e projetos de leitura. (promoção do gosto pela leitura e contributos para o desenvolvimento da educação literária). (5h) Módulo 5 - Escrita: abordagem de formatos associados a diferentes tipos textuais e aprofundamento de técnicas de aperfeiçoamento de produção escrita. Problematização de diferentes perspetivas/modelos quanto ao desenvolvimento da linguagem escrita. Géneros textuais e funções comunicativas; tomada de consciência da diversidade de géneros textuais a partir da prática comunicativa. Estratégias e recursos no âmbito da produção e revisão de texto. (5h) Módulo 6 Gramática e desenvolvimento das competências comunicativas (gramática em uso); as dimensões: lexical, gramatical, sociolinguística, pragmática, discursiva e estratégica (5h) Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 13-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 20-11-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 27-11-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 12-12-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 7 | 06-01-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 22-01-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 06-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 667T1 Inscrições abertas até 26 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_26_27_02
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 27 de Novembro de 2026
Fim: 30 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Raiz - Instituto de Investigação da Floresta e Papel
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
As espécies exóticas invasoras constituem uma ameaça à biodiversidade e ao funcionamento dos ecossistemas, com impactos ambientais, económicos e sociais. O conhecimento dos conceitos associados a esta temática, das vias de introdução e dispersão, das formas de prevenção e controlo e do enquadramento legal é relevante para a formação científica e pedagógica dos docentes. Esta ação, dinamizada pelo RAIZ, permitirá conhecer as principais plantas invasoras presentes na região de Aveiro e aprofundar a problemática das invasoras em meio florestal, através do caso de estudo do controlo biológico da mimosa (Acacia dealbata). A apresentação dos recursos do Florestas.pt e da Floresta do Saber poderá apoiar a integração do tema nas práticas letivas, promovendo a literacia ambiental e a valorização da biodiversidade junto dos alunos.
Conteúdos
Apresentação do RAIZ e dos recursos e artigos do Florestas.pt e da Floresta do [pode incluir-se link para anexos] Saber Conceitos de espécie nativa, exótica, naturalizada e invasora; introdução e dispersão em Portugal; ameaça à biodiversidade; prevenção e métodos de controlo; enquadramento legal Principais plantas invasoras na região de Aveiro Espécies invasoras em meio florestal: caso de estudo do controlo biológico da mimosa (Acacia dealbata) Atividade prática na Quinta de São Francisco: observação e identificação de espécies autóctones, exóticas e invasoras; reconhecimento dos impactos provocados pela espécie invasora selecionada; aplicação orientada de um método de remoção ou controlo adequado; recolha e encaminhamento do material vegetal, de forma a prevenir a sua dispersão; reflexão sobre a possível transposição pedagógica da atividade para o contexto escolar.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-11-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 643T1 Inscrições abertas até 27 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141760/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 3 de Fevereiro de 2027
Fim: 24 de Março de 2027
Regime: Presencial
Local: Laboratório de Informática - Escola Homem Cristo
Formador
João Gilberto de Matos Orvalho
Destinatários
Professores dos Grupos 500, 510, 540 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500, 510, 540 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500, 510, 540 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A experiência combinada de hardware e software, fornecida pela computação física moderna, é mais adequado para ensinar ambientes de programação. É uma área de crescimento recente no ensino de ciência da computação, que envolve a combinação de software e hardware para construir sistemas físicos interativos, que medem diversos elementos do mundo real, especialmente com a linguagem Python, na sua versão de MicroPython para embutir em diversos dispositivos, que poderão ser em enquadrados em sistemas de Internet das Coisas (IoT) Assim, para promover a literacia dos professores em relação à linguagem de programação Python, este formação deverá contribuir para integrar os sistemas de computação física com a linguagem de programação Python em contexto de sala de aula, utilizando-se, neste caso concreto, o Micro:bit da BBC.
Objetivos
A computação física é uma área de crescimento no ensino de ciência da computação com a linguagem Python, na sua versão de MicroPython. Assim, a formação contribuirá para integrar os sistemas de computação física com Python no contexto de sala de aula, utilizando-se o Micro:bit da BBC. Desta forma, neste ambiente de aprendizagem da linguagem Python, os formandos serão capazes de desenvolver construções básicas de um programa usando variáveis, manipular a entrada e a saída de dados; acompanhar o fluxo de um programa, identificando valores mantidos em variáveis em diferentes estágios de execução; criar e controlar estruturas de diferentes tipos de ciclos; dominar a metodologia modular; escrever funções em programas e entender a necessidade do uso de estruturas de dados, dominando a sua operação, especialmente as listas e os dicionários; dominar eventos e diferentes sensores; saber ler e escrever dados em ficheiros.
Conteúdos
Introdução ao Python Instalação do Python e ambientes IDEs Python Os elementos básicos do Python Objetos, expressões e Tipos numéricos Variáveis e Atribuição Programas com condicionais Strings e entradas Uma digressão sobre a codificação de caracteres Ciclos For e While Funções, scoping e abstração Estruturas de dados: listas e dicionários Módulos e ficheiros O que é MicroPython? O que é a plataforma Micro:bit? O que podemos fazer com o MicroPython? Ambiente programação do Micro:bit Edição de código Importando Bibliotecas (Funções MicroPython) Codificação em tempo real, Eventos Escrevendo no Micro:bit Leitura e gravação digital Entradas/Saídas analógicas Comunicar com outros dispositivos usando o rádio e o BLE Leds, Butões, Sensores (acelerómetro, temperatura, magnetómetro, etc) Projectos práticos em MicroPython no Microbit, com programas complementares em Python (3.x)
Metodologias
As sessões seguirão dinâmicas de aprendizagem baseada em projetos, desenvolvidos em grupos e momentos de reflexão critica.
Avaliação
Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: - Reflexão crítica individual
Bibliografia
BBC micro:bit MicroPython, Release 1.0.1, Multiple authors, Sep 23, 2021 https://microbit-micropython.readthedocs.io/en/latest/tutorials/introduction.htmlPython guide, The Micro:bit Educational Foundation https://microbit.org/get-started/user-guide/python/Introduction to Computation and Programming Using Python With Application to Computational Modeling and Understanding Data third edition John V. Guttag, The MIT Press, Cambridge, Massachusetts, London
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 10-02-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 10-03-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 24-03-2027 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 638T1 Inscrições abertas até 29 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141617/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 3 de Fevereiro de 2027
Fim: 5 de Maio de 2027
Regime: b-learning
Local: A definir
Formador
Heitor Francisco Loureiro Girão Surrador
Destinatários
Professores dos Grupos 230 e 500
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230 e 500.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A Geometria Euclidiana constitui um dos pilares do currículo de Matemática, mas o ensino da demonstração geométrica enfrenta hoje dificuldades de motivação e de compreensão do raciocínio dedutivo. O GeoGebra, enquanto ferramenta de geometria dinâmica, é amplamente utilizado nas escolas, mas frequentemente de forma instrumental, sem exploração do seu potencial para reconstituir o próprio processo de construção matemática. Esta ação propõe uma abordagem original: reduzir a barra de ferramentas do GeoGebra às construções equivalentes à régua não graduada e ao compasso de Euclides e, a partir daí, reconstruir progressivamente as proposições dos Elementos, transformando cada demonstração numa nova ferramenta acrescentada à barra. Esta estratégia devolve ao software o rigor axiomático original da Geometria e proporciona aos docentes um percurso didático replicável com os seus alunos, articulando história da matemática, raciocínio dedutivo e tecnologia educativa. A ação insere-se no plano de atividades do CFAECAAV pela sua contribuição para a atualização científica e didática dos docentes dos grupos 230 e 500 na área da Geometria e das Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas ao ensino.
Objetivos
Rever os fundamentos axiomáticos dos Elementos de Euclides (definições, postulados, noções comuns); explorar as potencialidades do GeoGebra enquanto ambiente de geometria dinâmica; reconstruir, com recurso apenas às ferramentas equivalentes à régua não graduada e ao compasso, um conjunto selecionado de proposições/problemas de Euclides; criar novas ferramentas GeoGebra a partir de cada construção validada, gerando uma barra de ferramentas euclidiana cumulativa; relacionar o raciocínio dedutivo dos Elementos com as práticas de demonstração no ensino atual da Geometria; conceber uma proposta de atividade letiva que mobilize as ferramentas construídas ao longo da ação.
Conteúdos
O GeoGebra: interface, barra de ferramentas, gestão de ferramentas personalizadas (criação, edição, importação/exportação). 2. Os Elementos de Euclides: estrutura da obra, definições, postulados, noções comuns; o papel da régua não graduada e do compasso nas construções euclidianas. 3. Redução da barra de ferramentas do GeoGebra às construções elementares (ponto, reta por dois pontos, circunferência de centro e raio). 4. Livro I: construção de praticamente todos os problemas do livro triângulo equilátero (I.1), transporte e corte de segmentos (I.2-3), bissetriz de ângulo (I.9), ponto médio (I.10), perpendiculares (I.11-12), triângulo a partir de três segmentos (I.22), cópia de um ângulo (I.23), paralelas (I.31), paralelogramos de área igual a um triângulo ou a uma figura retilínea dados (I.42, I.44, I.45), quadrado sobre um segmento (I.46) e Teorema de Pitágoras (I.47). 5. Livro II: divisão de um segmento em média e extrema razão (II.11) e quadratura de uma figura retilínea (II.14). 6. Livro III: centro de uma circunferência (III.1), tangente a partir de um ponto exterior (III.17), bissecção de um arco (III.30) e arco capaz de um ângulo dado (III.33-34). 7. De cada demonstração/construção validada à criação de uma nova ferramenta GeoGebra, documentando o processo de generalização. 8. Aplicação didática: transposição da experiência realizada para atividades de sala de aula com os alunos dos grupos 230 e 500. 9. Reflexão final sobre a genealogia das ferramentas construída e o seu valor para o ensino da demonstração geométrica.
Metodologias
A ação decorre em regime de b-learning, combinando sessões síncronas por videoconferência (Microsoft Teams) com sessões assíncronas de trabalho autónomo no GeoGebra. Nas sessões síncronas privilegia-se a exposição dialogada, a demonstração de construções e a discussão coletiva; nas sessões assíncronas os formandos realizam construções, criam ferramentas e resolvem tarefas propostas, com apoio assíncrono do formador através da plataforma. O trabalho é predominantemente prático e cumulativo: cada sessão parte das ferramentas criadas anteriormente. A ação culmina na conceção de uma proposta de atividade letiva pelos formandos.
Avaliação
A avaliação, na escala de 1 a 10 (Despacho n.º 4595/2015), tem por referência os critérios do CFAECAAV e considera: assiduidade e participação nas sessões síncronas (30%); qualidade e progressão das construções/ferramentas GeoGebra produzidas ao longo das sessões assíncronas (40%); apresentação final, em sessão síncrona por videoconferência, de uma proposta de atividade letiva que mobilize a barra de ferramentas euclidiana construída (30%). É exigida uma assiduidade mínima de dois terços da carga horária, nos termos do Regulamento do CCPFC.
Bibliografia
EUCLIDES (2009); Os Elementos (tradução e introdução de Irineu Bicudo). São Paulo, Editora UNESP.HOHENWARTER, M.; PREINER, J. (2007); Dynamic Mathematics with GeoGebra. Journal of Online Mathematics and its Applications. Washington, MAA.VELOSO, E.; VIANA, J. P. (coord.) (2011); O GeoGebra na Sala de Aula. Lisboa, Associação de Professores de Matemática (APM).VELOSO, E. (1998); Geometria: Temas Atuais. Lisboa, Instituto de Inovação Educacional.HEATH, T. L. (1956); The Thirteen Books of Euclids Elements. Nova Iorque, Dover Publications.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 10-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 07-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 05-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 652T1 Inscrições abertas até 3 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141921/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 10 de Fevereiro de 2027
Fim: 7 de Abril de 2027
Regime: b-learning
Local: a definir
Formador
António Nuno Sampaio Marques Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 250 e 610
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A utilização das tecnologias digitais no ensino tem vindo a assumir um papel cada vez mais relevante nos processos educativos. No domínio da Educação Musical, as ferramentas digitais de criação musical oferecem novas possibilidades para a exploração sonora, a composição e a produção musical. A criação musical digital permite aos professores experimentar, manipular e organizar elementos musicais de forma intuitiva e criativa. Ao mesmo tempo, promove o desenvolvimento de competências artísticas, tecnológicas e colaborativas. A presente ação de formação pretende apoiar os professores de Educação Musical /Música, na integração pedagógica de ferramentas digitais de criação musical.
Objetivos
1) Capacitar os professores de Educação Musical / Música para utilizar ferramentas digitais de criação musical em contexto educativo. A evolução tecnológica transformou profundamente as formas de criação e produção musical. Atualmente, muitas produções musicais são realizadas com recurso a software de edição e produção musical. No contexto educativo, estas ferramentas permitem: explorar diferentes timbres e instrumentos experimentar processos de composição desenvolver projetos musicais colaborativos incentivar a criatividade dos alunos. 2) A integração destas tecnologias (ferramentas digitais) nas aulas de Educação Musical. As tecnologias pretendem contribuir para aproximar os professores das práticas musicais contemporâneas, utilizadas atualmente em todas as grande produções musicais e que se pretende, sejam introduzidas em sala de aula, como método de trabalho. 3) Preparar os professores para a criação musical digital. A criação musical digital baseia-se na manipulação de diferentes elementos sonoros através de plataformas de produção musical.
Conteúdos
Explorar ferramentas digitais de criação musical, nomeadamente a aplicação BandLab de criação e edição musical.No âmbito da inovação pedagógica a plataforma digital BandLab afirma-se como uma ferramenta de excelência para o desenvolvimento de competências transversais. O BandLab é uma Estação de Trabalho de Áudio Digital (DAW) gratuita, baseada na nuvem (cloud), que permite a criação, edição e partilha de música e som de forma intuitiva, sem necessidade de instalações complexas ou equipamentos profissionais.Ao contrário dos métodos tradicionais que exigem o domínio técnico dos instrumentos musicais, o BandLab utiliza uma interface visual e apelativa que permite a qualquer professor ou aluno, criar composições de qualidade através de loops (amostras de som repetitivas), instrumentos virtuais e gravação de voz. Isto reduz a frustração inicial e aumenta a motivação para a expressão artística.Sendo uma plataforma online, o BandLab funciona como uma "rede social educativa". Permite que vários professores e também alunos colaborem no mesmo projeto musical em simultâneo ou de forma assíncrona. Esta vertente desenvolve competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória destacando-se os seguintes: Desenvolver competências de composição e produção musical digital. Conceber atividades pedagógicas que integrem tecnologia musical. Promover metodologias de aprendizagem ativa e criativa. Desenvolver projetos musicais aplicáveis em contexto de sala de aula.
Metodologias
A metodologia da ação assenta numa abordagem eminentemente prática, participativa e orientada para a aprendizagem pela experimentação ("learning by doing"), privilegiando a construção de conhecimentos através da exploração das potencialidades da plataforma BandLab em contextos de criação musical e de aplicação pedagógica.As sessões iniciam-se com uma breve contextualização teórica das funcionalidades e do potencial educativo da plataforma, seguindo-se momentos de demonstração orientada, nos quais os formandos acompanham, passo a passo, a criação de um projeto musical digital. Esta abordagem permite a aquisição progressiva de competências técnicas relacionadas com a composição musical, a utilização de loops e instrumentos virtuais, a gravação, edição, mistura e exportação de projetos.Após a exploração guiada das ferramentas, os formandos são desafiados a desenvolver atividades criativas e colaborativas, experimentando diferentes possibilidades de utilização do BandLab em contexto educativo.
Avaliação
AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS No final da formação, os formandos apresentam o projeto desenvolvido, com a composição musical criada, a descrição da atividade pedagógica desenvolvida (pequena planificação do projeto) e a ligação às aprendizagens essenciais. A avaliação obedece aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua bem como das fundamentações técnico-pedagógicas do formador.Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, nos termos da lei. Tudo isto dentro do quadro referencial pelo CFAE tendo em conta o desempenho nas sessões.
Bibliografia
Ministério da Educação Aprendizagens Essenciais de Educação Musical.Savage, Jonathan Music, Technology and Education.Webster, Peter Computer-Based Technology and Music Teaching and Learning.Insira AUTOR (ano da obra); Título. Lugar, Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-02-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 10-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 24-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 07-04-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 424T1 Inscrições abertas até 10 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131412/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 17 de Fevereiro de 2027
Fim: 24 de Março de 2027
Regime: Presencial
Local: A definir
Formador
Mercedes Prieto Martinez
Destinatários
Professores dos Grupos D01, D02, D03, D04, D05, D07, D08 e D09
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos D01, D02, D03, D04, D05, D07, D08 e D09. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos D01, D02, D03, D04, D05, D07, D08 e D09.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Importância da Dança e do Teatro no Contexto Escolar As aprendizagens artísticas colocam as crianças/jovens perante a experiência do Fruir, Contemplar, Refletir, Interpretar, Experimentar e Produzir, a base de uma Educação Estética e Artística fundamental para a Formação Integral do Indivíduo Sensibilizar para a importância da Criatividade e da Imaginação como suportes educativos e interventivos. A Dança e o Teatro estão presentes nos currículos e nas orientações pedagógicas como dimensões formativas integrantes do processo de ensino-aprendizagem e existe uma necessidade expressa dos/as educadoras professores/as de formação nas diferentes áreas artísticas.
Objetivos
Explorar e experimentar o potencial criativo do corpo, enquanto entidade comunicativa e significante na relação consigo próprio (auto-conhecimento), com o outro e com o espaço; Percepcionar as ligações entre corpo e movimento e corpo/mente/emoções; Explorar as noções de ritmo interior e de ritmo exterior; Adquirir maior consciência e acuidade vocal noção de ritmo, volume, tonalidade, e intencionalidade; Promover a criação de pequenas partituras / improvisações a partir de diferentes estímulos: texto narrativo, poético, etc. ; música, sons; obras de arte, imagens, objectos; natureza, etc. Explorar a ligação dos diferentes textos com o movimento, com o espaço, com o outro procura de sentido/foco/intencionalidade; Estimular e desenvolver o sentido estético e artístico; Promover o trabalho de cooperação multidisciplinar e de criação; Promover o debate em torno do Indisciplinar a Escola e das possibilidades de criação transdisciplinar.
Conteúdos
O Corpo no Espaço (3 horas): O espaço nas suas linhas e na sua profundidade + inserção do corpo nesta dimensão; As várias partes do corpo e a sua exploração num espaço. O Corpo e o Movimento (3 horas): As diferentes velocidades; As diferentes dinâmicas; As diferentes formas; Os diferentes níveis; O Corpo Emissor Sonoro (3 horas): A voz e as suas possibilidades: Volume, Ritmo, Tonalidade, Intencionalidade. Respiração, Articulação, Colocação. A Relação do Eu com o Outro (8 horas): Dinâmicas de relacionamento interpessoal (imitação, confiança, relaxamento); Atividades de expressão dramática de integração; Atividades de expressão dramática simples e complexas. A Linguagem expressiva da Dança e do Teatro (8 horas): Através do desenvolvimento de temas, ideias, sentimentos e emoções, ou de outros indutores, explorar a dança e o teatro enquanto linguagens de expressão e a comunicação com o outro e com o grupo. Criação de pequenas improvisações.
Metodologias
Aulas práticas: Trabalho a pares; trabalho em grupo; dinâmicas de grupo; exercícios de aquecimento físico e vocal; exploração espacial; exposição oral; role-playing, improvisação. Reflexão e debate.
Avaliação
Os formandos serão avaliados quantitativamente, na escala de 1 a 10; considera-se classificação positiva a partir de 5, inclusive. Na avaliação qualitativa será utilizada a classificação: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. Os critérios / indicadores e respectiva ponderação são os seguintes: Participação será avaliado o grau de empenhamento e envolvimento na acção, atendendo por um lado à assiduidade e pontualidade e por outro à participação no decorrer das sessões (interesse, comentários, participação em trabalhos de grupo e individual) 40% Trabalho produzido (50% + 10%): Documento de reflexão critica sobre os conteúdos abordados, ligando-os com as práticas desenvolvidas neste domínio e os contextos de trabalho - 50% Intervenção em contexto selecção de uma acção de intervenção directa (apresentação e discussão em grande grupo) 10%
Bibliografia
Aguilar, Luís Filipe: Expressão e Educação Dramática. Guia Pedagógico para o 1º Ciclo do Ensino Básico. Instituto de Inovação Educacional, Lisboa 2001Calvino Prina, Federica e Padovan, Maurizio: A Dança no Ensino Obrigatório. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 1995Faure, Gérard e Lascar, Serge: O Jogo Dramático na Escola Primária. Editorial Estampa, Lisboa 2000Sasportes, José: Pensar a dançar, a reflexão estética de Marllarmé a Cocteau, Colecção arte e artistas, 2006Vygotsky, Lev: A Imaginação e a Arte na Infância, Relógio DÁgua, Lisboa 2009
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:30 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 10-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 24-03-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:30 | 4:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 646T1 Inscrições abertas até 10 de Fevereiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141863/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 17 de Fevereiro de 2027
Fim: 28 de Abril de 2027
Regime: b-learning
Local: A definir
Formador
Cláudia Daniela Lopes Melo
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A Educação e Formação de Adultos constitui um domínio estratégico das políticas públicas de educação, assumindo um papel determinante na promoção da aprendizagem ao longo da vida, na melhoria das qualificações da população adulta, na inclusão social e na valorização das competências adquiridas em contextos formais, não formais e informais. Neste contexto, torna-se indispensável que os docentes aprofundem os seus conhecimentos sobre a organização, o enquadramento legal e as diferentes modalidades de qualificação dirigidas aos adultos. A presente ação de formação justifica-se pela necessidade de reforçar as competências dos docentes que exercem funções na Educação e Formação de Adultos ou que pretendam desenvolver atividade neste domínio, proporcionando uma atualização científica, técnica e pedagógica sobre a evolução das políticas de Educação de Adultos em Portugal, os princípios da aprendizagem ao longo da vida e o atual enquadramento legislativo das ofertas de qualificação para adultos. A crescente relevância dos Centros Qualifica enquanto estruturas de promoção da qualificação de adultos exige que os docentes conheçam a sua missão, organização, funcionamento e metodologias de intervenção, bem como as diferentes etapas do processo de acolhimento, diagnóstico, informação, orientação e encaminhamento. Este conhecimento favorece uma intervenção mais articulada entre os diversos agentes educativos e contribui para uma resposta mais adequada às necessidades dos adultos em processos de qualificação.
Objetivos
1 - Compreender a evolução histórica, os fundamentos conceptuais e o enquadramento legal da Educação e Formação de Adultos em Portugal, no contexto das políticas de aprendizagem ao longo da vida. 2 - Conhecer a missão, organização, funcionamento e processos de intervenção dos Centros Qualifica, identificando o seu papel no Sistema Nacional de Qualificações. 3 - Distinguir as diferentes ofertas de educação e formação para adultos, nomeadamente os Cursos EFA, as Formações Modulares Certificadas (UFCD), os Cursos de Aprendizagem e os processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), enquadrando-as no Quadro Nacional de Qualificações. 4 - Desenvolver competências que permitam orientar, informar e encaminhar adultos para percursos de qualificação adequados aos seus perfis, necessidades e projetos pessoais e profissionais. 5 - Aplicar os conhecimentos adquiridos na melhoria das práticas pedagógicas e técnico-pedagógicas, promovendo intervenções educativas adequadas às especificidades da população adulta e aos princípios da aprendizagem ao longo da vida
Conteúdos
1 - Enquadramento da Educação de Adultos em Portugal - a) Evolução histórica da educação de adultos em Portugal. b) Conceitos de aprendizagem ao longo da vida. c) Enquadramento legal da educação e formação de adultos. 2 - Os Centros Qualifica - a) Missão e objetivos dos Centros Qualifica. b) Organização e funcionamento. c) Público-alvo. d) Etapas da intervenção: Acolhimento; Diagnóstico; Informação e orientação; Encaminhamento; Passaporte Qualifica. 3 - Diferentes Ofertas Formativas para Adultos - a) Quadro Nacional de Qualificações. b) Cursos de Educação e Formação de Adultos (Cursos EFA). c) Formações Modulares Certificadas (UFCD). d) Cursos de Aprendizagem e) Formulário de AFC aAcreditar | CCPFC Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC Escolar e Profissional): Referenciais de Competência-Chave, validação e certificação.
Metodologias
A ação de formação desenvolver-se-á, privilegiando uma metodologia ativa, participativa e reflexiva, centrada na aprendizagem dos formandos e na valorização dos seus conhecimentos e experiências profissionais. As sessões articularão momentos de exposição dialogada com estratégias de aprendizagem ativa, promovendo a participação dos formandos na construção do conhecimento. Serão utilizados métodos como a análise e discussão de legislação e de documentos orientadores, estudo de casos, resolução de situações-problema, trabalho em pequenos grupos, debate orientado e partilha de experiências, favorecendo a reflexão crítica sobre a educação e formação de adultos em Portugal. A abordagem dos diferentes conteúdos programáticos privilegiará uma perspetiva prática, permitindo aos formandos conhecer e compreender a evolução da educação de adultos, o enquadramento legal do Sistema Nacional de Qualificações, a missão e o funcionamento dos Centros Qualifica, as diferentes ofertas de educação e formação de adultos e os processos de RVCC, analisando procedimentos, instrumentos de trabalho e exemplos de aplicação em contexto.
Avaliação
A avaliação dos formandos será contínua, formativa e sumativa, incidindo sobre o grau de consecução dos objetivos da ação de formação e o desenvolvimento das competências previstas. Avaliação final do formando: Ponderações: 25% participação nas sessões e 75% para os trabalhos desenvolvidos, bem como o relatório final do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. A certificação será feita nos termos da legislação em vigor.
Bibliografia
Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP)(2024). Guia Metodológico dos Centros Qualifica. Lisboa: ANQEPCanário, Rui (2013). Educação de Adultos: Um Campo e uma Problemática. Lisboa: EDUCA.Lima, Licínio C. (2005). A Educação de Adultos em Portugal (1974-2004): Entre as Lógicas da Educação Popular e da Gestão de Recursos Humanos., in Rui Canário e Belmiro Cabrito (orgs.), Educação e Formação de Adultos: Mutações e Convergências. Lisboa: EDUCAMelo, A.; Lima, L. C.; Almeida, M.; Ribas, A.; Machado, M. L.; Simões, M. J.; Ribeiro, J. C. (1998). Uma Aposta Educativa na Participação de Todos: Documento de Estratégia para o Desenvolvimento da Educação de Adultos em Portugal. Lisboa: Ministério da Educação.Nóvoa, António (coord.) (2010). Educação e Formação ao Longo da Vida. Lisboa: Educa
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 10-03-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 17-03-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 24-03-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 07-04-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 14-04-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 28-04-2027 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 648T1 Inscrições abertas até 7 de Abril de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141920/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 14 de Abril de 2027
Fim: 2 de Junho de 2027
Regime: b-learning
Local: A definir
Formador
António Nuno Sampaio Marques Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 250 e 610
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta formação é um convite à experimentação livre, sensível e transformadora, onde o erro deixa de ser limite para passar a ser possibilidade. Partindo do Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória, pretende-se criar espaços de descoberta, escuta, imaginação e criação, com formas únicas e distintas de ver, sentir e agir sobre o espaço de sala de aula e a transposição dessas aprendizagens para a comunidade envolvente.A criação de experiências que nos voltam a ligar com a essência de ser criança; a curiosidade sem medo; o espanto perante o desconhecido; a liberdade de criar sem julgamento. A ideia é abrir portas à expressão individual e coletiva, à inclusão e à construção de novas perspetivas.Exploram-se caminhos alternativos para aprender, ensinar e comunicar. O corpo, os sentidos, o silêncio, o som, a imagem, o movimento e a emoção tornam-se matéria de criação e reflexão.Mais do que transmitir conteúdos, esta ação pretende despertar o olhar, o ouvir, a atenção e a presença de cada um. Pretende-se inspirar os professores a serem facilitadores e artistas, a ousarem criar ou utilizar novas linguagens, novas metodologias e novas formas de relação, capazes de resgatar a curiosidade, mobilizar afetos e transformar a aprendizagem numa experiência mais humana, orgânica e significativa.
Objetivos
Abordar as práticas artísticas de forma ampla, integrada e interligada com diferentes áreas, experiências e formas de conhecimento, valorizando a experimentação, a inovação, a diversidade de expressões e novas perspetivas em vez de serem vistas apenas dentro das regras tradicionais das disciplinas artísticas; Conhecer e observar exemplos; Trabalhar competências de liderança de projeto num grupo em sala de aula; Perceber como se organiza e estrutura o trabalho de Projeto, os objetivos e o processo de validação; Desenvolver um trabalho de projeto colaborativo.A formação pretende articular dois momentos complementares, por um lado, um espaço protegido e colaborativo de criação onde os participantes trabalham em conjunto, exploram ideias, criam, partilham experiências e desenvolvem propostas num ambiente seguro e inspirador, por outro lado, o acompanhamento do trabalho que cada participante realiza no seu contexto real (sala de aula) aplicando na prática aquilo que foi explorado durante a formação.
Conteúdos
A formação é estruturada em cinco unidades que surgem de forma sequencial e lógica: Fundamentação → Comunidade Artística → Técnicas → Planeamento → Projeto Final, permitindo aos formandos construir progressivamente um projeto artístico interdisciplinar sólido e aplicável em contexto educativo. UNIDADE 1: O projeto artístico - Bases e ferramentas para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares artísticos em sala de aula Elucidar os formandos acerca dos pilares fundamentais para o desenvolvimento de um projeto com base artística/musical. Iniciar e desenvolver um projeto artístico conjunto - a interdisciplinaridade artística e o desenvolvimento do pensamento artístico. Compreender as bases para a criação de um projeto artístico - Autores e referências fundamentais. UNIDADE 2:- A Arte como meio e como fim - A sala de aula deve ser vista como um espaço de convivência, partilha, escuta, respeito e criação coletiva. A sala de aula deve ser não apenas um lugar de transmissão de conteúdos, mas uma comunidade onde todos participam, todos colaboram e aprendem em conjunto. Compreender a validade da arte como produto final. Compreender a importância da arte no desenvolvimento pessoal, social e emocional, nas diferentes fases da aprendizagem e no trabalho de transformação pessoal e do grupo. Organizar o trabalho em grupo - dinâmicas, exercícios, jogos, criatividade. UNIDADE 3:- Produção Artística Técnicas. Composição e improvisação musical simples - A composição musical simples envolve a construção de melodias, ritmos, padrões sonoros ou pequenas peças musicais utilizando elementos básicos da música, individualmente ou em grupo. A improvisação musical simples consiste na experimentação livre de sons, ritmos, palavras, voz, corpo ou instrumentos, promovendo a expressão criativa, a escuta, a espontaneidade e a interação entre participantes. Paisagens sonoras - No desenvolvimento das atividades poderão ser utilizados materiais áudio e musicais previamente existentes, selecionados em função dos objetivos pedagógicos e artísticos da ação, funcionando como ferramentas de exploração, interpretação, criação e reflexão. Movimento e técnicas de palco. (Cada área disciplinar explora a(as) técnica(as) mais adequada(as) ao trabalho a desenvolver). UNIDADE 4: - Organizar e estruturar o trabalho de Projeto - da teoria à prática. Compreender os diferentes passos da estruturação do trabalho artístico, e refletir sobre a sua importância. As fases de um Projeto artístico de curta, média ou longa duração. Compreender a importância dos registos de planeamentos artísticos como ferramentas de validação e avaliação. UNIDADE 5:- Execução e reflexão conjunta - pistas para o futuro. Pôr em prática as ferramentas e experiências efetuadas ao longo da formação - criação de um pequeno projeto em grupo. Refletir sobre o papel do produto no processo de criação artística - o produto artístico como consequência, em detrimento do produto artístico como objetivo.
Metodologias
A formação centra-se na utilização de ferramentas artísticas, trabalhadas em grupo, baseadas na metodologia de projeto.As sessões serão presenciais e on-line (B-learning), com propostas, exercícios, desafios concretos, individuais e em grupo, acompanhadas de reflexões e fundamentação teórica, assim como de ferramentas para a aplicação dos conteúdos. Serão utilizados os métodos expositivos, demonstrativos, interrogativos e ativos, através de metodologias como: Exposição Oral; Dinâmicas de grupo; Trabalho cooperativo e colaborativo, Trabalho individual; Debate; Reflexão e descoberta; Resolução de problemas; Brainstorming; Trabalho interativo de grupo.Ao longo da formação, os participantes terão a oportunidade de aplicar os métodos e aprendizagens nas suas salas de aula, como também desenvolver e integrar um projeto artístico, o qual se concretizará (apresentação) na última sessão presencial.
Avaliação
A avaliação dos formandos terá em conta a assiduidade e a participação nas sessões. Será também avaliado o exercício de trabalho autónomo de abordagem dos conteúdos trabalhados e o trabalho artístico desenvolvido em equipa no contexto das sessões presenciais da formação.A avaliação obedece aos critérios estabelecidos pelo Centro de Formação, de acordo com orientações do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua bem como das fundamentações técnico-pedagógicas do formador.Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, nos termos da lei. Tudo isto dentro do quadro referencial pelo CFAE tendo em conta o desempenho nas sessões.
Bibliografia
Martins, Isabel Minhós e Pedrosa, Maria Manuel (2021) Como ver coisas invisíveisObservações, experiências e perguntas de artistas, cientistas e outras pessoas com imaginação, Planeta TangerinaSousa, Alberto B. (2003) Educação pela Arte e Artes na Educação, Horizontes PedagógicosEscutar Habilidade e arte - Hanmer, Paula ; Junqueira, Maria Claudia de A. V.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 28-04-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 05-05-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 10-05-2027 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 19-05-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 7 | 26-05-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 02-06-2027 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 654T1 Inscrições abertas até 23 de Abril de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141914/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 30 de Abril de 2027
Fim: 10 de Maio de 2027
Regime: b-learning
Local: A definir
Formador
Francisco José Ferreira Gomes Pinto de Sousa
Destinatários
Professores dos Grupos 230 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A ação de formação justifica-se pela necessidade de promover o desenvolvimento profissional contínuo dos docentes de Ciências da Natureza, Ciências Naturais e de Biologia e Geologia, através de experiências de aprendizagem contextualizadas e interdisciplinares disruptivas, inovadoras em termos de uma aposta no ensino prático e experimental no domínio das ciências, ao encontro das expectativas dos docentes dos grupos disciplinares 520 e 230. A bacia hidrográfica do rio Douro constitui um laboratório natural de elevado valor científico, pedagógico e patrimonial (assumindo-se o Douro Vinhateiro, no seu troço intermédio, como Património Natural da UNESCO), permitindo a observação direta de processos geológicos, dinâmica fluvial, biodiversidade, geodiversidade e interação entre sistemas naturais e a ação humana. Esta abordagem prática potencia a atualização de conhecimentos científicos, a exploração de metodologias ativas e o reforço de competências no âmbito do trabalho de campo, fundamentais para a qualidade do ensino. A ação enquadra-se no plano de atividades da entidade proponente ao promover a valorização do território, a educação para a sustentabilidade e a inovação pedagógica, objetivos estratégicos da instituição.
Objetivos
Atualizar e aprofundar conhecimentos científicos nas áreas das Ciências da Natureza, Ciências Naturais e Biologia e Geologia, com base na observação direta do território que integra a Bacia hidrográfica do rio Douro; Promover a utilização de metodologias ativas, experimentais e de trabalho de campo no ensino-aprendizagem; Desenvolver competências de interpretação da paisagem, articulando processos geológicos, ecológicos e antrópicos; Fomentar a interdisciplinaridade e a contextualização curricular; Incentivar a integração de práticas de educação para a sustentabilidade; Fortalecer a colaboração e partilha de experiências entre docentes; Capacitar os docentes para a conceção de atividades pedagógicas inovadoras, transferíveis para o contexto de sala de aula e saídas de campo.
Conteúdos
A ação estrutura-se em torno da exploração integrada do vale do Douro como sistema natural e antrópico, privilegiando uma abordagem de campo, interdisciplinar e contextualizada. 1. Enquadramento geológico e geomorfológico: caracterização da evolução geológica da região da Bacia Hidrográfica do rio Douro; identificação de litologias dominantes (xistos, granitos e quartzitos); análise de estruturas geológicas (dobras, falhas) e sua relação com a morfologia do relevo; interpretação da formação do vale encaixado e evolução da rede hidrográfica. 2. Dinâmica fluvial e processos erosivos; estudo dos processos de erosão, transporte e sedimentação; dinâmica do rio Douro e seus afluentes; identificação de formas de relevo associadas à ação da água. 3. Biodiversidade e ecossistemas: caracterização dos habitats naturais e seminaturais; identificação de espécies de flora e fauna características da região; análise das adaptações ao clima mediterrânico; relações ecológicas e conservação da biodiversidade. 4. Intervenção humana e paisagem cultural: impacto das atividades humanas na modelação da paisagem (vinhas em socalcos, barragens, ocupação do solo); interação entre geologia, solo e práticas agrícolas; valorização do património natural e cultural do Douro. 5. Educação para a sustentabilidade: reflexão sobre a gestão sustentável dos recursos naturais; alterações climáticas e seus impactos na região; promoção de práticas educativas que integrem a sustentabilidade e a cidadania ambiental. 6. Metodologias de trabalho de campo: planeamento e organização de saídas de campo; utilização de instrumentos de observação e registo (caderno de campo, esquemas, fotografias); estratégias de recolha e interpretação de dados; segurança em contexto de campo. 7. Transposição didática: conceção de atividades pedagógicas baseadas no território; articulação com as Aprendizagens Essenciais; desenvolvimento de recursos didáticos e propostas de avaliação formativa.
Metodologias
A ação privilegiará metodologias ativas, centradas na aprendizagem experiencial em contexto real. Serão realizadas saídas de campo nos troços terminal e intermédio do rio Douro, com observação direta, interpretação da paisagem e resolução de problemas orientados relacionados com a geodiversidade e a biodiversidade. Recorrer-se-á ao trabalho colaborativo em pequenos grupos, promovendo a discussão e partilha de ideias. Serão utilizados instrumentos de registo como caderno de campo, fotografia e esquemas interpretativos. Haverá momentos de exposição teórica breve para enquadramento científico, articulados com a prática. A reflexão crítica e a transposição didática serão estimuladas através da conceção de atividades pedagógicas aplicáveis em sala de aula e em saídas de campo. A avaliação será centrada na participação, produção de materiais didáticos e aplicação dos conhecimentos em contexto educativo, incentivando-se a interdisciplinaridade e a articulação com as Aprendizagens Essenciais.
Avaliação
A avaliação dos formandos basear-se-á nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 40 % Realização de um trabalho individual - guião de trabalho de campo - segundo a perspetiva construtivista de Nir Orion, com descrição científica e utilização didática em saída de campo com alunos, de uma ou várias paragens propostas para visitação na Bacia Hidrográfica do rio Douro 60 %
Bibliografia
Oliveira, N. G.; Faria, P. P. (2011). Reservas naturais -- Guias -- Estuário do Douro(Portugal). Conservação da natureza - Estuário do Douro(Portugal). Vila Nova de Gaia: Águas e Parque Biológico de Gaia.Passadiços do Côa - Biodiversidade: https://passadicosdocoa.pt/a-biodiversidade/ (consultado em 19/6/2026.Marques, M.P.; Neves, B.G.;Varela, C.; Zuzarte, M.; Gonçalves,A.C.; Dias, M.I.; Amaral, J.S.; Barros,L.; Magalhães, M.; Cabral, C. (2023). Essential Oils from Côa ValleyLamiaceae Species: Cytotoxicity and Antiproliferative Effect on Glioblastoma Cells. Pharmaceutics, 15, 341. https://doi.org/10.3390/pharmaceutics15020341.Pais, J. & Legoinha, P. (2013). Paleogénico e Neogénico da Bacias do Douro. In: Geologia de Portugal no contexto da Ibéria.Pereira, E.; Barbosa, B.; Ferreira, N. & Meireles, C. (1996). Traços gerais da Geomorfologia, Geologia e Recursos geológicos da Bacia Hidrográfica Portuguesa do Rio Douro, 24 pp.
Observações
As saídas de campo (previstas): Dia 1 de maio: Foz do Douro (Porto e Gaia) Dia 8 de maio: Aveiro- Régua-Pinhão-S. João da Pesqueira-Tabuaço. Dia 9 de maio: Tabuaço-Penalva do Castelo-Viseu-Aveiro. (a inscrição pressupõe alojamento de 8 para 9 de maio, a cargo do próprio)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-04-2027 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 01-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 01-05-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 08-05-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 09-05-2027 (Domingo) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 09-05-2027 (Domingo) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 10-05-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ref. 630T1 Inscrições abertas até 25 de Junho de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141075/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 3 de Julho de 2027
Fim: 11 de Julho de 2027
Regime: Presencial
Local: A definir
Formador
Hugo Luís de Sousa Monteiro Simões
Destinatários
Professores dos Grupos M02, M03, M05, M06, M11, M12, M13, M23, M24, M25, M28, M29 e M32
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos M02, M03, M05, M06, M11, M12, M13, M23, M24, M25, M28, M29 e M32. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos M02, M03, M05, M06, M11, M12, M13, M23, M24, M25, M28, M29 e M32.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A presente ação visa responder à necessidade de formação contínua específica para docentes do Ensino Artístico Especializado da Música e Educação Musical, promovendo a reflexão sobre práticas pedagógicas transversais às diferentes áreas instrumentais, vocais e teóricas. O ensino artístico caracteriza-se pela constante articulação entre prática performativa e desenvolvimento pedagógico, exigindo atualização contínua ao nível das metodologias de ensino, estratégias de motivação, avaliação e desenvolvimento artístico dos alunos. A ação integra-se nas atividades do Festival Internacional de Guitarra de Aveiro, utilizando concertos, masterclasses e momentos de reflexão pedagógica como dispositivos de observação e análise crítica de práticas educativas e performativas. Embora o festival tenha como eixo artístico a guitarra, os conteúdos da formação centram-se em processos pedagógicos aplicáveis aos diferentes grupos disciplinares do ensino da música. A observação estruturada de contextos performativos e pedagógicos permitirá aos docentes desenvolver competências de análise crítica, reflexão didática e transferência metodológica para os respetivos contextos profissionais, reforçando a qualidade das práticas educativas no ensino artístico.
Objetivos
Analisar estratégias pedagógicas aplicáveis ao ensino artístico da música; Desenvolver competências de observação crítica de práticas performativas e pedagógicas; Refletir sobre a relação entre pedagogia, técnica e expressão musical; Identificar metodologias de ensino transferíveis para diferentes contextos disciplinares; Promover a articulação entre prática artística e prática letiva; Reforçar estratégias de motivação, comunicação pedagógica e avaliação formativa; Aplicar os conhecimentos adquiridos no contexto profissional dos formandos.
Conteúdos
A presente ação estrutura-se em torno da observação orientada, análise crítica e reflexão pedagógica sobre práticas artísticas e educativas desenvolvidas no contexto do Festival Internacional de Guitarra de Aveiro. 1. Sessão de Enquadramento Pedagógico Apresentação dos objetivos da ação; Definição de critérios de observação pedagógica; Estratégias de análise de práticas performativas e educativas; Transferência didática entre diferentes áreas musicais. 2. Observação de Masterclasses e Cursos de Aperfeiçoamento Musical Observação de estratégias pedagógicas relacionadas com: comunicação pedagógica; desenvolvimento técnico e expressivo; processos de feedback e correção; motivação e autonomia artística; adaptação a diferentes níveis de aprendizagem; preparação performativa. 3. Observação e Análise de Concertos e Performances Reflexão sobre: relação entre performance e ensino artístico; construção interpretativa; presença em palco e comunicação artística; impacto da performance no desenvolvimento dos alunos; articulação entre técnica e expressão musical. 4. Participação em Debates e Momentos de Reflexão Discussão de temas relacionados com: metodologias do ensino artístico; avaliação formativa; inovação pedagógica; ensino individual e coletivo; desafios contemporâneos do ensino da música. 5. Reflexão Crítica Final Elaboração de uma reflexão escrita individual sobre: práticas pedagógicas observadas; transferência das aprendizagens para o contexto profissional; articulação entre pedagogia e performance no ensino artístico.
Metodologias
A ação desenvolver-se-á através de sessões presenciais de enquadramento pedagógico, observação estruturada de masterclasses, concertos e práticas performativas, participação em momentos de reflexão e debate, bem como elaboração de uma reflexão escrita final. A metodologia privilegia a observação crítica, a análise reflexiva e a transferência didática das estratégias pedagógicas observadas para os diferentes contextos profissionais dos formandos. Os participantes serão incentivados a relacionar os conteúdos observados com as respetivas práticas letivas, promovendo a partilha de experiências e a construção de conhecimento colaborativo.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.
Bibliografia
HALLAM, S. (2006). Music Psychology in Education. London, Institute of Education, University of London.SWANWICK, K. (1999). Teaching Music Musically. London, Routledge.ØRGENSEN, H. (2004). Strategies for Individual Practice. Oslo, Norges Musikkhøgskole.DAVIDSON, J. W. (2012). The Music Practitioner: Research for the Music Performer, Teacher and Listener. Farnham, Ashgate.MILLS, J. (2007). Instrumental Teaching. Oxford, Oxford University Press.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-07-2027 (Sábado) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Presencial |
| 2 | 03-07-2027 (Sábado) | 21:30 - 23:30 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 05-07-2027 (Segunda-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 06-07-2027 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 07-07-2027 (Quarta-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 08-07-2027 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 09-07-2027 (Sexta-feira) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 10-07-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 9 | 10-07-2027 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 11-07-2027 (Domingo) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Rosa Maria Marques Faneca
Destinatários
Professores dos Grupos 210 e 320
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 210 e 320. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 210 e 320.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Francês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Adquirir e atualizar conhecimentos no âmbito das metodologias ativas, tendo em conta a aprendizagem da língua francesa; - Refletir de forma crítica sobre a aplicação das práticas pedagógicas centradas no aluno, avaliando as potencialidades dessas práticas na promoção das AE a desenvolver; - Partilhar técnicas e estratégias diversificadas, experiências e materiais pedagógicos com vista à melhoria das práticas letivas.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem); O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Competência Intercultural (5 horas): - O conceito de competência intercultural e a sua importância no ensino do FLE; - Suportes de ensino e abordagens interculturais; - Estratégias para desenvolver atividades práticas no âmbito da interculturalidade; - Produção de materiais pedagógicos para o ensino do FLE numa perspetiva intercultural. Módulo 3 Competência Comunicativa I (5 horas): - A interação oral e a interação escrita em diferentes contextos; - Atividades práticas e simulação de situações reais de interação oral e escrita; - O recurso à tecnologia na interação oral e escrita; - Estratégias para desenvolver a interação oral e escrita; - Didatização de documentos diversificados para a implementação de atividades de interação oral e escrita. Módulo 4 Competência Comunicativa II (5 horas): - A organização de ideias para a produção de textos orais e escritos variados; - A fluência na produção oral e na produção escrita em situações comunicativas diversas; - O recurso a materiais autênticos na produção oral e escrita; - Estratégias para desenvolver a produção oral e escrita; - Didatização de documentos diversificados para a implementação de atividades de produção oral e escrita. Módulo 5 Competência Comunicativa III (5 horas): - As diferentes formas do oral e da escrita e as suas implicações sociais; - A compreensão oral e a compreensão escrita com diferentes graus de dificuldade; - O recurso a documentos autênticos na compreensão oral e escrita; - Estratégias para desenvolver a compreensão oral e escrita; - Didatização de documentos diversificados para a implementação de atividades de compreensão oral e escrita. Módulo 6 A Mediação (5 horas): - O conceito de mediação e a sua importância no ensino do FLE; - Atividades de mediação para o desenvolvimento das competências intercultural e comunicativa; - Estratégias para desenvolver dinâmicas de mediação na sala de aula; - Didatização de documentos diversificados para a implementação de atividades de mediação. Módulo Final Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos (2,5 horas).
Metodologias
O curso é constituído por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Cadre Européen Commun de Référence pour les Langues. Disponível em https://rm.coe.int/cecr-volume-complementaire-avec-de-nouveaux-descripteurs/16807875d5
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 19:00 - 22:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Ana da Piedade Guerreiro Madeira Elias Pinheiro
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 350
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 350. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 350.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Espanhol em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Promover a valorização dos diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura hispânica e à língua espanhola, dos espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural; - Rever a linguagem e os papéis da interação organizacional na sala de aula para uma comunicação simples e eficaz (instruções, trabalho de pares/grupo, etc.); - Encorajar o trabalho colaborativo, a partilha de ideias e práticas e o acesso a recursos didáticos de referência.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem); O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Competência Intercultural (5 horas) Descrição de elementos culturais, de identidade e língua por oposição à cultura hispânica e à língua espanhola; Estratégias de inclusão das artes no ensino de ELE; Identificação de exemplos de atitudes de tolerância e respeito interculturais para consolidação de práticas de relacionamento interpessoal. Módulo 3 Competência Comunicativa: interação oral e escrita (5 horas) Fatores subjacentes às carências/falhas na comunicação e/ou no processo de interação oral e escrita; fatores emocionais implicados/superação; Estratégias de promoção de autonomia e de trabalho colaborativo. Módulo 4 Competência Comunicativa e géneros textuais (5 horas) Produção escrita (técnicas; fases; estruturação textual, centrada na coerência e progressão temáticas); interferências ( derivadas da proximidade linguística) e as suas implicações didáticas; ultrapassar a fossilização linguística; o erro ao serviço da aprendizagem; estratégias na aquisição de ELE: a avaliação da interlíngua do aluno no contexto de uma língua próxima); Géneros textuais. Módulo 5 Competência Comunicativa: produção oral (5 horas) Técnicas; interferências linguísticas e as suas implicações didáticas; transferência de conceitos e procedimentos próprios da comunicação oral, entre a LM e o espanhol; o erro ao serviço da aprendizagem: ultrapassar a fossilização linguística frequente em ELE; estratégias na aquisição de ELE: a avaliação da interlíngua do aluno (proximidade). Módulo 6 Competência Comunicativa: compreensão oral e escrita (5 horas) Compreensão oral (técnicas de audição/ compreensão em diferentes contextos; métodos para avaliar e melhorar a CO; estratégias de comunicação e estilos de aprendizagem: adequação das estratégias didáticas e dos recursos de aprendizagem aos perfis dos alunos); Compreensão escrita (técnicas de CE: a importância das palavras-chave, o resumo, o papel dos conectores; estratégias de metacognição adequadas aos contextos). Módulo 7 Criação e prática: projetos interdisciplinares (5 horas) Criação e prática de projetos interdisciplinares no ensino de ELE: intercompreensão entre o Espanhol e outras áreas disciplinares. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 19-09-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 3 | 19-09-2026 (Sábado) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 4 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Rita Maria Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Crianças e jovens iniciam o seu contacto com os media sociais cada vez mais cedo, sendo comum o uso de Internet e outros recursos digitais ainda antes do ingresso na Educação Pré-escolar, pelo que importa prepará-las para essa inter-relação com os media, de forma que possam beneficiar das oportunidades oferecidas por essas plataformas, minimizando os riscos associados ao uso. A formação de docentes assume, por isso, um carácter urgente, para capacitarem das crianças e respetivas famílias para o exercício de uma cidadania ativa na era digital. Esta ação insere-se nos objetivos de instituições internacionais, como a Unesco ou o Conselho da Europa, bem como na proposta de flexibilidade curricular do Ministério da Educação e de todos os documentos legais que lhe estão associados.
Objetivos
a) Analisar práticas digitais de crianças e jovens, tendo como foco a participação democrática; b) Organizar atividades práticas envolvendo professores, seus alunos, pais e outros elementos das comunidades escolar e educativa c) Preparar os professores para implementarem atividades e projetos de cidadania digital, participação democrática, segurança e bem-estar online. d) Planificação de práticas sensíveis a desenvolver com alunos, em contextos formais, não-formais e informais de aprendizagem.
Conteúdos
Conteúdos de carácter teórico (6 horas): 1. Apresentação e discussão de conceitos: cidadania digital, Educação para os Media/Literacia dos Media, estar online, bem-estar online e direitos online. 2. Análise dos modelos de cidadania digital da Comissão Europeia (literacia digital), Conselho da Europa (Cidadania Digital), OCDE (Bússola da Aprendizagem; competência digital) e Unesco (Educação para a Cidadania Global). 3. As fases de um trabalho de projeto na área de Cidadania Digital e envolvendo comunidades escolares e educativas. Conteúdos de carácter prático (19 horas): 1. Criação de instrumentos informais de recolha de dados junto de alunos, nomeadamente acerca das suas práticas quotidianas (que redes usam e durante quanto tempo, assuntos mais discutidos, tipo de participação ). 2. Exploração de diferentes redes de recursos de Cidadania Digital (ex: LEME, PICCLE, sítio Internet da RBE, sítio do Conselho da Europa, UNESCO ). 3. Organização de atividades teórico-práticas, a desenvolver com os seus alunos, em ambiente escolar (dentro ou fora da sala de aula), individualmente ou em grupo, cuja duração dependerá do tempo disponível. 4. Apresentação e discussão dos resultados dessas atividades teórico-práticas, em grande grupo.
Metodologias
- Ensino dirigido e semi-dirigido (apresentação e discussão dos conceitos, bem como de resultados de investigação e de experiências de professores, pelo que se enquadram numa lógica mais expositiva, menos prática); - Atividades dirigidas de leitura e de reflexão; - Discussão; - Aprendizagem cooperativa (o contacto entre grupos, o acompanhamento por parte do formador, bem como a preparação da apresentação e a apresentação do trabalho desenvolvido potencia a aprendizagem cooperativa).
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos dos formandos (50%), bem como o trabalho de aplicação de conteúdos (50%).
Bibliografia
Tomé, V. (2021). Fazer o Mundo Inteiro: atividades de STEAM e Literacia dos Media do Pré-escolar ao Secundário. Lisboa: Ministério da Educação. https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/fazer-o-mundo-inteiro.pdfRaulin-Serrier, P., Soriani, A., Styslavska, O. & Tomé, V. (2020). Digital Citizenship Education Trainers pack. Strasbourg: Council of Europe.Tomé, V., Falconi, A. e Mendes, S. (Orgs.) (2019). App Your School - Experiências e um Manual para Atividades Futuras. Bellaria Igea-Marina: Centro Zaffiria.Frau-Meigs, D., O'Neill, B., Soriani, A. & Tomé, V. (2017). Digital Citizenship Education: Overview and new perspectives. Strasbourg: Council of Europe.Unesco. (2011). Media and Information Literacy: curriculum for teachers. Paris: Unesco.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 15-09-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 6 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 7 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 8 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
Formador
Francisco José Ferreira Gomes Pinto de Sousa
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Ciências Naturais, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico e a comunicação; Partilhar práticas e aceder a recursos didáticos de referência, adequados a um contexto específico de aprendizagem, ensino e avaliação.
Conteúdos
Módulo (M) 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Rochas e Solo - materiais terrestres (10 horas) Recursos geológicos - potencialidades Rochas e minerais Distinção entre mineral e rocha e indicar exemplo de rochas de cada grupo Aplicação de rochas no quotidiano Solo Agentes biológicos e atmosféricos - importância na génese do solo Solo - conservação Sustentabilidade na agricultura e avanço científico e tecnológico Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M3 - Água e Ar (10 horas) Água e seres vivos Disponibilidade e circulação de água na Terra - Informação Gestão sustentável da água na sua utilização, exploração e proteção - importância Atmosfera terrestre - funções Propriedades do ar e seus constituintes Atividades humanas na qualidade do ar - impactos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M4 - Processos vitais comuns aos seres vivos Animais (10 horas) Alimentação Riscos e benefícios dos aditivos alimentares Ciência e da tecnologia na evolução dos produtos alimentares - importância Sustentabilidade do Organismo Respiração Distinção entre respirações externa e celular Ciência e da tecnologia na identificação das principais causas das doenças respiratórias mais comuns - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 - Processos vitais comuns aos seres vivos Plantas (10 horas) Fotossíntese e Respiração nas plantas Fotossíntese para a obtenção de alimento nas plantas - importância Influência de fatores que intervêm no processo fotossintético Importância das plantas na vida na Terra e medidas de conservação da floresta autóctone Relação entre os produtos da fotossíntese e a respiração celular Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. M6 - Agressões do meio e integridade do organismo (10 horas) Ciência e tecnologia na descoberta dos microrganismos - importância Medidas de higiene que contribuam para a prevenção de doenças infeciosas Vacinas e uso adequado de antibióticos e medicamentos de venda livre - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Metodologias
O curso é constituído por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Os dois módulos a selecionar, de entre os 5 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 7,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Martins, I. P., Tenreiro-Vieira, C., Vieira, R., Sá, P., Rodrigues, A. V., Teixeira, F., Couceiro, F., Veiga, M. L. & Neves, C. (2012). Avaliação do Impacte do Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências: Um estudo de âmbito nacional. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência, Direção Geral de Educação (333 pp.)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 26-09-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 27-09-2026 (Domingo) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 27-09-2026 (Domingo) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Ana Margarida Botelho da Silva
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Características dos alunos de 1.º 2.º CEB e metodologias (5horas) Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo Gestão da sala de aula:comunicação, rotinas e gestão de comportamento Módulo 3 Competência comunicativa: Oralidade (10 horas) Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar Interação e produção oral:estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar Módulo 4 Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10 horas) Compreensão escrita:técnicas práticas; atividades com distintos tipos de texto; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar Módulo 5 Mediação (5horas) no contexto das línguas nos documentos de referência: PA e AE na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 CLIL, Multi/Plurilinguismo (5horas) Terminologia e definições Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva Módulo 7 Competência intercultural (5horas) Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa Identificar e analisar picturebooks adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de aprendizagens essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Brewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Rosa Maria Parabém Ferreira
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina , em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas de ensino nos diferentes domínios de estudo do meio; Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias de ensino diferenciadas na área curricular de estudo do meio.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - História (5h) Factos e as datas relevantes da História de Portugal, destacando: a formação de Portugal, a época da expansão marítima, o período Filipino e a Restauração com recurso a fontes documentais. Construção de frisos cronológicos. Módulo 3 - História (5h) Implantação da República e o 25 de Abril com recurso a fontes documentais. Módulo 4 (5h) Seres Vivos: Identificar as características específicas dos animais e plantas; relacionar fatores do ambiente com as condições indispensáveis à vida dos seres vivos; a influência das modificações ambientais nos ecossistemas e na vida dos seres vivos. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 5 (5h) Corpo Humano: Conhecer os sistemas digestivo, respiratório, circulatório, excretor e reprodutivo; modificações biológicas e comportamentais na adolescência; hábitos quotidianos e estilos de vida saudáveis. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 6 - (5h) Reconhecer fenómenos naturais (sismos, vulcões, erosão ) como manifestações da dinâmica e da estrutura interna da Terra e como agentes modificadores da paisagem; Identificação de vários tipos de rochas e solos e diversos tipos de utilização. Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito das temáticas. Módulo 7- (5h) Evolução tecnológica; Propriedades dos materiais: comportamento da luz; eletricidade: eletricidade estática, bons e maus condutores da corrente elétrica, circuito elétrico simples; mecânica; impulsão; magnetismo. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo ministrado em 3.º lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Rede Nacional de Clubes de Ciência Viva. Disponível em https://clubes.cienciaviva.pt/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 15-09-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 8 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
Formador
José António Videira Saro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O contributo para um agrupamento dinâmico, em constante aprendizagem, passa muito pela articulação com a Biblioteca. A melhoria da qualidade de ensino e o consequente sucesso educativo dos alunos é o que se pretende quando se muda a função educativa da escola e a queremos transformar, nos dias que correm, mais diversificada e inclusiva, associando desta forma aos curricula novos e interativos saberes e competências. No contexto da presente formação é destacada a articulação entre a biblioteca e as diferentes áreas curriculares, como forma de desenvolver competências no âmbito da literacia da leitura e da informação, e especialmente no âmbito da literacia científica, numa ação pedagógica colaborativa e inovadora.
Objetivos
- Contribuir para um agrupamento diligente, em constante aprendizagem, melhorando a qualidade de ensino e o sucesso educativo dos alunos. - Identificar o potencial da biblioteca (acervo) no contexto da formação para a promoção da leitura enquanto elemento da sociedade de informação. - Promover o gosto pela leitura e pela cultura científica, possibilitando momentos de experimentação. - Debater as questões relativas à literatura científica vs ciência na literatura. - Conhecer projetos das bibliotecas que sejam exemplos de fusão entre a literatura e ciência, promovendo a articulação entre literacia científica e literacia da leitura. - Promover a colaboração entre entidades de ensino não-formal das ciências e entidades de ensino formal.
Conteúdos
Sessão 1 - A biblioteca escolar: formação e consolidação de leitores (2 horas - presencial). - O acervo documental. - A importância da seleção documental: a equipa da Biblioteca Escolar. Sessão 2 - A performance literária: motivação para ler e experimentar (2 horas-presencial). - Técnicas de leitura performativa. - Aplicações práticas: o que a performance acrescenta ao texto. - Relação entre literatura e temáticas científicas: interseções. Sessão 3 - Literatura versus Ciência (3 horas online) - A presença em linha da biblioteca escolar - O Aprender com a Biblioteca Escolar - Relação entre temáticas abordadas em obras literárias para a infância e para a juventude e conteúdos científicos. Sessão 4 - Literatura versus Ciência (4 horas online) - O serviço de referência - Ciência na literatura vs literatura científica: articulação disciplinar. - Planificação de experiências concretizadoras da relação entre literatura e ciência. - A articulação curricular e o trabalho colaborativo (sala de aula/BE) - A literacia da informação e o Aprender com a Biblioteca Escolar. Sessão 5 - Análise detalhada de projetos formativos entre literatura e ciência I - (4 horas- presencial). - Newton gostava de ler (Fábrica Centro de Ciência Viva/Rede de Bibliotecas Escolares). - Recursos educativos digitais (Casa das Ciências / RBE). - Histórias com ciência na Biblioteca Escolar (Universidade de Aveiro / RBE). Sessão 6 - Análise detalhada de projetos formativos entre literatura e ciência II - (3 horas- presencial). - Atividades experimentais concretizadoras da relação entre literatura e ciência. Sessão 7 - A biblioteca escolar e a divulgação da ciência I (3 horas - presencial) - Recursos das bibliotecas escolares na área das ciências. - Estratégias de cooperação com os docentes das áreas científicas. - Estratégias de disseminação das ações da biblioteca escolar com as ciências. Sessão 8 - A biblioteca escolar e a divulgação da ciência II (4 horas - presencial) - Experiências de aprendizagem: contextos, estratégias e metodologias. - Monitorização do processo e acompanhamento. - Apresentação dos trabalhos e avaliação de aprendizagens.
Metodologias
Este curso de formação terá a duração de 25 horas com oito sessões. Será organizado e desenvolvido no formato presencial e on-line assíncronas com apresentação teórico-prática em atividades práticas e fóruns de discussão. As sessões on-line assíncronas. O formador e/ou palestrante terá um papel de promotor e facilitador da reflexão sobre as questões atuais relativas às literacias das ciências e a sua articulação com os projetos das bibliotecas escolares, visando o seu desenvolvimento, alicerçado em critérios de eficácia e qualidade. Serão criadas oportunidades de trabalhos individuais e em grupo, privilegiando propostas integradoras de carácter prático, em ligação com os contextos de cada escola/ agrupamento e com as experiências dos formandos no contexto do seu trabalho. Sempre que se julgue conveniente poderão ser convidados especialistas para alargar horizontes relativamente aos conteúdos e aos projetos enunciados.
Avaliação
- Avaliação contínua. Participação ativa dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. - Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. - Relatórios individuais dos formandos. A avaliação expressa-se de acordo com a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 06 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua de professores.
Bibliografia
Carvalho, Graça S. (2009). Literacia científica: conceitos e dimensões. RepositoriUM. [Em linha] [Consult. 16-10-2023] Disponível http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9695/1/LIDEL_Literacia%20cientifica.pdfCasa das Ciências. (s.d.). [Em linha]. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. [Em linha] [Consult. 16-11-2023] Disponível http://www.casadasciencias.org/UNESCO (2012). Moscow Declaration on Media and Information Literacy [Em linha]. Moscovo:IFLA [Consult. 16-11-2020] Disponível em: http://www.ifla.org/publications/moscow-declaration-on-media-and-information-literacyGalvão, C. (2006). Ciência na Literatura e Literatura na Ciência. Revista Interacções, Volume 2 - 2006 - nº03. Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém. [Em linha] [Consult. 20-09-2021] Disponível http://repositorio.ipsantarem.pt/bitstream/10400.15/225/1/C3.pdfUNESCO. Education for sustainable development. United Nations Decade (2005-2014). [Em linha] [Consult. 16-11-2022] Disponível: http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001416/141629e.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 16-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 8 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 23:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Aida Margarida Teixeira Neves
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 400 e 600
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 400 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 400 e 600.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina História e da Cultura das Artes, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento do pensamento reflexivo sobre o objeto artístico; Refletir sobre a importância dos processos de análise e de estudo comparativo, de seleção e tratamento de objetos artísticos relevantes para a aprendizagem; Problematizar temas relacionados com expressões artísticas, considerando continuidades, inovações e ruturas; Desenvolver a reflexão crítica e a sensibilidade estética e artística, incluindo a dimensão intercultural das sociedades contemporâneas.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 A Cultura da Ágora (5 horas) Atenas no século V a. C: o espaço público A construção identitária da sociedade grega clássica: a importância dos mitos, dos sentimentos, das virtudes e da razão Aspetos técnicos, formais e estéticos dos diversos períodos da arte grega Módulo 3 A Cultura do Senado (5 horas) O Modelo urbano do Império Romano A cultura do ócio Características formais e estéticas da arte romana Módulo 4 A cultura do Mosteiro (5 horas) Os espaços do Cristianismo na Europa Ocidental A arquitetura monástica Unidade e diversidade do Românico O Românico em Portugal Aspetos temáticos e formais da arte românica A arte moçárabe Módulo 5 A Cultura da Catedral (5 horas) A cidade medieval A arquitetura e a escultura góticas A pintura flamenga: uma revolução pictórica O Gótico e o Manuelino em Portugal Módulo 6 A Cultura do Palácio (5 horas) Uma nova visão do mundo e do homem O desenvolvimento artístico italiano As cortes como centros de irradiação cultural e artística Principais características e temas da pintura e da escultura renascentista Os reflexos do Renascimento e do Maneirismo em Portugal Módulo 7 A Cultura do Palco (5 horas) A Corte de Versalhes: encenação e exercício de poder Os Palcos da Cultura Europeia O Barroco: manifestações e teatralidade O Real Edifício de Mafra Aculturação e miscigenação Módulo 8 A Cultura do Salão (5 horas) Os filósofos iluministas: influenciadores do pensamento e da ação O salão: contributo cultural e artístico Impacto da Revolução Francesa O urbanismo pombalino e o racionalismo iluminista O Neoclassicismo: o desejo de regresso à estética clássica Módulo 9 - A Cultura da Gare (5 horas) O mundo industrial e a reorganização do mundo A Gare: local simbólico e dinamizador do espaço urbano O Romantismo e a sedução do passado mitificado da Idade Média: expressões artísticas e culturais A recusa do Romantismo o Realismo e o Impressionismo; novas formas de apropriação do real Módulo 10 A Cultura do Espaço Virtual (5 horas) As transformações geopolíticas e culturais no mundo contemporâneo e o seu impacto na construção de novas identidades A globalização e as manifestações culturais e artísticas Vias de expressão da arte portuguesa contemporânea Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 11 módulos (2 obrigatórios e 9 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Jason, H. W. (2010). Nova História da Arte. Lisboa: Gulbenkian.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Tânia Sardinha
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da Educação Artística no 1.º CEB, orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo em consideração as aprendizagens a desenvolver nas diferentes áreas artísticas, as necessidades dos alunos e a consecução de um ensino de qualidade; Valorizar o papel da Educação Artística como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; Valorizar cada área artística na sua individualidade, na relação entre si e com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Narrativas visuais (Artes Visuais 5h) Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (através da transformação gráfica, construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Módulo 3 Comunicar através da dança (Dança 5 h) Consciência e domínio do corpo: corpo, movimento, tempo e dinâmica. As possibilidades de movimento e a sua expressividade. Módulo 4 Comunicação musical (Música 5 h) A voz (falada e cantada) e o corpo (corpo e movimento): seleção, audição e interpretação de canções/peças musicais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas, adaptadas a diferentes contextos. O movimento como forma de comunicação musical. Módulo 5 Expressão dramática como meio de comunicação (Exp. Dramática/Teatro 5h) O corpo como meio de expressão, comunicação e criação: Exploração e desenvolvimento das possibilidades motoras e expressivas do corpo (corpo, voz e movimento/gesto/objetos/ improvisação). Módulo 6 Exploração de materiais (Artes Visuais 5h) Exploração de diferentes materiais/objetos e de técnicas de expressão (pintura, desenho, entre outras), nas suas formas físicas ou digitais, para a reinvenção/criação de novas imagens. Módulo 7 Exploração do corpo e do espaço (Dança 5h) O corpo e o trajeto no espaço: direções de movimento no espaço; Corpo e relações: ocupação/evolução /progressão no espaço (próprio ou partilhável). Sequência de movimentos, performance/coreografia. Diferentes estilos, formas e géneros de dança (referências de exemplos na dança). Módulo 8 Exploração de materiais para produção musical (Música 5h) Utilização da voz, corpo e/ou objetos para exploração/criação sonoro-musical, com formas, estilos, géneros diferenciados: improvisação e interpretação. Módulo 9 Os materiais na exploração da expressão dramática (Exp. Dramática/ Teatro 5h) Jogo Dramático: Linguagem Verbal e Não-Verbal: improvisação (Improvisar palavras, sons, gestos e ações, a partir de diferentes estímulos: ambientes, temas ou ideias) e dramatização (Explorar e/ou criar histórias /analisar textos para a construção de personagens e suas interações, em situações distintas e com diferentes finalidades). Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 12-09-2026 (Sábado) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 12-09-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 16-09-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 20:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina da Educação Física (EF), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Analisar e refletir sobre a importância da coadjuvação enquanto processo colaborativo e de desenvolvimento de autonomia dos professores envolvidos; Promover estratégias de ensino cooperativo/colaborativo, com impacto na avaliação das aprendizagens; Operacionalizar e estruturar das AE de Ginástica ao longo do Ensino Básico, promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos.
Conteúdos
Módulo(M) 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M2 Perícias e Manipulações (Bloco 1) e Deslocamentos e Equilíbrios (Bloco 2) (5 h=2 h online+3 h presencias) Identificar as potencialidades, os desafios e as estratégias no âmbito do trabalho cooperativo entre professores; Análise, organização e planeamento curricular dos Blocos 1 e 2, numa perspetiva de sustentabilidade dos restantes Blocos; M3 Bloco 1 e 2, e as aprendizagens da Ginástica (Bloco 3) (5 h=2 h online+3 h presencias) Modelos de desenvolvimento curricular da EF baseada na realidade Escolar e respeitando as prioridades dos blocos a abordar em função do ano de escolaridade; Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 3, enquanto aprendizagens alicerçadas nos Blocos 1 e 2; M4 O Bloco 3 (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 3, em função das aprendizagens a desenvolver no 3.º e 4.º anos; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito do Bloco 3. M5 Subárea de Ginástica - Ginástica de Solo (GS) (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular da matéria GS Situações de aprendizagem para a composição e realização das destrezas de GS, em esquemas individuais e/ou grupo, aplicando critérios de correção técnica. Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito desta matéria. M6 - Subárea de Ginástica - Ginástica de Aparelhos (GA) (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular da matéria GA; Situações de aprendizagem para a composição e realização das destrezas de GA, aplicando critérios de correção técnica. Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito desta matéria. M7 - Subárea de Ginástica - Ginástica Rítmica (GR) (5 h=2 h online+3 h presencias) Análise, organização e planeamento curricular da matéria GR; Situações de aprendizagem para a composição e realização das destrezas de GR, em esquemas individuais e/ou grupo, aplicando critérios de correção técnica. Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no âmbito desta matéria. Módulo Final - (2,5h) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 7) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Portal da Educação Física http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
José Manuel da Costa Ferreira
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Português (2.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática. - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Associar as AE da disciplina de Português ao desenvolvimento das áreas de competências do PA; - Refletir sobre os contributos da disciplina de Português para o exercício de uma cidadania ativa.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Escrita e Leitura: da teoria do texto (texto e textualidade) às técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): clube de leitura; dramatizações; jornal escolar. (5 horas) Módulo 3 Leitura e Educação Literária: da teoria do texto (pragmática; retórica / argumentação) ao projeto de leitura (dinamização do processo; interdisciplinaridade): criação de antologias; tertúlia literária dialógica; plataformas digitais de suporte literário. (5 horas) Módulo 4 Escrita e Educação Literária: das técnicas de escrita (escrita para transmissão de conhecimento e para defesa de opinião fundamentada) à valorização de culturas, vivências e mundivisões na Literatura(s) para a infância: oficinas poéticas; ebook de texto criativo; oficina de escrita. (5 horas) Módulo 5 Escrita e Gramática: das técnicas de escrita (planificação, textualização e revisão) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (plano sintático, plano semântico e plano textual-discursivo, observando áreas críticas - regências verbos/preposições; coesão e coerência textual ): plano esquemático; técnicas de revisão linguística; recursos interativos digitais. (5 horas) Módulo 6 Leitura e Gramática: da semântica do texto (sentido global, inferências, tema, ideias principais, pontos de vista e estrutura) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (morfologia e classes de palavras, observando áreas críticas: pronominalização, processos de formação de palavras ): campeonato de gramática; recursos interativos digitais; workshop de ortografia. (5 horas) Módulo 7 Oralidade e Escrita: da comunicação e interação discursivas (ato de fala; processos interpretativos e inferenciais; géneros formais e públicos; intenção comunicativa: pertinência da informação) à escrita de textos de caráter narrativo e de textos de opinião: exposição, reconto, resumo, tomada de posição; guiões de apoio à oralidade; clube de debate. (5 horas) Módulo 8 Oralidade e Leitura: das técnicas performativas na oralidade (processos de escuta; produção discursiva planificada, espontânea e interativa; retórica da oralidade (postura corporal, expressão) à análise textual e procedimentos de registo e tratamento de informação: técnicas de anotação; webinars; workshop sobre performance. (5 horas) Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf .Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Costa, A. et al. (2010). Muitas ideias, um mar de palavras propostas para o ensino da escrita. Fundação Calouste Gulbenkian
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
Teresa Bela Pinto Paula
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Uma escola inclusiva procura responder às necessidades de todos os alunos que a frequentam, o que exige a criação de oportunidades para que estes se sintam acolhidos e participem ativamente nas atividades escolares. Se o acesso à escola é garantido a todos, por legislação própria, a realidade é que a efetiva participação ainda não foi alcançada. Nesse sentido, a inclusão impõe mudanças importantes no modo de perspetivar o papel e as funções da escola e na maneira de desenvolver práticas pedagógicas eficazes que garantam a efetiva participação de todos.
Objetivos
Dotar os formandos de conhecimentos inerentes ao normativo legal da educação inclusiva/ implementação do mesmo. Produzir documentação que contribua para o desenvolver de novas práticas educativas Fomentar momentos de reflexão sobre práticas inclusivas.
Conteúdos
1. Inclusão em meio escolar 2. Enquadramento legal da educação inclusiva 3. Pressupostos inerentes a uma educação inclusiva 4. Documentos inerentes à aplicação do normativo legal 5. Organização das escolas com vista à implementação do normativo legal
Metodologias
As sessões terão carater teórico/ prático, incluindo momentos de: exposição teórica; construção de material; análise/ discussão de casos.
Avaliação
A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões dinâmica e qualidade das intervenções. - Trabalho individual.
Bibliografia
Brown-Chidsey, R., & Steege, M. (2010). Response to intervention. Principles and strategies for effective pratice. N.Y.: The Guilford Press.Erchul, W. P. (2011). School Consultation and response to Intervention: A Tale of two literatures. Journal of Educational and psychological Consultation, 21, 191-208.https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfhttps://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/25826/3/Tese%20mestrado%20O%20Modelo%20de%20Resposta%20à%20Intervenção.pdfhttps://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/19107/2/Capitulo%20I%20até%20final%20_%20tese%20_.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 16-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 18-09-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
José Alberto Loureiro Costa
Guida Maria Martins
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 510
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Física e Química, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover o ensino prático e experimental com recurso a diferentes materiais.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Ondas e Eletromagnetismo: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais/laboratoriais com recurso a novas tecnologias em alternativa aos equipamentos existentes nos laboratórios. Módulo 3 - Eletricidade e Fenómenos Elétricos: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos eletricidade e magnetismo. Planificação de atividades experimentais de eletricidade e fenómenos elétricos. Modulo 4 - Energia, fenómenos térmicos e radiação: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos associados ao tema. Transição energética e a utilização sustentável de recursos. Planificação de atividades experimentais sobre fenómenos térmicos e radiação. Módulo 5 - Luz e Som: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais com materiais e equipamentos de baixo custo. Módulo 6 - Reações químicas: implicações na sustentabilidade (5 horas) Abordagens de reações químicas à microescala e com recurso a reagentes alternativos. Os novos materiais e os desafios da sociedade Atual. Novas tecnologias no ensino das ciências experimentais: IA / Programas de análise da estrutura molecular. Planificação de procedimentos experimentais que garantam a sustentabilidade social, económica e ambiental. Módulo 7 Clima, Alterações climáticas e Desenvolvimento Sustentável: interpretação com base na Física e na Química (5 horas) A importância da Física e da Química na análise das alterações climáticas. Propostas de articulação interdisciplinar. Planificação de atividades práticas e experimentais. Módulo 8 Manuseamento e descarte de reagentes de laboratório. (5 horas) Segurança e Gestão de Resíduos no Laboratório (antes, durante e após as aulas laboratoriais). Seleção de reagentes (questão económica e ambiental). Boas práticas na proteção do ambiente e na sustentabilidade do Planeta Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Os 4 módulos a selecionar de entre os 7 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 2,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfJacinto, Vitor (2017). Laboratório de eletricidade e magnetismo uma abordagem prática de alguns conceitos de eletricidade e de magnetismo na sala de aula. FCT Universidade Nova de Lisboa. https://run.unl.pt/bitstream/10362/29906/1/Jacinto_2017.pdfPinto, Vitor (2011). Actividades elementares sobre som e luz. Tese de mestrado da Universidade da Beira Interior https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/2496/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20-%20Actividades%20elementares%20sobre%20som%20e%20luz.pdf
Formador
Davys Enrique Espíndola Moreno
Destinatários
Professores dos Grupos 250, 610 e M01 a M30
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250, 610 e M01 a M30. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250, 610 e M01 a M30.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O acesso de crianças com necessidades de saúde especiais (NSE), nomeadamente com dificuldades motoras, às Escolas do Ensino Artístico Especializado da Música (EAEM), é muito restrito. Esta circunstância acontece por diversas razões, nomeadamente, a falta de professores com formação específica nas NSE e, simultaneamente, no EAEM. Face ao exposto, urge dar início a formações na área para que as referidas crianças possam também ter acesso a esta tipologia de ensino. A formação que agora se propõe insere-se no plano de atividades da Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Aveiro, que em parceria com a Universidade de Aveiro (Departamento de Educação e Psicologia), promovem investigação nesta área.
Objetivos
1. Encontrar soluções para que as crianças com limitações motoras decorrentes de Paralisia Cerebral que ingressem no EAE da música possam desenvolver as suas potencialidades e aptidões artísticas; 2. Dotar os Professores de Música do EAE de competências que lhes permitam identificar as potencialidades e fragilidades das crianças e adaptar estratégias para lecionar os conteúdos da área da música a todas as crianças; 3. Fomentar o trabalho de equipa potenciando o estabelecimento de redes, no sentido da resolução dos desafios que implica o ensino das crianças com limitações motoras; 4. Promover o conhecimento e a utilização dos Produtos de Apoio/Tecnologias e Softwares, com funcionalidades destinadas a apoiar o desenvolvimento do ensino da música junto destas crianças.
Conteúdos
Ensino da música e Musicoterapia, semelhanças e diferenças; Design Universal como diferenciação pedagógica para a aprendizagem; Ambientes de aprendizagem para todos; Potencialidades e possíveis fragilidades das crianças; Estratégias de potenciação da participação ativa das crianças; Promoção de oportunidades de sucesso; Estudos de caso; Análise e autoanálise de possíveis estratégias pedagógicas; Metodologias de ensino da música (Suzuki, Kodaly, Orff, Dalcroze, etc.); Incorporação e operacionalização de novas metodologias na prática do ensino da música; Seleção dos métodos e técnicas em função do desenvolvimento e das necessidades das crianças; Adaptações curriculares no EAE da Música em prol da Inclusão; Adequações possíveis no processo de avaliação. Avaliação diferenciada; Desenvolvimento das Competências Digitais dos professores; Utilização de Produtos de Apoio/Tecnologias e Softwares para o Ensino da Música; Diferentes formas de comunicação. Comunicação aumentativa e alternativa; Exploração, análise e avaliação de recursos didáticos digitais para crianças com NE, nomeadamente com limitações motoras; Construção de recursos educativos inovadores no EAE potenciando a participação de todas as crianças; Potenciação da construção de redes de apoio na comunidade educativa; Potenciação do desenvolvimento das Boas Práticas entre todos os formandos.
Metodologias
Presencial: Será adotado um modelo colaborativo, fomentando-se a troca de experiências e ideias, a confiança, a interação e o trabalho de equipa. A reflexão teórico-prática será uma constante, incluindo análise de recursos e atividades pedagógicas com suporte tecnológico. As sessões presenciais terão carácter prático, utilizando metodologias ativas com recurso à modelagem e práticas pedagógicas que contemplem estratégias com vista à inclusão, conforme preconizado no Decreto-Lei 54/2018, de 06 de julho. Trabalho Autónomo: As sessões de trabalho autónomo contemplam pequenas tarefas destinadas à preparação de atividades ligadas ao ensino da música em prol da inclusão, com acompanhamento do formador. A introdução dos conteúdos será feita mediante a criação de cenários de aprendizagem ativos, nos quais os formandos assumem também a responsabilidade pela sua própria aprendizagem, estabelecendo parcerias de aprendizagem entre os participantes e outros agentes da comunidade educativa. Será utilizada a dimensão digital como instrumento facilitador. O trabalho autónomo prevê, ainda, o contexto real em sala de aula, na qual os formandos aplicarão as metodologias trabalhadas no âmbito da formação.
Avaliação
.Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Serão realizadas pequenas atividades formativas ao longo das sessões e um trabalho final em pequeno grupo, sempre com aplicação prática dos conteúdos abordados. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 20% Trabalhos produzidos nas sessões 20% Reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada 20% Trabalho final a desenvolver em grupo que terá por base uma aplicação prática dos conteúdos abordados 40% Será realizada uma apresentação com partilha e reflexão sobre os trabalhos finais, realizados no âmbito da formação.
Bibliografia
Decreto Lei N.º 344/1990 do Ministério de Educação e Ciência (1990). Diário da República: 1.ª série N.º 253. https://dre.tretas.org/dre/21657/decreto-lei-344-90-de-2-de-novembro#summaryDecreto Lei N.º 54/2018 do Ministério de Educação e Ciência (2018). Diário da República: 1.ª série N.º 129. https://data.dre.pt/eli/dec-lei/54/2018/07/06/p/dre/pt/htmlDecreto Lei N.º 55/2018 do Ministério de Educação e Ciência (2018). Diário da República: 1.ª série N.º 129. Homepage https://dre.pt/home/-/dre/115652962/details/maximizedMoreno, D., Moreira, A., Tymoshchuk, O., & Marques, C. (2021). Finding solutions to promote the inclusion of children with Cerebral Palsy in Arts Education Programmes of Music: an integrative literature review using webQDA. Indagatio Didactica, 13(3), 537-558. https://doi.org/10.34624/id.v13i3.25599Moreno D., Maia A. (2022) Accessible Music for Everyone: Discovering Resources. In: Mesquita A., Abreu A., Carvalho J.V. (eds) Perspectives and Trends in Education and Technology. Smart Innovation, Systems and Technologies, vol 256. Springer, Singapore. https://doi.org/10.1007/978-981-16-5063-5_73
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Presencial |
| 4 | 10-10-2026 (Sábado) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 17-10-2026 (Sábado) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
Formador
Sérgio Óscar Marques Faria
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O sucesso académico, a inclusão e a cidadania são objetivos a cumprir com a operacionalização da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), e da Autonomia e Flexibilidade Curricular. A Educação para a Cidadania está integrada no currículo, nas atividades letivas e não letivas, nas práticas diárias da vida escolar e articulação com a comunidade, propondo-se, na ENEC que a implementação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento (CD), abordagem que integre toda a escola. Os domínios de Educação para a Cidadania, devem privilegiar o contributo de cada um para o desenvolvimento dos princípios, dos valores e das áreas de competências do PA. As Aprendizagens Essenciais constituem as orientações curriculares de base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem. Com o Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, e da ENEC, a EC adquire centralidade no currículo, na obrigatoriedade de elaboração e concretização de uma EECE em cada AE/ENA. A componente curricular de CD integrando as matrizes curriculares das ofertas educativas e formativas e, a indicação dos domínios de EC intercomunicantes e complementares, pretende-se que os alunos realizam aprendizagens através da participação plural e responsável, no quadro da democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos Direitos Humanos. Na oferta de formação aos docentes focada na operacionalização da componente de CD.
Objetivos
1. Refletir sobre o valor da cidadania nas sociedades democráticas e na defesa dos Direitos Humanos, como fundamental para maior coesão social e para a paz; 2. Promover uma abordagem integrada dos conteúdos de EC; 3. Reforçar a articulação entre as disposições dos referenciais curriculares de EC, que constituem referências curriculares, e os documentos e variáveis do contexto das escolas; 4. Incentivar o trabalho colegial de desenvolvimento curricular das equipas educativas; 5. Promover a utilização de metodologias ativas, centradas na aprendizagem vivencial da cidadania democrática e na abordagem integrada da EC e envolvimento ativo dos stakeholders; 6. Contribuir para a reflexão crítica sobre as partes e a componente do currículo de CD.
Conteúdos
1. A componente de Cidadania e Desenvolvimento: enquadramento curricular e articulação com as referências e referencias curriculares (7h) 2. Os conteúdos da Educação para a Cidadania fixados nos referenciais curriculares: níveis de articulação compreendendo o PA, as Aprendizagens Essenciais (AE), os perfis profissionais/referenciais de competência, quando aplicável, e os domínios de Educação para a Cidadania (7h) 3. Avaliação (7h) 4. Apresentação de trabalhos (4h)
Metodologias
As sessões terão uma abordagem teórico-prática, conjugando a exploração de conteúdos teóricos com a realização e experimentação de atividades e de momentos de reflexão e de debate sobre os mesmos. Utilizar-se-ão metodologias ativas de forma a promover a respetiva implementação pelos docentes nas suas práticas pedagógicas.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julhoDecreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julhoDecreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julhoDespacho n.º 6605-A/2021, de 6 de julhoPortaria n.º 194/2021, de 17 de setembro
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 08:30 - 13:30 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 15-09-2026 (Terça-feira) | 19:00 - 23:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 4 | 17-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 23:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 19:00 - 22:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 6 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 19:00 - 23:00 | 4:00 | Online síncrona |
Ref. 564T1 Em avaliação
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137304/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 24 de Abril de 2026
Fim: 6 de Julho de 2026
Regime: Presencial
Local: Sala sede da APEF Aveiro (em Aradas) e zona montanhosa do Atlas em Marrocos onde se fará a ascensão do Toubkal
Formador
Pedro Miguel Silva Santos Pinheiro
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Destinatários
Professores de Educação Física (GR 260 e 620)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Educação Física (GR 260 e 620). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Educação Física (GR 260 e 620).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O trekking como atividade desportiva de montanhismo, e as competências essenciais que este permite alcançar no âmbito da Educação Física e de outras disciplinas. As características desta atividade desportiva e a abrangência de conhecimentos e valores que transmite, permite desenvolver projetos de caracter multidisciplinar que se podem facilmente desenvolver ao longo de um ou mais anos, promovendo o trabalho em grupo e colaborativo. É uma atividade desportiva que facilmente se enquadra na flexibilidade curricular.
Objetivos
No final da ação os professores devem ser capazes de: - Conhecer a definição de trekking e reconhecer o montanhismo e o trekking em particular como uma atividade desportiva; - Conhecer as capacidades motoras que se desenvolvem durante a prática de trekking; - Organizar um trekking de vários dias em ambiente de montanha, utilizando um mapa topográfico; desportivo e a bússola, fazendo a leitura do terreno e uma previsão de horas/dia de atividade; - Organizar a logística da atividade (refeições, locais de pernoita, material necessário); - Organizar a mochila com o material necessário; - Conhecer as características dos equipamentos necessários à prática do montanhismo estival. - Reconhecer no montanhismo e particularmente no trekking uma forma de promover um estilo de vida saudável, de promover o contacto com a natureza e o respeito pelo meio ambiente; - Identificar conteúdos que durante a organização/realização da atividade podem ser desenvolvidos em articulação com outras disciplinas.
Conteúdos
Orientação, leitura e interpretação de mapa topográfico desportivo: Simbologia utilizada na carta, orientação da carta com base na leitura do terreno envolvente e com o auxílio da bússola, leitura e interpretação das curvas de nível; Identificação e interpretação de um percurso pedestre pré-marcado no mapa topográfico desportivo. Material de segurança pessoal necessário à realização de um trekking estival de nível introdutório: características e utilização da manta térmica. Equipamento necessário para a realização de um trekking estival: - características da mochila, arrumação da mochila, distribuição do peso e equilíbrio; - vantagens e desvantagens da utilização de bastões, a sua regulação em função das características do terreno e técnica de utilização; Vestuário necessário para a realização de um trekking estival: - regra das três camadas; - características das peças de vestuário utilizadas em montanhismo estival, (peso, velocidade de secagem, compressão ); - importância das botas, tipos de botas e as suas características. Fatores a ter em conta na escolha de umas botas, como calçar e apertar os cordões das botas; Regras de segurança a ter em conta durante um trekking; Regras de conduta a ter em montanha relativas à convivência com outros praticantes de montanhismo. Alimentação e hidratação; Importância da meteorologia no planeamento de uma atividade; Montanhismo e as questões ambientais, preservação do meio ambiente, da biodiversidade e uma forma ecológica e minimalista de viver; Diferentes áreas de conhecimento que podem ser exploradas na realização de uma atividade de montanhismo (trekking): geologia, biologia, astronomia, ergonomia
Metodologias
Estão previstas dezoito horas práticas e sete horas teóricas, sendo que durante as horas de prática serão abordados alguns conteúdos teóricos. Assim está prevista a realização de uma atividade de três dias em ambiente de montanha, com a realização de três percursos pedestres pré-definidos e marcados num mapa topográfico desportivo. Cada percurso pedestre tem a duração prevista de seis horas a partir de um campo base. No Inicio do primeiro dia será realizada uma sessão teórica de relativa aos procedimentos de segurança a ter durante as atividades previstas e que se deve ter durante a organização e realização de um trekking, com a duração aproximada de uma hora. Por razões de segurança, as restantes sessões teóricas serão dadas no final de cada dia no campo base. Três sessões com a duração prevista de duas horas cada uma.
Avaliação
Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 30% Realização de questionário individual e de reflexão sobre a formação vivenciada 70%
Bibliografia
Colorado, J. Montañismo y Trekking: Edições Desnível, 2019Nasarre, J. Senderismo. 100 hitos normativos: Edições Desnível, 2016Gilperes Fraile, L. Cómo Interpretar planos: Edições Risko
Observações
Preço de Inscrição: Sócios da APEF (com quotas regularizadas – 260€ Professores do CFIEMO - 275€ Outros participantes: 300 € A estes valores acresce o voo de ida e volta e o seguro
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 03-07-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 04-07-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 04-07-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 05-07-2026 (Domingo) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 05-07-2026 (Domingo) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 06-07-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
Formador
José Alberto Loureiro Costa
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 510
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Física e Química, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover o ensino prático e experimental com recurso a diferentes materiais.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Ondas e Eletromagnetismo: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais/laboratoriais com recurso a novas tecnologias em alternativa aos equipamentos existentes nos laboratórios. Módulo 3 - Eletricidade e Fenómenos Elétricos: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos eletricidade e magnetismo. Planificação de atividades experimentais de eletricidade e fenómenos elétricos. Modulo 4 - Energia, fenómenos térmicos e radiação: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos associados ao tema. Transição energética e a utilização sustentável de recursos. Planificação de atividades experimentais sobre fenómenos térmicos e radiação. Módulo 5 - Luz e Som: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais com materiais e equipamentos de baixo custo. Módulo 6 - Reações químicas: implicações na sustentabilidade (5 horas) Abordagens de reações químicas à microescala e com recurso a reagentes alternativos. Os novos materiais e os desafios da sociedade Atual. Novas tecnologias no ensino das ciências experimentais: IA / Programas de análise da estrutura molecular. Planificação de procedimentos experimentais que garantam a sustentabilidade social, económica e ambiental. Módulo 7 Clima, Alterações climáticas e Desenvolvimento Sustentável: interpretação com base na Física e na Química (5 horas) A importância da Física e da Química na análise das alterações climáticas. Propostas de articulação interdisciplinar. Planificação de atividades práticas e experimentais. Módulo 8 Manuseamento e descarte de reagentes de laboratório. (5 horas) Segurança e Gestão de Resíduos no Laboratório (antes, durante e após as aulas laboratoriais). Seleção de reagentes (questão económica e ambiental). Boas práticas na proteção do ambiente e na sustentabilidade do Planeta Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Os 4 módulos a selecionar de entre os 7 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 2,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfJacinto, Vitor (2017). Laboratório de eletricidade e magnetismo uma abordagem prática de alguns conceitos de eletricidade e de magnetismo na sala de aula. FCT Universidade Nova de Lisboa. https://run.unl.pt/bitstream/10362/29906/1/Jacinto_2017.pdfPinto, Vitor (2011). Actividades elementares sobre som e luz. Tese de mestrado da Universidade da Beira Interior https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/2496/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20-%20Actividades%20elementares%20sobre%20som%20e%20luz.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 08:30 - 13:00 | 4:30 | Presencial |
| 2 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 19:30 | 5:30 | Presencial |
| 3 | 15-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 16-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 28-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Fernando Delgado Pereira Santos
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da Transição digital na Educação. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Bibliografia
Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org)Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders and teachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdfBannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for school leaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdfCarravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital. file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdfEuropean Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework. https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 31-03-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 01-06-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
Ref. 308T1 Em avaliação
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125581/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 24 de Novembro de 2025
Fim: 23 de Fevereiro de 2026
Regime: Presencial
Local: Aveiro, Casa Municipal da Cidadania
Formador
Tiago José da Cunha Rodrigues
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
Um dos aspetos que caracterizam as sociedades atuais são as sucessivas vagas de mudança que colocam em causa as qualificações profissionais adquiridas em percursos escolares cada vez mais longos e requerem competências para aprender e reaprender. Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender." (Toffler) Esta ação de formação pretende promover a aquisição de novas competências pessoais, sociais e emocionais dos professores para a promoção, junto dos alunos, de atitudes positivas, considerando as competências do aluno à saída da escolaridade obrigatória, promotores de uma Sociedade da Aprendizagem Permanente.
Objetivos
- Sensibilizar os formandos para a importância de prepararem os alunos para os acelerados ritmos de mudança; - Familiarizar os formandos com metodologias práticas de ensino-aprendizagem (learning by doing); - Capacitar os professores para que possam promover junto dos alunos atividades promotoras de aprendizagens autónomas de competências pessoais e sociais, como a resolução de problemas, resiliência, criatividade, espírito de equipa, etc.; - Integrar novas competências pedagógicas na planificação de aulas e outras atividades de aprendizagem prática (projetos, trabalhos de grupo, visitas de estudo, etc); - Conceber e implementar um projeto-turma que vise o desenvolvimento e aplicação de competências empreendedoras nos alunos.
Conteúdos
SESSÕES DE TRABALHO PRESENCIAL (15 HORAS) Bloco1 Conceito de empreendedorismo e o seu papel no contexto atual; Apresentação do programa de empreendedorismo no Ensino Básico e Secundário Dinâmicas de grupo para a criação um ambiente de confiança e partilha entre os formandos e autoavaliação das suas características empreendedoras. Atividades anatomia do empreendedor - o perfil e características de um empreendedor. Sensibilização para a importância do empreendedorismo no século XXI. A compreensão do papel dos empreendedores na sociedade. Bloco 2 O entrosamento da temática de educação em empreendedorismo e o as orientações programáticas do Ensino Básico e Secundário. A ligação entre as áreas curriculares e o empreendedorismo, promotor de competências transversais e de conteúdos assentes numa base experimental, baseada em situações reais. Bloco 3 Aprofundar a compreensão dos professores sobre a relevância da temática do empreendedorismo, de modo a mobilizá-los para uma intervenção inovadora no ensino do empreendedorismo nas suas escolas. Introdução ao Modelo de ensino learning by doing. Aplicação do Modelo de Empreendedorismo da CGI na conceção de atividades de empreendedorismo. Realização de simulações com vista a treinar diferentes dinâmicas e estratégias comunicativas. Bloco 4 A relevância do desenvolvimento de competências empreendedoras para o desenvolvimento do aluno. Introdução de estratégias pedagógicas no desenvolvimento do projeto e promoção de competências base para o desenvolvimento do perfil empreendedor como: criatividade, iniciativa, trabalho em equipa, resolução de problemas, entre outros. Bloco 5 O empreendedorismo na prática preparação e acompanhamento dos professores para os momentos altos. Nesta etapa pretende-se ajudar os professores a dar forma aos conteúdos trabalhados. Serão abordados alguns conceitos como planeamento, estratégias de comunicação e divulgação. SESSÕES DE TRABALHO AUTÓNOMO (15 HORAS) O trabalho autónomo pretende que os professores tenham oportunidade de implementar as diferentes metodologias, estratégias e ferramentas apreendidas no decorrer da Oficina de Formação em trabalho presencial. Cada docente deve implementar um projeto-turma, ou seja, um projeto de educação em empreendedorismo que se interliga com os conteúdos programáticos das diferentes disciplinas. Será entregue um conjunto de atividades ao professor que o permitirão promover junto dos seus alunos as principais competências, pessoais e sociais, inerentes a um perfil empreendedor. Estas atividades têm simultaneamente como objetivo, levar a turma a desenvolver um projeto que dê a oportunidade aos alunos de demonstrarem as suas aprendizagens e ter uma experiência empreendedora diferente daquelas a que estão habituados. No desenvolvimento do projeto os professores poderão utilizar os materiais pedagógicos que lhe serão fornecidos e as sessões serão dinamizadas de acordo com o edital do ME- DGIDC para o empreendedorismo.
Avaliação
Avaliação quantitativa dos formandos, e expressa numa escala de 1 a 10 valores, tendo em conta critérios diferenciados para cada uma das componentes da formação, a saber: - Sessões Presenciais Conjuntas: pontualidade, participação nas atividades propostas, contributos para o debate e desenvolvimento da ação e partilha de práticas e materiais; - Trabalho Autónomo: qualidade dos planos de intervenção, em função do contexto e destinatários, materiais de apoio, atividades realizadas e respetiva avaliação. Os formandos serão sujeitos a uma avaliação contínua por observação e ainda a realização de um relatório final, onde constem as evidências do trabalho que desenvolveram e uma reflexão do mesmo.
Bibliografia
Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória ME/DGEEmpreendedorismo e Inovação, Soumodip Sarkar, Escolar Editora, Lisboa, 2007Aprendizagens essenciais Cidadania e Desenvolvimento ME/DGEBarros, M. (2001). Do empreendedorismo Por uma cultura da iniciativa. Almeida, L.; Caires, S.; Gonçalves, A. e Vasconcelos, R. (2001).Universidade para o mundo do trabalho. Braga: Universidade do MinhoGuião de Educação para o empreendedorismo ME/DGE
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-11-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-12-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 05-01-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 02-02-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Joana Fonseca Valente
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-09-2025 (Segunda-feira) | 15:00 - 16:00 | 1:00 | Online síncrona |
| 2 | 02-09-2025 (Terça-feira) | 15:00 - 16:00 | 1:00 | Presencial |
| 3 | 02-09-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-07-2025 (Quinta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-07-2025 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-07-2025 (Terça-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Manuel da Costa Ferreira
Destinatários
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Sendo o sistema de ensino português cada vez mais exigente, torna-se imperativo que os docentes estejam, cada vez mais, apetrechados com um ainda mais vasto leque de conhecimentos sobre a cultura e a literatura portuguesas. Assim, considera-se que estes aspetos assumem relavância no estudo literário do Ensino Secundário, motivo pelo qual se encara como pertinente alargar horizontes e ampliar conhecimentos nas áreas da identidade nacional, em estreita relação com um conjunto de obras e autores e estabelecer entre elas nexos intertetuais e intertemporais. Desta forma, torna-se fundamental conhecer/reconhecer o construto cultural, que é a nação, com uma forma superior de identificação, assente num vasto legado de memórias, no desejo de viver junto e perpetuar a herança que se recebeu. Tais argumentos confluem na mitificação de momentos históricos e na formação de um imaginário coletivo que engloba heroísmo, fé e um destino messiânico. A literatura não é alheia à identidade nacional, contribuindo para a sua formação, ao dar expressão aos mitos que conformam o imaginário da comunidade. Esta glorificação surge na Literatura Portuguesa já na Idade Média e prolonga-se até à atualidade, embora com enormes cambiantes. Seguindo o texto camoniano, parodiando ou ironizando, a literatura do século XX perpetua os mitos ou contribui para os contestar, confronta passado e presente de um povo conquistador e inspira-se na mitografia para reinventar a imagem da nação.
Objetivos
Compreender o sistema do campo de estudo e domínio de recursos e métodos de investigação que permitam descrições mais densas de fenómenos literários e culturais; Compreender e debater com pertinência o alcance e a dinâmica de paradigmas nos domínios científicos da história e teoria literárias, das literaturas de língua portuguesa e da didática; Consolidar conhecimentos sobre a identidade nacional e os seus mitos presentes na literatura pátria; Aplicar conhecimentos adquiridos no âmbito da renovação das práticas de ensino das literaturas de língua portuguesa em diversos graus de ensino; Contribuir, de modo ativo, para a afirmação de conhecimentos culturais de base humanística.
Conteúdos
Literatura e identidade nacional: as comunidades imaginadas e o nacionalismo; a questão da identidade; os mitos fundadores; Viagem na Literatura - gesta e antigesta: o tempo da expansão (Os Lusíadas, de Luís de Camões, Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto, Crónica da Tomada de Ceuta, de Gomes Eanes de Zurara, História Trágico-Marítima, Carta de Achamento do Brasil, de Pêro Vaz de Caminha); a dimensão mítica (Os Lusíadas, de Luís de Camões, Mensagem, de Fernando Pessoa); viajantes sem história (O Senhor Ventura, de Miguel Torga,Os Emigrantes, de Ferreira de Castro, Gente Feliz com Lágrimas, de João de Melo); miragens do Império (Navegações, de Sophia de Mello Breyner Andresen, O Canto e as Armas, de Manuel Alegre, Tocata para Dois Clarins, de Mário Cláudio, Uma Viagem à Índia, de Gonçalo M. Tavares); Evocação das Descobertas na literatura do final do século XX: fim do imperialismo e memória traumática; a Guerra Colonial - o traumatismo e os seus fantasmas (Os Cus de Judas, de António Lobo Antunes, A Costa dos Murmúrios, de Lídia Jorge, Jornada de África, Romance e Amor e Morte do Alferes Sebastião, de Manuel Alegre, O Esplendor de Portugal, de António Lobo Antunes, Lusitânia, de Almeida Faria); evocação paródica do mito e da viagem (As Naus, de António Lobo Antunes, O Conquistador, de Almeida Faria, ); viagem como utopia para o futuro (A Jangada de Pedra, de José Saramago).
Metodologias
Presencial Breve apresentação teórica relativa aos conteúdos por parte da formadora; Trabalho individual e/ou pequeno grupo relativo à aplicação dos conteúdos abordados em contexto de sala de aula; Discussão dos resultados da aplicação dos trabalhos. Autónomo Aplicação em contexto de sala de aula dos materiais elaborados nas sessões presenciais.
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Os formandos serão avaliados pela sua participação e empenho nas atividades a realizar e por um relatório que contenha uma reflexão individual sobre a elaboração e aplicação dos materiais em contexto de sala de aula.
Bibliografia
ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas, Lisboa: Edições 70, 2005; GIL, Ana Cristina Correia. A Identidade Nacional na Literatura Portuguesa: De Fernão Lopes ao Fim do Século XIX, Açores: Universidade dos Açores, 2005; CARVALHO, Cidália Viegas de. Memória e Mito dos Dsecobrimentos na Literatura do Século XX, Coimbra: FLUC, 2014; LOURENÇO, Eduardo. O Labirinto da Saudade – Psicanálise Mítica do Destino Português, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1992; REIS, Carlos. Dicionário de estudos narrativos, Coimbra: Almedina, 2018.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-04-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 30-04-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 08-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 14-05-2025 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 22-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 29-05-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 03-06-2025 (Terça-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 05-06-2025 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Sérgio Óscar Marques Faria
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Ao melhorar a gestão emocional, os educadores tornam-se mais capazes de criar um ambiente de aprendizagem seguro e acolhedor, favorecendo o bem-estar de todos os envolvidos. A formação em resolução de conflitos é igualmente crucial num contexto escolar. Conflitos são inevitáveis em qualquer espaço onde haja interação humana, mas é possível transformá-los em oportunidades de crescimento e aprendizagem. Uma comunicação que respeita a diversidade e as diferentes formas de expressão é essencial para garantir que todos se sintam ouvidos e valorizados.
Objetivos
Objetivos a atingir por parte dos formandos envolvidos no curso:− compreender as emoções e comportamentos, potenciando a gestão emocional para uma melhoria da qualidade de vida;− desenvolver estratégias e ferramentas para melhorar as relações interpessoais em contexto de trabalho, assim como gerir conflitos assertivamente;− promover uma comunicação assertiva e inclusiva no contexto escolar.
Conteúdos
GESTÃO EMOCIONAL:- ambientes de aprendizagem seguros e acolhedores;- reconhecer e compreender emoções;-autorregulação;- desenvolvimento de estratégias para lidar com o stress e a ansiedade. GESTÃO DE CONFLITOS:- técnicas de mediação, negociação e resolução pacífica- comunicação assertiva e respeitosa. - promoção de diálogo aberto e a empatia, COMUNICAÇÃO INCLUSIVA- respeito pela diversidade e as diferentes formas de expressão- práticas e estratégias para promover uma linguagem acessível, respeitosa e livre de preconceitos. As metodologias abordadas incluem dinâmicas de grupo, simulações e role-playing para a prática de situações reais e reflexões guiadas para fomentar a autorregulação emocional. Estas abordagens visam criar uma aprendizagem prática e experimental, promovendo a aplicação direta das competências adquiridas no contexto escolar.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-02-2025 (Quinta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 07-02-2025 (Sexta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 07-02-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 08-02-2025 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 08-02-2025 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Sérgio Óscar Marques Faria
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Ao melhorar a gestão emocional, os educadores tornam-se mais capazes de criar um ambiente de aprendizagem seguro e acolhedor, favorecendo o bem-estar de todos os envolvidos. A formação em resolução de conflitos é igualmente crucial num contexto escolar. Conflitos são inevitáveis em qualquer espaço onde haja interação humana, mas é possível transformá-los em oportunidades de crescimento e aprendizagem. Uma comunicação que respeita a diversidade e as diferentes formas de expressão é essencial para garantir que todos se sintam ouvidos e valorizados.
Objetivos
Objetivos a atingir por parte dos formandos envolvidos no curso:− compreender as emoções e comportamentos, potenciando a gestão emocional para uma melhoria da qualidade de vida;− desenvolver estratégias e ferramentas para melhorar as relações interpessoais em contexto de trabalho, assim como gerir conflitos assertivamente;− promover uma comunicação assertiva e inclusiva no contexto escolar.
Conteúdos
GESTÃO EMOCIONAL:- ambientes de aprendizagem seguros e acolhedores;- reconhecer e compreender emoções;-autorregulação;- desenvolvimento de estratégias para lidar com o stress e a ansiedade. GESTÃO DE CONFLITOS:- técnicas de mediação, negociação e resolução pacífica- comunicação assertiva e respeitosa. - promoção de diálogo aberto e a empatia, COMUNICAÇÃO INCLUSIVA- respeito pela diversidade e as diferentes formas de expressão- práticas e estratégias para promover uma linguagem acessível, respeitosa e livre de preconceitos. As metodologias abordadas incluem dinâmicas de grupo, simulações e role-playing para a prática de situações reais e reflexões guiadas para fomentar a autorregulação emocional. Estas abordagens visam criar uma aprendizagem prática e experimental, promovendo a aplicação direta das competências adquiridas no contexto escolar.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-03-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 03-03-2025 (Segunda-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 04-03-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 04-03-2025 (Terça-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 05-03-2025 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 05-03-2025 (Quarta-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha / Escola Profissional de Aveiro
Enquadramento
A tertúlia dedicada ao tema: "Inteligências múltiplas: ferramentas e contextos... Há limites? Tem de haver?" e contará com especialistas nas áreas da Inteligência Artificial e Cibersegurança/ Protecão de dados. A tertúlia, estruturada em dois painéis temáticos, abordará a utilização da Inteligência Artificial e a Cibersegurança e Proteção de dados, no processo ensino/aprendizagem. Utilização da Inteligência Artificial no processo ensino/aprendizagem: A inteligência artificial (AI) tem-se posicionado como ma ferramenta poderosa no campo da educação, transformando (a maioria das vezes de forma inconsciente) a maniera como o processo de ensino / aprendizagem é desenvolvido/conduzido. A implementação de tecnologias de AI oferece diversas oportunidades para personalizar e melhorar a experiência educacional, mas também acarreta novos desafios, considerações éticas e necessidades de normalização e regulamentação. Cibersegurança e Proteção de dados no processo de ensino/ aprendizagem A crescente digitalização do ensino/aprendizagem trouxe inúmeros benefícios para o processo, para os professores, para os alunos, mas também novos desafios, especialmente no que diz respeito à cibersegurança e à proteção de dados . Com a adoção de plataformas digitais e ferramentas online, garantir a segurança das comunicações e informações pessoais da escola, dos educadores e dos alunos tornou-se uma prioridade. A cibersegurança é, e cada vez mais será, essencial para proteger as redes e sistemas educacionais contra ameaças cibernéticas, como ataques de malware, phising e ransomware. A necessidade de serem implementadas medidas robustas de segurança, para proteger dados sensíveis garantir o bom funcionamento das atividades formativas é urgente. A escola e os sistema educativo assumem, também um papel fundamental na formação de cidadãos ciberinformados e ciberseguros. Esta tertulia surge da necessidade de olharmos para algumas questões relacionadas com a educação e formação, procurando articular diferentes contributos nacionais e internacionais.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-01-2025 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-01-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Pessoal não docente;
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha / Escola Profissional Aveiro
Enquadramento
A tertúlia dedicada ao tema: "Inteligências múltiplas: ferramentas e contextos... Há limites? Tem de haver?" e contará com especialistas nas áreas da Inteligência Artificial e Cibersegurança/ Protecão de dados. A tertúlia, estruturada em dois painéis temáticos, abordará a utilização da Inteligência Artificial e a Cibersegurança e Proteção de dados, no processo ensino/aprendizagem. Utilização da Inteligência Artificial no processo ensino/aprendizagem: A inteligência artificial (AI) tem-se posicionado como ma ferramenta poderosa no campo da educação, transformando (a maioria das vezes de forma inconsciente) a maniera como o processo de ensino / aprendizagem é desenvolvido/conduzido. A implementação de tecnologias de AI oferece diversas oportunidades para personalizar e melhorar a experiência educacional, mas também acarreta novos desafios, considerações éticas e necessidades de normalização e regulamentação. Cibersegurança e Proteção de dados no processo de ensino/ aprendizagem A crescente digitalização do ensino/aprendizagem trouxe inúmeros benefícios para o processo, para os professores, para os alunos, mas também novos desafios, especialmente no que diz respeito à cibersegurança e à proteção de dados . Com a adoção de plataformas digitais e ferramentas online, garantir a segurança das comunicações e informações pessoais da escola, dos educadores e dos alunos tornou-se uma prioridade. A cibersegurança é, e cada vez mais será, essencial para proteger as redes e sistemas educacionais contra ameaças cibernéticas, como ataques de malware, phising e ransomware. A necessidade de serem implementadas medidas robustas de segurança, para proteger dados sensíveis garantir o bom funcionamento das atividades formativas é urgente. A escola e os sistema educativo assumem, também um papel fundamental na formação de cidadãos ciberinformados e ciberseguros. Esta tertulia surge da necessidade de olharmos para algumas questões relacionadas com a educação e formação, procurando articular diferentes contributos nacionais e internacionais.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-01-2025 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-01-2025 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Raquel Queirós Pinto
Destinatários
Professores dos Grupos 100, 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Programa de Apoio à Promoção e Educação para a Saúde (PAPES) apresentado pela DGE (2014) assenta no conceito de Escola Promotora da Saúde (EPS) definido pela OMS como "um espaço em que todos os membros da comunidade escolar trabalham, em conjunto, para proporcionar aos alunos, professores e funcionários, experiências e estruturas integradas e positivas que promovam e protejam a saúde". A escola tem, pois, um papel determinante na promoção da literacia em saúde, contribuindo desde as idades mais precoces para a adoção de comportamentos saudáveis. No âmbito da promoção do desenvolvimento socioemocional e de saúde mental infantil é fundamental dotar os docentes de conhecimento e competências que permitam contribuir neste processo, nomeadamente na auto-regulação e resolução de problemas, facilitadoras e promotoras do bem-estar emocional infantil em meio escolar.
Objetivos
1. Contextualizar e compreender a importância da Promoção da Educação para a Saúde em contexto escolar; 2. Promover a transversalidade da educação para a saúde e do desenvolvimento socioemocional em contexto escolar; 3. Clarificar o conceito de desenvolvimento sócioemocional e saúde mental; 4. Adquirir metodologias promotoras do desenvolvimento sócioemocional; 5. Contribuir para a diminuição de comportamentos de risco e para o aumento dos fatores de proteção em relação ao desenvolvimento sócioemocional e saúde mental; 6. Capacitar os professores para a reflexão crítica sobre as práticas profissionais e organizacionais, na ótica da promoção do desenvolvimento sócioemocional das crianças; 7. Contribuir para a integração da educação sócioemocional nas práticas educativas; 8. Promover a transversalidade do desenvolvimento sócioemocional na comunidade educativa.
Conteúdos
1. Promoção e Educação para a Saúde e Desenvolvimento Socioemocional 1.1. Finalidade e onjetivos da Promoção e Educação para a Saúde em contexto escolar 1.2. Desenvolvimento socioemocional: conceitos básicos 1.3. Conceito de saúde mental e literacia em saúde mental 1.4. Fatores de risco e protetores 2. Educação socioemocional 2.1. Educação positiva 2.2. Liderança e comunicação 2.3. Desenho, planificação e dinamização de um programa de promoção para a saúde e desenvolvimento socioemocional: "Quanto mais cedo melhor
Metodologias
A metodologia utilizada é essencialmente ativa e de participação, com o objetivo de integrar os três níveis do saber: saber-saber; saber-fazer e saber-ser. Incluirá o recurso teórico/prático, reflexão e discussão em grupo, dinâmicas de grupo e role play para treino de estratégias, exploração de conteúdos e materiais.
Avaliação
Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: Avaliação contínua do desempenho dos formandos, tendo por base o trabalho realizado nas sessões presenciais (trabalhos de grupo; criação de materiais para leitura adequada ao nível de ensino em que os docentes exercem a sua atividade) e a participação oral. . Trabalho Individual de reflexão sobre o impacto da formação na atividade profissional do formando/a.
Bibliografia
CASEL. (2013). Effective Social and Emotional Learning Programs. Preschool and Elementary School Edition. Disponível em: http://casel.org/wp-content/uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdfDireção Geral da Educação & Direção Geral da Saúde. (2017). Referencial de Educação para a Saúde. Disponível em: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/referencial_educacao_saude_vf_junho2017.pdfGaspar de Matos, M., et al. (2022). Saúde mental e bem-estar. Observatório de saúde psicológica e bem-estar: monitorização e ação. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=1357&fileName=SaudePsi_final.pdfWeare, K. (2015). What works in promoting social and emotional well-being and responding to mental health problems in schools? London: Partnership for Well-being and Mental Health in Schools.Webster-Stratton, C. (2017). Como promover as competências emocionais e sociais das crianças. Braga: Psiquilíbrios Edições
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-01-2025 (Segunda-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 08-01-2025 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 10-01-2025 (Sexta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 13-01-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 15-01-2025 (Quarta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 20-01-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 22-01-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 27-01-2025 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 03-02-2025 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Hugo Alexandre Santos Simões
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A Escola Profissional de Aveiro vai realizar um ciclo de tertúlias informais sobre Educação Inclusiva. A primeira tertúlia será dedicada ao tema: "Contextos de aprendizagem exclusivos na escola de todos" e contará com especialistas na área da Educação Inclusiva. Como refere Moreira (2022). Citando Florian (2019) vivemos num mundo incerto onde as forças da globalização se deparam com escolas cada vez mais diversificadas e multiculturais em termos de etnia, idioma, religião e capacidades. À medida que as pessoas de diferentes identidades nacionais e grupos étnicos continuam a migrar pelo mundo e a diversidade se torna mais comum, é necessário afastar-se da lógica da exclusão em direção à aceitação da diferença como um aspeto comum do desenvolvimento humano. Sabemos todos que o caminho para a inclusão é um processo inacabado, em constante mudança e reconfiguração. Para promover mudanças profundas, os princípios de organização da escola do futuro devem centrar-se na inclusão e colaboração. Excelência, realização, qualidade, medição e progresso também são compromissos valiosos que podem ser realinhados de forma a incluir em vez de marginalizar. (UNESCO, 2022) Esta primeira tertúlia surge da necessidade de olharmos para algumas questões relacionadas com a inclusão, procurando articular diferentes contributos nacionais e internacionais.
Conteúdos
Saúde Mental nos adolescentes; Psicomotricidade; Educação Inclusiva-Modelos e Práticas; Bullying; Comportamentos aditivos nos jovens e adolescentes.
Observações
INSCRIÇÃO INCLUSIVO’24 – TEMA 1 - Escola Profissional de Aveiro https://epa.edu.pt/inscricao-inclusivo24-tema-1/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-12-2024 (Sexta-feira) | 10:00 - 17:00 | 7:00 | Presencial |
Destinatários
Professores de Música/Ensino Artístico M01-M32; 910, 520, 510, 300 e técnicos especializados
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Música/Ensino Artístico M01-M32; 910, 520, 510, 300 e técnicos especializados. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A comunicação entre pares constitui uma dimensão essencial para o bom funcionamento das instituições educativas e para a construção de ambientes escolares colaborativos, saudáveis e participativos. No contexto de uma escola artística, onde coexistem diferentes áreas disciplinares, sensibilidades, práticas pedagógicas e formas de expressão, o diálogo assume um papel particularmente relevante na articulação entre docentes, técnicos, alunos, famílias e demais agentes educativos. A qualidade da comunicação influencia diretamente o clima organizacional, a cooperação entre profissionais, a gestão de conflitos, a partilha de responsabilidades e a concretização dos objetivos pedagógicos e culturais da escola. Comunicar de forma clara, empática e construtiva é, por isso, uma competência fundamental para fortalecer relações profissionais, promover a escuta ativa e favorecer uma cultura institucional assente na confiança, no respeito e na corresponsabilização. Esta oficina prática pretende criar um espaço de reflexão e experimentação em torno da comunicação entre pares, valorizando o diálogo como ferramenta de construção coletiva e de desenvolvimento profissional. Através de dinâmicas práticas, exercícios de escuta, análise de situações do quotidiano escolar e momentos de partilha, os participantes serão convidados a reconhecer estilos de comunicação, identificar barreiras relacionais e explorar estratégias para melhorar a interação entre os diferentes agentes educativos. Pretende-se, assim, contribuir para uma cultura educativa mais participativa, colaborativa e humanizada, na qual a comunicação seja entendida não apenas como transmissão de informação, mas como prática relacional, cultural e ética ao serviço da comunidade escolar.
Conteúdos
Reconhecer a importância da comunicação entre pares no contexto educativo e artístico; Refletir sobre o papel do diálogo na construção de uma cultura escolar colaborativa, participativa e inclusiva; Identificar estilos de comunicação e o seu impacto nas relações profissionais e institucionais; Desenvolver competências de escuta ativa, empatia, assertividade e feedback construtivo; Analisar barreiras à comunicação eficaz no quotidiano escolar; Explorar estratégias práticas para prevenir e gerir conflitos entre agentes educativos; Promover a partilha de experiências e a reflexão conjunta sobre situações reais de comunicação em contexto escolar; Valorizar a comunicação como instrumento de cooperação, corresponsabilização e desenvolvimento profissional; Reforçar o papel dos diferentes agentes educativos na construção de ambientes relacionais saudáveis; Contribuir para uma cultura institucional assente no respeito, na confiança, na colaboração e no diálogo.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-07-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Destinatários
Professores de Música/Ensino Artístico M01-M32, 910, 520, 510, 300 e Técnicos Especializados
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Música/Ensino Artístico M01-M32, 910, 520, 510, 300 e Técnicos Especializados. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
As atividades artísticas desenvolvidas no contexto escolar assumem um papel fundamental na construção da identidade educativa, cultural e artística de uma instituição. No caso da EACMACG, estas atividades constituem momentos privilegiados de partilha, valorização do trabalho pedagógico, aproximação à comunidade e promoção da participação dos alunos em experiências significativas de aprendizagem artística. Nos últimos anos, o número e a diversidade de atividades realizadas no conservatório têm contribuído para a dinamização da vida escolar e para a projeção da escola junto da comunidade. Contudo, importa refletir de forma crítica sobre a sua pertinência, impacto, articulação com os objetivos pedagógicos e capacidade de envolver, de forma equilibrada, os diferentes intervenientes da comunidade educativa. Esta ação de formação pretende criar um espaço de análise, reflexão e debate sobre as atividades artísticas realizadas na EACMACG nos últimos três anos, procurando compreender a sua relevância, os recursos que mobilizam, o seu contributo para o desenvolvimento dos alunos e o grau de envolvimento da comunidade escolar. Pretende-se, igualmente, questionar se a quantidade de atividades desenvolvidas responde efetivamente às necessidades da escola ou se será mais adequado apostar em iniciativas mais integradoras, transversais e participadas. A reflexão conjunta permitirá aos formandos discutir prioridades, identificar boas práticas, reconhecer constrangimentos e perspetivar modelos de organização que valorizem atividades com maior impacto pedagógico, artístico e comunitário. Assim, pretende-se contribuir para uma escola mais participativa, inclusiva e orientada para a construção de experiências artísticas significativas para todos.
Conteúdos
Analisar o número e a tipologia de atividades artísticas desenvolvidas na EACMACG nos últimos três anos; Refletir sobre a pertinência pedagógica, artística e comunitária das atividades realizadas; Avaliar o impacto das atividades no percurso formativo dos alunos e na dinâmica da escola; Identificar o grau de envolvimento dos diferentes elementos da comunidade educativa nas atividades promovidas; Promover a discussão entre os formandos sobre a relação entre quantidade, qualidade e impacto das atividades; Questionar a necessidade de manter um elevado número de iniciativas ou de privilegiar atividades mais abrangentes e integradoras; Identificar constrangimentos organizacionais, pedagógicos e logísticos associados à realização das atividades; Valorizar atividades que promovam a participação alargada de alunos, docentes, não docentes, famílias e comunidade local; Definir possíveis critérios orientadores para a planificação futura das atividades artísticas da EACMACG; Contribuir para uma cultura escolar mais colaborativa, inclusiva e centrada numa ideia de escola para todos.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-07-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Esta ação apresenta uma relação direta, científica e pedagógica com o exercício profissional dos docentes, ao proporcionar conhecimento atualizado sobre os princípios da economia circular e da sustentabilidade, contextualizados na indústria da pasta e papel e na gestão sustentável da floresta. Ao articular saberes científicos com a observação de práticas reais (no RAIZ e na unidade industrial de Cacia), os docentes reforçam a sua literacia ambiental e capacidade de interpretar processos produtivos à luz dos desafios atuais. Pedagogicamente, esta formação potencia a integração destes conteúdos nas aprendizagens de Cidadania e Desenvolvimento e noutras áreas curriculares, promovendo metodologias ativas, interdisciplinares e orientadas para o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência ecológica dos alunos.
Conteúdos
Economia circular e sustentabilidade; processos industriais da pasta e papel e da gestão sustentável da floresta; bioprodutos.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Presencial |
Destinatários
Professores de Música/Ensino Artístico: M01-M32, 910, 520, 510, 300 & Técnicos Especializados
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Música/Ensino Artístico: M01-M32, 910, 520, 510, 300 & Técnicos Especializados. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A evolução da Inteligência Artificial tem vindo a transformar os contextos educativos, colocando novos desafios às escolas, aos docentes e aos processos de ensino - aprendizagem. No Ensino Artístico Especializado da Música, estas ferramentas podem apoiar a planificação, a criação de recursos pedagógicos, a diferenciação das aprendizagens, a avaliação formativa e a organização do trabalho docente. Contudo, a utilização da Inteligências Artificial em contexto escolar exige uma reflexão critica sobre as suas potencialidades, limitações e implicações éticas. Importa compreender de que forma estas tecnologias podem ser integradas de modo responsável, seguro e pedagogicamente significativo, sem substituir o papel do professor, a dimensão humana da relação pedagógica ou a criatividade artística dos alunos. Este módulo pretende proporcionar aos participantes um espaço de reflexão, experimentação e partilha sobre a utilização da Inteligência Artificial no Ensino Artístico Especializado, com especial enfoque nas práticas pedagógicas e organizacionais da EACMCGA. Ao longo da sessão, serão exploradas ferramentas, exemplos e estratégias que permitam aos docentes compreender o potencial da IA e identificar formas adequadas de a integrar no seu contexto profissional.
Conteúdos
Definir a possibilidade de aplicação da IA no contexto da EACMCGA; Oportunidades e desafios da IA no Ensino Especializado da Música; Ferramenta de IA para apoio à planificação, criação de recursos pedagógicos e organização de trabalho docente; Possibilidades de utilização da IA na diferenciação pedagógica, avaliação formativa e acompanhamento dos alunos; Questões éticas: autoria, privacidade, fiabilidade da informação, pensamento crítico e uso responsável; Experimentação orientada de ferramentas de IA aplicáveis ao contexto pedagógico; Reflexão conjunta sobre estratégias de integração da IA na EACMCGA.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Destinatários
Professores de Música/Ensino Artístico: M01-M32, 910, 520,510, 300 e técnicos especializados
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Música/Ensino Artístico: M01-M32, 910, 520,510, 300 e técnicos especializados. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A musicoterapia constitui uma área de intervenção que utiliza a música e os seus elementos, som, ritmo, melodia, harmonia e silêncio, como meios facilitadores da comunicação, da expressão emocional, da relação interpessoal e do desenvolvimento global da pessoa. Em contexto educativo e artístico, a compreensão dos princípios da musicoterapia pode contribuir para uma atuação pedagógica mais sensível, inclusiva e atenta às necessidades individuais dos alunos. No Ensino Artístico Especializado da Música, onde a experiência sonora, corporal e expressiva ocupa um lugar central, torna-se pertinente refletir sobre o potencial terapêutico e relacional da música. Embora a prática da musicoterapia deva ser conduzida por profissionais qualificados, o conhecimento dos seus fundamentos pode apoiar docentes e técnicos na criação de ambientes educativos mais seguros, empáticos e promotores do bem-estar. Esta oficina teórica e prática pretende proporcionar aos participantes uma introdução aos conceitos fundamentais da musicoterapia, distinguindo-a de outras práticas musicais de carácter pedagógico, artístico ou recreativo. Pretende-se, igualmente, promover a experimentação de dinâmicas simples de escuta, expressão, improvisação e interação musical, permitindo aos participantes compreender de forma vivencial como a música pode favorecer a comunicação, a autorregulação emocional, a cooperação e a inclusão. Ao longo das 4 horas, serão articulados momentos de enquadramento teórico, reflexão partilhada e prática experiencial, com vista a sensibilizar os participantes para o papel da música enquanto recurso relacional e expressivo em diferentes contextos educativos e comunitários.
Conteúdos
Compreender os princípios fundamentais da musicoterapia e o seu enquadramento enquanto área de intervenção; Distinguir musicoterapia de práticas de educação musical, animação musical ou intervenção artística; Reconhecer o potencial da música como meio de comunicação, expressão emocional, relação e inclusão; Identificar possíveis áreas de aplicação da musicoterapia em contextos educativos, artísticos, sociais e comunitários; Refletir sobre a importância da escuta, da empatia, da presença e da relação no trabalho com grupos e indivíduos; Experimentar dinâmicas práticas de escuta ativa, expressão sonora, improvisação e interação musical; Promover a consciência corporal, emocional e relacional através de experiências musicais orientadas; Sensibilizar os participantes para limites éticos e profissionais associados à utilização da música com finalidade terapêutica; Valorizar a música como recurso potenciador de bem-estar, comunicação, criatividade e participação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-07-2026 (Terça-feira) | 14:30 - 18:30 | 4:00 | Presencial |
Ref. 525T2 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135452/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 4 de Julho de 2026
Fim: 12 de Julho de 2026
Regime: Presencial
Local: Centro Cultural de Congressos de Aveiro/ Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro
Formador
Hugo Luís de Sousa Monteiro Simões
Destinatários
Professores dos Grupos M11 e M12
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos M11 e M12. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos M11 e M12.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A presente ação de formação surge da necessidade de promover o desenvolvimento profissional dos docentes do Ensino Artístico Especializado da Música, um setor que enfrenta escassez de oferta formativa específica. Atualmente, o Centro de Formação da Associação de Escolas de Aveiro e Albergaria-a-Velha disponibiliza poucas ações direcionadas a estes profissionais, deixando um vazio na formação contínua dos professores de música, em particular os da área da guitarra. A inserção desta formação em parceria com o Festival Internacional de Guitarra de Aveiro (FIGA) representa uma oportunidade única de aprendizagem, permitindo a observação direta de cursos de aperfeiçoamento ministrados por docentes de renome internacional, a participação em debates metodológicos e a experiência de performances de alto nível. Esta abordagem favorece uma reflexão crítica sobre diferentes práticas pedagógicas, incentivando a atualização e inovação no ensino da música. Além disso, o evento reforça a ligação entre ensino e prática artística, permitindo que os professores compreendam melhor os desafios enfrentados pelos alunos em contexto de concerto. A troca de experiências entre docentes de diversas instituições contribuirá para a construção de uma comunidade pedagógica mais forte e qualificada. Ao integrar-se no plano de atividades do FIGA, esta formação amplia o impacto do festival, tornando-o não apenas um espaço de fruição artística, mas também um polo de capacitação e desenvolvimento pedagógico, beneficiando diretamente a qualidade do ensino musical na região e a nível nacional.
Objetivos
Esta ação de formação tem como principal objetivo proporcionar aos docentes do Ensino Artístico Especializado da Música uma oportunidade de desenvolvimento profissional através da observação direta de cursos de aperfeiçoamento musical ministrados por professores do ensino superior. Pretende-se que os formandos adquiram um conhecimento aprofundado sobre diferentes abordagens pedagógicas utilizadas no ensino da música, analisando metodologias, estratégias didáticas e processos de ensino-aprendizagem aplicados no contexto do Festival Internacional de Guitarra de Aveiro. Além disso, a Formulário de AFC a Acreditar | CCPFC participação nas performances diárias permitirá aos docentes refletir sobre a relação entre a formação musical e a prática artística, promovendo a articulação entre pedagogia e performance. O debate final incentivará a troca de experiências e a construção de um pensamento crítico sobre os métodos de ensino observados. A elaboração do relatório individual consolidará a aprendizagem, permitindo aos formandos sistematizar e aplicar os conhecimentos adquiridos no seu contexto profissional.
Conteúdos
Esta ação de formação estrutura-se em torno da observação direta, análise crítica e participação ativa em atividades que integram o Festival Internacional de Guitarra de Aveiro (FIGA). O objetivo é proporcionar aos docentes do Ensino Artístico Especializado da Música um contacto privilegiado com diferentes abordagens pedagógicas e performativas, contribuindo para a sua atualização profissional. 1. Observação dos Cursos de Aperfeiçoamento Musical. Os formandos terão a oportunidade de assistir a cursos de aperfeiçoamento musical ministrados por professores do ensino superior, nacionais e internacionais, que participam no festival. Esta experiência permitirá uma análise aprofundada de metodologias de ensino, estratégias de comunicação com os alunos, organização das aulas e gestão do processo de aprendizagem. Os professores observarão aspetos como: Técnicas de ensino da interpretação musical; Métodos de trabalho técnico e expressivo com os alunos; Estratégias de motivação e correção de problemas técnicos e interpretativos; Relação entre ensino individual e coletivo no desenvolvimento musical dos alunos. A observação destes cursos será essencial para que os formandos identifiquem diferentes estilos pedagógicos e compreendam as dinâmicas de ensino adotadas em contextos de aperfeiçoamento musical. 2. Participação em Concertos e Performances. A programação do FIGA inclui concertos de solistas e grupos de renome, permitindo aos formandos uma imersão na vertente performativa da guitarra. Após cada dia de formação, recomenda-se a participação nestes eventos, promovendo a reflexão sobre a interpretação musical e a articulação entre ensino e performance. Os docentes analisarão: A coerência interpretativa e expressiva dos músicos; A aplicação de técnicas e estilos estudados nas aulas de aperfeiçoamento; O impacto do repertório na formação de um instrumentista; A influência das práticas pedagógicas na construção da identidade artística dos intérpretes. 3. Debates e Conferências no Encontro Nacional de Professores de Guitarra. Paralelamente ao festival, decorre o Encontro Nacional de Professores de Guitarra, um espaço dedicado à discussão e partilha de experiências entre docentes de diferentes instituições. Os formandos participarão em mesas-redondas, conferências e debates que abordarão temas essenciais para o ensino da guitarra e da música, como: Diversidade de abordagens metodológicas no ensino da guitarra; O papel da improvisação e criatividade no ensino instrumental; Estratégias de avaliação e feedback no ensino individual e coletivo; Desafios do ensino artístico especializado e inovação pedagógica. Estes momentos serão fundamentais para que os professores reflitam criticamente sobre a sua prática, identifiquem pontos de convergência e partilhem soluções para desafios comuns. 4. Reflexão Crítica e Elaboração do Relatório Final. A formação culminará na elaboração de um relatório individual, no qual cada formando deverá sintetizar a sua experiência, destacando aspetos pedagógicos observados nos cursos de aperfeiçoamento, nos debates e nos concertos assistidos.
Metodologias
A metodologia desta ação de formação baseia-se na observação direta, na participação ativa e na reflexão crítica. Os formandos assistirão aos cursos de aperfeiçoamento musical ministrados por professores de renome, analisando estratégias pedagógicas, técnicas de ensino e a relação entre docente e aluno. Esta observação será complementada pela participação em concertos e performances, promovendo a ligação entre o ensino e a prática artística. Além disso, os formandos integrarão debates e conferências no Encontro Nacional de Professores de Guitarra, onde serão discutidas metodologias e desafios do ensino da música. A troca de experiências entre docentes favorecerá a construção de um pensamento crítico sobre as abordagens pedagógicas observadas. Por fim, cada formando elaborará um relatório reflexivo, sintetizando os principais aspetos pedagógicos analisados e a sua aplicação no contexto profissional. Esta metodologia proporciona uma aprendizagem dinâmica e contextualizada, valorizando o desenvolvimento contínuo dos docentes.
Avaliação
A avaliação dos formandos terá em conta os critérios (e descritores) definidos pelo CFAECAAV, com um peso de 40% para o desempenho nas sessões e um peso de 60% para o trabalho individual escrito.
Bibliografia
DAVIDSON, J. W. (2017). The Music Practitioner: Research for the Music Performer, Teacher and Listener. Aldershot, AshgateHALLAM, S. (2006). Music Psychology in Education. London, University of London, Institute of EducationJØRGENSEN, H. (2004). Strategies for Individual Practice. Oslo, Norges MusikkhøgskoleSWANWICK, K. (1999). Teaching Music Musically. London, RoutledgeGALLAHUE, D. L., & OZMUN, J. C. (2006). Understanding Motor Development: Infants, Children, Adolescents, Adults. Boston, McGraw-Hill
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-07-2026 (Sábado) | 18:30 - 19:30 | 1:00 | Presencial |
| 2 | 04-07-2026 (Sábado) | 21:30 - 23:30 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 08-07-2026 (Quarta-feira) | 21:30 - 23:30 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 10-07-2026 (Sexta-feira) | 21:30 - 23:30 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 11-07-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 11-07-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 11-07-2026 (Sábado) | 21:30 - 23:30 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 12-07-2026 (Domingo) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 9 | 12-07-2026 (Domingo) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 12-07-2026 (Domingo) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Plano Individual de Transição (PIT) é um instrumento fundamental no percurso educativo de alunos com necessidades específicas, que assume particular relevância na preparação da transição da escola para a vida ativa, social e/ou profissional. A diversidade de contextos e a complexidade deste processo exigem uma atuação articulada entre os profissionais da educação e as famílias, tornando essencial o aprofundamento de conhecimentos sobre o enquadramento legal, os princípios orientadores e as práticas associadas à implementação do PIT. Esta ação visa contribuir para a melhoria das práticas educativas e para o reforço da articulação entre escola e família, enquanto parceiros essenciais no acompanhamento dos percursos de transição dos alunos.
Conteúdos
Enquadramento legal do Plano Individual de Transição Finalidades e princípios orientadores do PIT Construção e implementação de percursos de transição Articulação entre escola, família e comunidade Estratégias promotoras da autonomia e inclusão Reflexão sobre situações práticas
Anexo(s)
Observações
Formadoras: Prof. Valentina Cardoso e Prof. Elza Lobo
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Manuel Oliveira de Sousa
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Encontro Interdiocesano de Professores de EMRC (Educação Moral e Religiosa Católica) em Aveiro insere-se nas dinâmicas da Diocese de Aveiro e na Semana Nacional da disciplina, reunindo docentes de várias dioceses da região (Aveiro, Coimbra, Guarda, Leiria-Fátima, Vieu e Portalegre-Castelo Branco) para momentos de reflexão, formação e aprofundamento ético
Objetivos
Tornar visível a identidade e a missão da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) e dos seus professores.Propiciar o diálogo e a colaboração entre os vários intervenientes da EMRC a nível escolar, diocesano e nacional.Reconstruir a proximidade e combater o isolamento ou a polarização social através de valores humanos e cristãos.Valorizar o contributo da EMRC para a formação integral, a cidadania responsável e a cultura de paz dos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos centram-se em três grandes eixos: pedagógico, teológico/pastoral e cultural. Considerando as diretrizes curriculares os temas estruturantes incluem: 1. Inovação Pedagógica e Didática • Metodologias Ativas: Estratégias para tornar as aulas dinâmicas, focadas no desenvolvimento das competências e das Aprendizagens Essenciais da disciplina. • Tecnologia na Educação: O uso de ferramentas digitais e plataformas colaborativas no ensino da religião (como dinâmicas aplicadas à sala de aula e projetos de interculturalidade). 2. Formação Humana e Teológica • Humanização e Cidadania: Reflexões sob os lemas nacionais e diocesanos vigentes, com foco na promoção da dignidade humana, inclusão escolar e no combate ao isolamento social. • Pontes e Diálogo: Conteúdos orientados para a capacidade de escuta, gestão de conflitos na escola e a construção de uma cultura do encontro e da paz. • Ecologia Integral e Solidariedade: Abordagem prática dos valores sociais católicos e o cuidado com o bem comum e o meio ambiente. 3. Dinâmica Territorial e Cultural • Roteiros Culturais e Identidade: Visitas de estudo guiadas e exploração do património religioso e artístico local (como museus, igrejas e percursos fluviais da região de Aveiro) para posterior aplicação pedagógica com os alunos.
Metodologias
Conferência, debate e visita a locais de património relevante para ilustrar os conteúdos
Modelo
--
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 15:30 | 6:00 | Presencial |
Formador
Celeste Maria Condessa Ferreira Madail
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
A promoção da saúde mental na primeira infância é um investimento no futuro das nossas crianças. A formação dos professores na área da promoção e prevenção da saúde mental é uma prioridade na continuidade da intervenção realizada pela Câmara Municipal de Aveiro, no âmbito da Prevenção e promoção da saúde mental no 1º ciclo sendo fundamental para dotar os professores e educadores com as ferramentas necessárias para promover o bem-estar emocional e social das crianças nos primeiros anos de escolaridade/vida. A formação permite aos educadores/professores reconhecer sinais precoces de dificuldades emocionais, como ansiedade, depressão ou problemas de comportamento, que podem passar despercebidos sem a devida atenção e/ou encaminhamento necessários. Com a identificação precoce, é possível oferecer o apoio adequado e encaminhar as crianças para profissionais especializados, se necessário, evitando que problemas se agravem. Os educadores/professores aprendem estratégias para ajudar as crianças a lidar com suas emoções de forma saudável, desenvolvendo a sua autoconsciência e a sua autoregulação emocional.
Objetivos
Desenvolver, implementar e experimentar uma nova abordagem baseada na aprendizagem social e emocional para promover a saúde mental e o bem-estar em crianças a brincar; Formar e dotar os professores de ferramentas, materiais e conhecimentos na área da promoção e prevenção da saúde mental em alunos dos 1º ciclo e Educação Pré-Escolar (EPE) reconhecendo sinais de alerta e sinalizando quando necessário. Abordar o desenvolvimento de habilidades como empatia, cooperação, resolução de conflitos e pensamento crítico, que são essenciais para o sucesso pessoal e social das crianças, bem como para o sucesso educativo.
Conteúdos
Abordagem Introdutória ao tema da saúde mental em particular na infância; 1. Medos, Bullying e Ansiedade: Conceito e impacto emocional de medos, bullying e ansiedade.Diferença entre sentimentos normais e sinais de alerta.Importância de um ambiente seguro e acolhedor.2. Identificação de Sinais de Alerta e/ou Sintomas Sinais comportamentais, físicos e emocionais3. Desenvolver e Aplicar Estratégias de Intervenção Técnicas de comunicação empática.Atividades de grupo e individuais para apoio emocional.Mediação de conflitos e resolução de problemas.4. Intervenção / Mediação Planos de ação para casos de bullying ou ansiedade Intervenção preventiva em grupo.Técnicas de mediação e promoção de relações saudáveis.5. Estratégias de Relaxamento Técnicas de respiração e mindfulness.Exercícios de relaxamento Momentos de pausa e atenção plena em contexto escolar ou familiar.6. Ferramentas de Promoção da Saúde Mental Jogos e atividades lúdicas com foco emocional.Programas educativos de inteligência emocional.Recursos digitais ou materiais de apoio à saúde mental.7. Autocuidados - Incentivar hábitos saudáveis de sono, alimentação e atividade física.Práticas de autoconsciência e regulação emocional.Incentivar a procura de apoio sempre que necessário.8. Encaminhamento e Identificação de situações que requerem apoio especializado.Procedimentos para encaminhamento especializado. Coordenação e comunicação com família e escola.
Metodologias
Aprendizagem ativa - debates, discussões em grupo, simulações, estudos de caso e atividades práticas; reflexão sobre a temática a partir da abordagem introdutória; identificação das manifestações da problemática em análise na experiência quotidiana dos alunos; dinâmicas e atividades de aplicação das estratégias de resolução abordadas; proposta de atividades para consolidação das estratégias e aprendizagens.(Re)Criação de situações experienciadas.
Avaliação
A avaliação é formativa e contínua considerando a observação da participação nas dinâmicas; qualidade e pertinência das intervenções (reflexões) e atividades desenvolvidas, relevando-se a apresentação e discussão coletiva dos projetos elaborados pelos formandos. Serão também apreciados os pressupostos da classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio; a qualidade das interação, participação, pertinência dos contributos e sentido crítico; e a realização de um trabalho individual escrito sobre a formação realizada considerando o rigor, a adequação e originalidade a partir dos critérios (e descritores) definidos pelo CFAECAAV, com um peso de 40% para o desempenho nas sessões e um peso de 60% para o trabalho individual escrito.
Bibliografia
Codes, J.G. (1997). Las estratégias cognitivas en el aula. Programas de intervención psicopedagógica. Madrid: Escuela Española.Bento, A. (2007). Efeitos das transições de ciclo e mudanças de escola: Perspectivas dos alunos do 5º ano (2º ciclo). In J. Sousa e C. Fino (Org.), A escola sob suspeita (pp. 375-384). Porto: Edições Asa.Sinibaldi, B. (2013). Saúde mental infantil e atenção primária: relações possíveis. Revista Psicológica da UNESP, 12(2), 61-72.Caldas de Almeida, J .A .; Xavier, M . (Coord .) (2013) . Estudo Epidemiológico Nacional de Saúde Mental: 1º Relatório. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa .Haidt, Jonathan. Geração Ansiosa. 2024. Dom Quixote
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 11-06-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 18-06-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 25-06-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Manuel da Costa Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Os professores em geral (re)conhecem a exigência e a importância de se diversificar a oferta formativa e de se conciliar conhecimentos e práticas sobre a cultura e a literatura portuguesas. Ao expressar experiências, desafios e belezas da vida rural, a literatura popular preserva tradições, fortalece a conexão com a natureza, ao mesmo tempo que promove uma reflexão sobre assuntos e temáticas que estão presentes na atualidade, como o bem-estar físico e mental, a sustentabilidade, a multiculturalidade, a liberdade, entre outros. Nesta perspetiva, a presente Ação de Formação visa promover o conhecimento e a valorização do património literário, cultural e artístico local, em articulação com a prática pedagógica e o ensino do Português. Augusto Marques Branco (1920-2015), figura ímpar da cultura aveirense, destacou-se como dramaturgo, encenador, ator, poeta e divulgador cultural. Esta Ação propõe-se, assim, reconhecer e divulgar o legado deste autor, promovendo uma reflexão sobre o papel da literatura e do teatro na formação cultural e estética dos alunos e dos professores. Através de um percurso/roteiro literário e cultural por espaços onde o autor viveu, escreveu e encenou, os formandos terão oportunidade de contextualizar a sua obra no panorama cultural do século XX e de explorar estratégias de mediação pedagógica que favoreçam o contacto dos alunos com o teatro e com o património literário local. Esta proposta contribui para os objetivos do Plano Nacional das Artes e do Plano Nacional de Leitura, promovendo a integração da arte e da literatura na escola e o desenvolvimento de competências de leitura, interpretação e criação artística através de metodologias ativas e contextualizadas.
Objetivos
Divulgar a vida e a obra de Augusto Marques Branco, nomeadamente a sua produção dramatúrgica e cultural; Valorizar o teatro como forma de expressão literária, artística e pedagógica; Promover o contacto com o património cultural e artístico local; Estimular práticas de leitura, dramatização e mediação cultural no ensino do Português; Produzir materiais pedagógicos que incorporem textos e referências à obra do autor; Desenvolver uma consciência crítica e estética sobre o papel dos autores regionais na construção da identidade literária portuguesa.
Conteúdos
1. Contexto biográfico e cultural de Augusto Marques Branco: enquadramento histórico-literário, social e artístico da sua atividade. 2. Obra dramatúrgica e poética: leitura e análise de textos inéditos; temas, linguagem e estrutura dramática. 3. Teatro e identidade local: relação entre criação artística, comunidade e património. 4. Percurso literário e cultural em locais significativos da vida e obra do autor (zona sul de Aveiro). 5. Práticas didáticas e pedagógicas: estratégias de leitura expressiva e dramatização em contexto escolar; construção de materiais didáticos. 6. Síntese e partilha final: apresentação de projetos educativos e reflexão sobre a integração da literatura local no currículo.
Metodologias
Esta ação terá uma metodologia predominantemente prática, equilibrando alguns momentos teóricos com sessões de trabalho partilhado entre todos os participantes. Discriminamos as seguintes tarefas: - Exposição teórica e debate sobre conteúdos histórico-literários e culturais; - Leitura expressiva e exploração de textos dramáticos inéditos e poesias do autor; - Partilha de caminhos interpretativos e pontos de vista sobre as temáticas suscitadas a partir das leituras efetuadas; - Conceção de propostas didáticas; - Reflexão, análise e partilhas em grupo. - Produções escritas individual e/ou grupo, em função dos interesses dos formandos, seguidas da respetiva partilha em grande grupo. Nota: A Ação poderá envolver a colaboração de investigadores, familiares do autor e grupos de teatro locais, potenciando o cruzamento entre investigação, criação e pedagogia. Prevê-se a realização de um dossiê digital final, reunindo os materiais pedagógicos e as propostas desenvolvidas pelos formandos.
Avaliação
A avaliação incidirá sobre dois domínios: a) Participação, assiduidade e envolvimento nas sessões presenciais e nas atividades de campo (40%). b) Trabalho final individual ou em grupo (60%), consistindo na elaboração de um produto pedagógico - plano de aula, guião de leitura dramatizada, ou proposta de exploração didática da obra de Augusto Marques Branco. A classificação final será expressa na escala qualitativa: Excelente (910)Muito Bom (78)Bom (56)Regular (34)Insuficiente (12).
Bibliografia
https://terranova.pt/noticias/politica/nossa-senhora-de-fatima-homenageia-augusto-marques-brancoHomenagem a Mestre Augusto Branco (2016), Notícias de Nariz e Fátima; Officina Digital - Impressão e Artes Gráficas.BRANCO, Augusto Marques (1997); O filho bastardo. Mamodeiro (Aveiro).BRANCO, Augusto Marques (1996); A revolta dos traídos. Mamodeiro (Aveiro).BRANCO, Augusto Marques (1997); Livro de Poesia - Verdade e Ficção. Mamodeiro (Aveiro).
Anexo(s)
Observações
SEMANA CULTURAL 2026 ENQUADRAMENTO O RJFC estabelece um novo paradigma para o sistema de formação contínua, orientado para a melhoria da qualidade de desempenho dos professores, com vista a centrar o sistema de formação nas prioridades identificadas nas escolas e no desenvolvimento profissional dos docentes, de modo que a formação contínua possibilite a melhoria da qualidade do ensino e se articule com os objetivos de política educativa local e nacional. Nesta perspetiva, a análise das necessidades de formação, visando a identificação das prioridades de curto prazo, constitui-se como eixo central da conceção dos planos anuais ou plurianuais de formação, e tem por base os resultados da avaliação das escolas e as necessidades de desenvolvimento profissional dos seus docentes. Há que potenciar os recursos endógenos das entidades formadoras e das próprias escolas na produção de respostas formativas de qualidade tendo por base as prioridades formativas identificadas. Considerando os objetivos de política educativa local, a Comissão Pedagógica do CFAECAAV deliberou trabalhar a formação contínua tendo também consideração o trabalho de proximidade, em rede, que proporcione aprofundamento da história e patrimónios locais e que, funcionalmente, recrie metodologias laboratoriais ainda mais empíricas, com contacto direto com as realidades locais (autores, empresas, centros interpretativos, ecossistemas,…) e interações que consolidem conhecimento e relações. A Semana Cultural A partir dos resultados da experiência, dos últimos anos, denominada genericamente como “Bio Fun” surge, no Plano de Atividades, a Semana Cultural. Para além de concentrar num mesmo local, num fim-de-semana, ações de formação que convergem para um conjunto de metodologias de “tronco comum”, para atingir objetivos relacionais, trabalho em rede e exploração de patrimónios locais, há o compromisso de apresentar publicamente o produto da Semana Cultural. A intenção passa por inovar a oferta formativa, dando vida à formação e transformando a própria experiência quotidiana em aprendizagem contínua. Simultaneamente, procura se rentabilizar recursos e oportunidades disponíveis, garantindo uma utilização mais eficiente e estratégica. A partir de uma localização comum, neste caso, o Centro de Formação na Palhaça, pretende-se realizar um conjunto de ações de formação que partilharão de vários momentos conjuntos, fomentando o trabalho colaborativo e a interdisciplinaridade, promovendo contextos de formação contínua mais dinâmicos, integrados e de partilha. OBJETIVOS: Na generalidade, promover o desenvolvimento profissional contínuo dos docentes através de práticas colaborativas, reflexivas e inclusivas, valorizando o contexto local e a autonomia pedagógica. Específicos: Trabalho em rede • Fomentar a criação de comunidades de prática entre docentes, escolas e parceiros locais. • Incentivar a partilha de recursos, estratégias pedagógicas e experiências. • Desenvolver projetos interdisciplinares e interinstitucionais que reforcem a colaboração. ________________________________________ Reflexão partilhada • Promover momentos estruturados de reflexão conjunta sobre práticas pedagógicas. • Incentivar a observação entre pares e o feedback construtivo. • Desenvolver competências de autoavaliação e melhoria contínua. ________________________________________ Descentralização e valorização do património local • Integrar o património cultural, histórico e ambiental local nas práticas pedagógicas. • Estimular a ligação entre escola e comunidade. • Promover a autonomia das escolas na construção de currículos contextualizados. PARTILHA DE RESULTADOS A apresentar publicamente, garantindo as singularidades, no dia 25 de maio, na escola Sede do CFAECAAV DATA: 11 a 25 de maio (como referência base) LOCAL: Centro Escolar de Nossa Senhora de Fátima – Aveiro AÇÕES DE FORMAÇÃO Realizar-se-á um conjunto de ações que terão momentos partilhados nos dias 16, 17 e 25 de maio.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 20:30 - 23:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 17-05-2026 (Domingo) | 08:30 - 12:30 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A disciplina de Educação Física desempenha um papel central no desenvolvimento integral da criança e do jovem, promovendo a melhoria da qualidade de vida e bem-estar, o desenvolvimento motor diversificado, a ética e o espírito desportivo, a responsabilidade pessoal e coletiva, a cooperação e a consciência cívica para a preservação ambiental.Esta ação de formação tem como objetivo proporcionar aos professores experiências práticas e estratégias pedagógicas que incentivem os alunos à prática regular de atividades físicas diversificadas, incluindo atividades desportivas, expressivas e de exploração da natureza.Além de responder às finalidades dos programas de Educação Física, esta formação permitirá aos docentes desenvolver competências organizativas e didáticas, facilitando a aplicação de metodologias inovadoras e ativas, alinhadas com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Objetivos
Promover a integração de atividades físicas em ambiente natural no contexto escolar;Desenvolver competências pedagógicas para a organização de experiências diversificadas em Educação Física;Fomentar práticas que contribuam para a melhoria da aptidão física e da motivação dos alunos;Potenciar a utilização de metodologias ativas e estratégias de ensino colaborativo;Valorizar a consciência ambiental e a educação para a cidadania através da prática física; Reconhecer a importância que o trabalho cooperativo e interdisciplinar tem para se ultrapassar obstáculos que a natureza apresenta;Desenvolver técnicas de massagem a pares e auto-massagem; Aprofundar técnicas de concentração e relaxamento.
Conteúdos
Enquadramento pedagógico e curricular da Educação Física 4h Apresentação das atividades, as suas dimensões técnicas, organizativas e ecológicas. Chamar a atenção para a importância de atividades físicas em ambiente natural e para o respeito pela natureza e para a necessidade que estas atividades têm para o desenvolvimento global do aluno indo de encontro ao perfil de saída da escolaridade obrigatória. Fundamentos da prática física e exploração da natureza4h, Demonstrar como utilizar as tecnologias digitais no suporte ao planeamento e conceção de atividades físicas de exploração da natureza; Atividades físicas desportivas em contexto natural 6h Programa de suporte à realização de atividades de exploração da natureza com mais de um dia (elaboração da lista de material necessário; arrumação de material na mochila; montar uma tenda; acender uma fogueira, conhecer a composição dos primeiros socorros,...). Atividades expressivas e de exploração da natureza 6h, Danças ao ar livre: Realização de sequências de passos básicos de diferentes danças. Seleciona os passos do repertório desenvolvido e constrói uma coreografia respeitando o espaço, a estrutura rítmica, os sons próprios e as técnicas específicas.Desportos/Areia. Organização e planeamento pedagógico 3h, Realização de torneios de voleibol/futebol realizados ao ar livre e em piso de areia. A instabilidade e a baixa reatividade da areia fofa aumentam o trabalho muscular, absorção de impacto e noção do espaço que o corpo ocupa, ao mesmo tempo exige uma boa coordenação de movimentos, relação espaço-temporal e inteligência tática. Arborismo: Realização de um circuito de arborismo que desenvolve o equilíbrio, coordenação e coragem com a transposição de obstáculos entre plataformas fixadas nas árvores. Pilates: Combate os problemas de postura do dia a dia, promove ganhos de força muscular (abdominal) e flexibilidade. Promove, após algumas aulas, uma movimentação mais fluida do aluno. Ao ar livre, esta modalidade potência ainda mais o bem estar;Yoga, desenvolver o bem estar, mental, físico, emocional e espiritual; Avaliação e partilha de práticas 2h.
Metodologias
A ação será realizada em regime presencial e terá uma duração total de 25 horas. Serão utilizadas metodologias ativas de ensino, privilegiando a prática, a experimentação, a análise de casos e o trabalho colaborativo entre pares. As sessões práticas decorrerão preferencialmente em espaços naturais, permitindo aos participantes vivenciar atividades desportivas, expressivas e de exploração da natureza. Serão incluídos momentos de debate orientado, reflexão crítica e partilha de experiências. Cada formando elaborará propostas pedagógicas aplicáveis ao seu contexto escolar, garantindo a integração dos conhecimentos adquiridos na prática letiva.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Pires, F. (2019). Atividades Físicas na Natureza: Conceção e Prática. Lisboa: FCA Editora.Martins, J. & Silva, A. (2020). Metodologias Ativas no Ensino da Educação Física. Coimbra: Almedina.Cunha, António Camilo (2025). Atividade Física e Desportiva na Natureza - Retornar à Metáfora Primeira. In: C.P. Martins & L.A. Costa
Anexo(s)
Observações
SEMANA CULTURAL 2026 ENQUADRAMENTO O RJFC estabelece um novo paradigma para o sistema de formação contínua, orientado para a melhoria da qualidade de desempenho dos professores, com vista a centrar o sistema de formação nas prioridades identificadas nas escolas e no desenvolvimento profissional dos docentes, de modo que a formação contínua possibilite a melhoria da qualidade do ensino e se articule com os objetivos de política educativa local e nacional. Nesta perspetiva, a análise das necessidades de formação, visando a identificação das prioridades de curto prazo, constitui-se como eixo central da conceção dos planos anuais ou plurianuais de formação, e tem por base os resultados da avaliação das escolas e as necessidades de desenvolvimento profissional dos seus docentes. Há que potenciar os recursos endógenos das entidades formadoras e das próprias escolas na produção de respostas formativas de qualidade tendo por base as prioridades formativas identificadas. Considerando os objetivos de política educativa local, a Comissão Pedagógica do CFAECAAV deliberou trabalhar a formação contínua tendo também consideração o trabalho de proximidade, em rede, que proporcione aprofundamento da história e patrimónios locais e que, funcionalmente, recrie metodologias laboratoriais ainda mais empíricas, com contacto direto com as realidades locais (autores, empresas, centros interpretativos, ecossistemas,…) e interações que consolidem conhecimento e relações. A Semana Cultural A partir dos resultados da experiência, dos últimos anos, denominada genericamente como “Bio Fun” surge, no Plano de Atividades, a Semana Cultural. Para além de concentrar num mesmo local, num fim-de-semana, ações de formação que convergem para um conjunto de metodologias de “tronco comum”, para atingir objetivos relacionais, trabalho em rede e exploração de patrimónios locais, há o compromisso de apresentar publicamente o produto da Semana Cultural. A intenção passa por inovar a oferta formativa, dando vida à formação e transformando a própria experiência quotidiana em aprendizagem contínua. Simultaneamente, procura se rentabilizar recursos e oportunidades disponíveis, garantindo uma utilização mais eficiente e estratégica. A partir de uma localização comum, neste caso, o Centro de Formação na Palhaça, pretende-se realizar um conjunto de ações de formação que partilharão de vários momentos conjuntos, fomentando o trabalho colaborativo e a interdisciplinaridade, promovendo contextos de formação contínua mais dinâmicos, integrados e de partilha. OBJETIVOS: Na generalidade, promover o desenvolvimento profissional contínuo dos docentes através de práticas colaborativas, reflexivas e inclusivas, valorizando o contexto local e a autonomia pedagógica. Específicos: Trabalho em rede • Fomentar a criação de comunidades de prática entre docentes, escolas e parceiros locais. • Incentivar a partilha de recursos, estratégias pedagógicas e experiências. • Desenvolver projetos interdisciplinares e interinstitucionais que reforcem a colaboração. ________________________________________ Reflexão partilhada • Promover momentos estruturados de reflexão conjunta sobre práticas pedagógicas. • Incentivar a observação entre pares e o feedback construtivo. • Desenvolver competências de autoavaliação e melhoria contínua. ________________________________________ Descentralização e valorização do património local • Integrar o património cultural, histórico e ambiental local nas práticas pedagógicas. • Estimular a ligação entre escola e comunidade. • Promover a autonomia das escolas na construção de currículos contextualizados. PARTILHA DE RESULTADOS A apresentar publicamente, garantindo as singularidades, no dia 25 de maio, na escola Sede do CFAECAAV DATA: 11 a 25 de maio (como referência base) LOCAL: Centro Escolar de Nossa Senhora de Fátima – Aveiro AÇÕES DE FORMAÇÃO Realizar-se-á um conjunto de ações que terão momentos partilhados nos dias 16, 17 e 25 de maio.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 2 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:30 - 21:30 | 7:00 | Presencial |
| 4 | 17-05-2026 (Domingo) | 08:30 - 12:30 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
José António Videira Saro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O contributo para um agrupamento dinâmico, em constante aprendizagem, passa muito pela articulação com a Biblioteca. A melhoria da qualidade de ensino e o consequente sucesso educativo dos alunos é o que se pretende quando se muda a função educativa da escola e a queremos transformar, nos dias que correm, mais diversificada e inclusiva, associando desta forma aos curricula novos e interativos saberes e competências. No contexto da presente formação é destacada a articulação entre a biblioteca e as diferentes áreas curriculares, como forma de desenvolver competências no âmbito da literacia da leitura e da informação, e especialmente no âmbito da literacia científica, numa ação pedagógica colaborativa e inovadora.
Objetivos
- Contribuir para um agrupamento diligente, em constante aprendizagem, melhorando a qualidade de ensino e o sucesso educativo dos alunos. - Identificar o potencial da biblioteca (acervo) no contexto da formação para a promoção da leitura enquanto elemento da sociedade de informação. - Promover o gosto pela leitura e pela cultura científica, possibilitando momentos de experimentação. - Debater as questões relativas à literatura científica vs ciência na literatura. - Conhecer projetos das bibliotecas que sejam exemplos de fusão entre a literatura e ciência, promovendo a articulação entre literacia científica e literacia da leitura. - Promover a colaboração entre entidades de ensino não-formal das ciências e entidades de ensino formal.
Conteúdos
Sessão 1 - A biblioteca escolar: formação e consolidação de leitores (2 horas - presencial). - O acervo documental. - A importância da seleção documental: a equipa da Biblioteca Escolar. Sessão 2 - A performance literária: motivação para ler e experimentar (2 horas-presencial). - Técnicas de leitura performativa. - Aplicações práticas: o que a performance acrescenta ao texto. - Relação entre literatura e temáticas científicas: interseções. Sessão 3 - Literatura versus Ciência (3 horas online) - A presença em linha da biblioteca escolar - O Aprender com a Biblioteca Escolar - Relação entre temáticas abordadas em obras literárias para a infância e para a juventude e conteúdos científicos. Sessão 4 - Literatura versus Ciência (4 horas online) - O serviço de referência - Ciência na literatura vs literatura científica: articulação disciplinar. - Planificação de experiências concretizadoras da relação entre literatura e ciência. - A articulação curricular e o trabalho colaborativo (sala de aula/BE) - A literacia da informação e o Aprender com a Biblioteca Escolar. Sessão 5 - Análise detalhada de projetos formativos entre literatura e ciência I - (4 horas- presencial). - Newton gostava de ler (Fábrica Centro de Ciência Viva/Rede de Bibliotecas Escolares). - Recursos educativos digitais (Casa das Ciências / RBE). - Histórias com ciência na Biblioteca Escolar (Universidade de Aveiro / RBE). Sessão 6 - Análise detalhada de projetos formativos entre literatura e ciência II - (3 horas- presencial). - Atividades experimentais concretizadoras da relação entre literatura e ciência. Sessão 7 - A biblioteca escolar e a divulgação da ciência I (3 horas - presencial) - Recursos das bibliotecas escolares na área das ciências. - Estratégias de cooperação com os docentes das áreas científicas. - Estratégias de disseminação das ações da biblioteca escolar com as ciências. Sessão 8 - A biblioteca escolar e a divulgação da ciência II (4 horas - presencial) - Experiências de aprendizagem: contextos, estratégias e metodologias. - Monitorização do processo e acompanhamento. - Apresentação dos trabalhos e avaliação de aprendizagens.
Metodologias
Este curso de formação terá a duração de 25 horas com oito sessões. Será organizado e desenvolvido no formato presencial e on-line assíncronas com apresentação teórico-prática em atividades práticas e fóruns de discussão. As sessões on-line assíncronas. O formador e/ou palestrante terá um papel de promotor e facilitador da reflexão sobre as questões atuais relativas às literacias das ciências e a sua articulação com os projetos das bibliotecas escolares, visando o seu desenvolvimento, alicerçado em critérios de eficácia e qualidade. Serão criadas oportunidades de trabalhos individuais e em grupo, privilegiando propostas integradoras de carácter prático, em ligação com os contextos de cada escola/ agrupamento e com as experiências dos formandos no contexto do seu trabalho. Sempre que se julgue conveniente poderão ser convidados especialistas para alargar horizontes relativamente aos conteúdos e aos projetos enunciados.
Avaliação
- Avaliação contínua. Participação ativa dos formandos nas atividades a desenvolver ao longo das sessões. - Avaliação dos trabalhos produzidos pelos formandos individualmente ou em grupo. - Relatórios individuais dos formandos. A avaliação expressa-se de acordo com a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 06 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua de professores.
Bibliografia
Carvalho, Graça S. (2009). Literacia científica: conceitos e dimensões. RepositoriUM. [Em linha] [Consult. 16-10-2023] Disponível http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9695/1/LIDEL_Literacia%20cientifica.pdfCasa das Ciências. (s.d.). [Em linha]. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. [Em linha] [Consult. 16-11-2023] Disponível http://www.casadasciencias.org/UNESCO (2012). Moscow Declaration on Media and Information Literacy [Em linha]. Moscovo:IFLA [Consult. 16-11-2020] Disponível em: http://www.ifla.org/publications/moscow-declaration-on-media-and-information-literacyGalvão, C. (2006). Ciência na Literatura e Literatura na Ciência. Revista Interacções, Volume 2 - 2006 - nº03. Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém. [Em linha] [Consult. 20-09-2021] Disponível http://repositorio.ipsantarem.pt/bitstream/10400.15/225/1/C3.pdfUNESCO. Education for sustainable development. United Nations Decade (2005-2014). [Em linha] [Consult. 16-11-2022] Disponível: http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001416/141629e.pdf
Anexo(s)
Observações
ENQUADRAMENTO O RJFC estabelece um novo paradigma para o sistema de formação contínua, orientado para a melhoria da qualidade de desempenho dos professores, com vista a centrar o sistema de formação nas prioridades identificadas nas escolas e no desenvolvimento profissional dos docentes, de modo que a formação contínua possibilite a melhoria da qualidade do ensino e se articule com os objetivos de política educativa local e nacional. Nesta perspetiva, a análise das necessidades de formação, visando a identificação das prioridades de curto prazo, constitui-se como eixo central da conceção dos planos anuais ou plurianuais de formação, e tem por base os resultados da avaliação das escolas e as necessidades de desenvolvimento profissional dos seus docentes. Há que potenciar os recursos endógenos das entidades formadoras e das próprias escolas na produção de respostas formativas de qualidade tendo por base as prioridades formativas identificadas. Considerando os objetivos de política educativa local, a Comissão Pedagógica do CFAECAAV deliberou trabalhar a formação contínua tendo também consideração o trabalho de proximidade, em rede, que proporcione aprofundamento da história e patrimónios locais e que, funcionalmente, recrie metodologias laboratoriais ainda mais empíricas, com contacto direto com as realidades locais (autores, empresas, centros interpretativos, ecossistemas,…) e interações que consolidem conhecimento e relações. A Semana Cultural A partir dos resultados da experiência, dos últimos anos, denominada genericamente como “Bio Fun” surge, no Plano de Atividades, a Semana Cultural. Para além de concentrar num mesmo local, num fim-de-semana, ações de formação que convergem para um conjunto de metodologias de “tronco comum”, para atingir objetivos relacionais, trabalho em rede e exploração de patrimónios locais, há o compromisso de apresentar publicamente o produto da Semana Cultural. A intenção passa por inovar a oferta formativa, dando vida à formação e transformando a própria experiência quotidiana em aprendizagem contínua. Simultaneamente, procura se rentabilizar recursos e oportunidades disponíveis, garantindo uma utilização mais eficiente e estratégica. A partir de uma localização comum, neste caso, o Centro de Formação na Palhaça, pretende-se realizar um conjunto de ações de formação que partilharão de vários momentos conjuntos, fomentando o trabalho colaborativo e a interdisciplinaridade, promovendo contextos de formação contínua mais dinâmicos, integrados e de partilha. OBJETIVOS: Na generalidade, promover o desenvolvimento profissional contínuo dos docentes através de práticas colaborativas, reflexivas e inclusivas, valorizando o contexto local e a autonomia pedagógica. Específicos: Trabalho em rede • Fomentar a criação de comunidades de prática entre docentes, escolas e parceiros locais. • Incentivar a partilha de recursos, estratégias pedagógicas e experiências. • Desenvolver projetos interdisciplinares e interinstitucionais que reforcem a colaboração. ________________________________________ Reflexão partilhada • Promover momentos estruturados de reflexão conjunta sobre práticas pedagógicas. • Incentivar a observação entre pares e o feedback construtivo. • Desenvolver competências de autoavaliação e melhoria contínua. ________________________________________ Descentralização e valorização do património local • Integrar o património cultural, histórico e ambiental local nas práticas pedagógicas. • Estimular a ligação entre escola e comunidade. • Promover a autonomia das escolas na construção de currículos contextualizados. PARTILHA DE RESULTADOS A apresentar publicamente, garantindo as singularidades, no dia 25 de maio, na escola Sede do CFAECAAV DATA: 11 a 25 de maio (como referência base) LOCAL: Centro Escolar de Nossa Senhora de Fátima – Aveiro AÇÕES DE FORMAÇÃO Realizar-se-á um conjunto de ações que terão momentos partilhados nos dias 16, 17 e 25 de maio.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 4 | 15-05-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 16-05-2026 (Sábado) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
| 7 | 17-05-2026 (Domingo) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 9 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 19:00 | 1:00 | Online assíncrona |
Formador
Sérgio Óscar Marques Faria
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O sucesso académico, a inclusão e a cidadania são objetivos a cumprir com a operacionalização da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), e da Autonomia e Flexibilidade Curricular. A Educação para a Cidadania está integrada no currículo, nas atividades letivas e não letivas, nas práticas diárias da vida escolar e articulação com a comunidade, propondo-se, na ENEC que a implementação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento (CD), abordagem que integre toda a escola. Os domínios de Educação para a Cidadania, devem privilegiar o contributo de cada um para o desenvolvimento dos princípios, dos valores e das áreas de competências do PA. As Aprendizagens Essenciais constituem as orientações curriculares de base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem. Com o Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, e da ENEC, a EC adquire centralidade no currículo, na obrigatoriedade de elaboração e concretização de uma EECE em cada AE/ENA. A componente curricular de CD integrando as matrizes curriculares das ofertas educativas e formativas e, a indicação dos domínios de EC intercomunicantes e complementares, pretende-se que os alunos realizam aprendizagens através da participação plural e responsável, no quadro da democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos Direitos Humanos. Na oferta de formação aos docentes focada na operacionalização da componente de CD.
Objetivos
1. Refletir sobre o valor da cidadania nas sociedades democráticas e na defesa dos Direitos Humanos, como fundamental para maior coesão social e para a paz; 2. Promover uma abordagem integrada dos conteúdos de EC; 3. Reforçar a articulação entre as disposições dos referenciais curriculares de EC, que constituem referências curriculares, e os documentos e variáveis do contexto das escolas; 4. Incentivar o trabalho colegial de desenvolvimento curricular das equipas educativas; 5. Promover a utilização de metodologias ativas, centradas na aprendizagem vivencial da cidadania democrática e na abordagem integrada da EC e envolvimento ativo dos stakeholders; 6. Contribuir para a reflexão crítica sobre as partes e a componente do currículo de CD.
Conteúdos
1. A componente de Cidadania e Desenvolvimento: enquadramento curricular e articulação com as referências e referencias curriculares (7h) 2. Os conteúdos da Educação para a Cidadania fixados nos referenciais curriculares: níveis de articulação compreendendo o PA, as Aprendizagens Essenciais (AE), os perfis profissionais/referenciais de competência, quando aplicável, e os domínios de Educação para a Cidadania (7h) 3. Avaliação (7h) 4. Apresentação de trabalhos (4h)
Metodologias
As sessões terão uma abordagem teórico-prática, conjugando a exploração de conteúdos teóricos com a realização e experimentação de atividades e de momentos de reflexão e de debate sobre os mesmos. Utilizar-se-ão metodologias ativas de forma a promover a respetiva implementação pelos docentes nas suas práticas pedagógicas.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julhoDecreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julhoDecreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julhoDespacho n.º 6605-A/2021, de 6 de julhoPortaria n.º 194/2021, de 17 de setembro
Anexo(s)
Observações
SEMANA CULTURAL 2026 ENQUADRAMENTO O RJFC estabelece um novo paradigma para o sistema de formação contínua, orientado para a melhoria da qualidade de desempenho dos professores, com vista a centrar o sistema de formação nas prioridades identificadas nas escolas e no desenvolvimento profissional dos docentes, de modo que a formação contínua possibilite a melhoria da qualidade do ensino e se articule com os objetivos de política educativa local e nacional. Nesta perspetiva, a análise das necessidades de formação, visando a identificação das prioridades de curto prazo, constitui-se como eixo central da conceção dos planos anuais ou plurianuais de formação, e tem por base os resultados da avaliação das escolas e as necessidades de desenvolvimento profissional dos seus docentes. Há que potenciar os recursos endógenos das entidades formadoras e das próprias escolas na produção de respostas formativas de qualidade tendo por base as prioridades formativas identificadas. Considerando os objetivos de política educativa local, a Comissão Pedagógica do CFAECAAV deliberou trabalhar a formação contínua tendo também consideração o trabalho de proximidade, em rede, que proporcione aprofundamento da história e patrimónios locais e que, funcionalmente, recrie metodologias laboratoriais ainda mais empíricas, com contacto direto com as realidades locais (autores, empresas, centros interpretativos, ecossistemas,…) e interações que consolidem conhecimento e relações. A Semana Cultural A partir dos resultados da experiência, dos últimos anos, denominada genericamente como “Bio Fun” surge, no Plano de Atividades, a Semana Cultural. Para além de concentrar num mesmo local, num fim-de-semana, ações de formação que convergem para um conjunto de metodologias de “tronco comum”, para atingir objetivos relacionais, trabalho em rede e exploração de patrimónios locais, há o compromisso de apresentar publicamente o produto da Semana Cultural. A intenção passa por inovar a oferta formativa, dando vida à formação e transformando a própria experiência quotidiana em aprendizagem contínua. Simultaneamente, procura se rentabilizar recursos e oportunidades disponíveis, garantindo uma utilização mais eficiente e estratégica. A partir de uma localização comum, neste caso, o Centro de Formação na Palhaça, pretende-se realizar um conjunto de ações de formação que partilharão de vários momentos conjuntos, fomentando o trabalho colaborativo e a interdisciplinaridade, promovendo contextos de formação contínua mais dinâmicos, integrados e de partilha. OBJETIVOS: Na generalidade, promover o desenvolvimento profissional contínuo dos docentes através de práticas colaborativas, reflexivas e inclusivas, valorizando o contexto local e a autonomia pedagógica. Específicos: Trabalho em rede • Fomentar a criação de comunidades de prática entre docentes, escolas e parceiros locais. • Incentivar a partilha de recursos, estratégias pedagógicas e experiências. • Desenvolver projetos interdisciplinares e interinstitucionais que reforcem a colaboração. ________________________________________ Reflexão partilhada • Promover momentos estruturados de reflexão conjunta sobre práticas pedagógicas. • Incentivar a observação entre pares e o feedback construtivo. • Desenvolver competências de autoavaliação e melhoria contínua. ________________________________________ Descentralização e valorização do património local • Integrar o património cultural, histórico e ambiental local nas práticas pedagógicas. • Estimular a ligação entre escola e comunidade. • Promover a autonomia das escolas na construção de currículos contextualizados. PARTILHA DE RESULTADOS A apresentar publicamente, garantindo as singularidades, no dia 25 de maio, na escola Sede do CFAECAAV DATA: 11 a 25 de maio (como referência base) LOCAL: Centro Escolar de Nossa Senhora de Fátima – Aveiro AÇÕES DE FORMAÇÃO Realizar-se-á um conjunto de ações que terão momentos partilhados nos dias 16, 17 e 25 de maio.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 6 | 16-05-2026 (Sábado) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 17-05-2026 (Domingo) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Tânia Sardinha
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A Academia do Plano Nacional das Artes apresenta esta ação no domínio da Artes Visuais para educadores de infância e docentes do 1.º CEB. A sensibilidade estética e artística é uma competência legítima, reconhecida e fundamental na organização curricular e no desenvolvimento pessoal; próxima das artes e do processo criativo, incentiva a escola a dinâmicas transdisciplinares promovendo a transformação. Por conseguinte, pretende-se a valorização da Educação Artística nas escolas, apresentando, renovando e dinamizando práticas pedagógicas adaptadas às exigências atuais. Para este propósito, este curso apresenta um conjunto de referentes, de conteúdos, de recursos pedagógicos e de processos criativos, através de atividades específicas da área das Artes Visuais, tendo em conta uma perspetiva transdisciplinar com as diferentes áreas do conhecimento. Com o objetivo de aumentar as competências profissionais e pessoais dos educadores de Infância e docentes do 1.º CEB, observando os princípios orientadores e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, pretende-se fornecer ferramentas que o professor possa explorar em contexto de sala de aula, proporcionando aos seus alunos um entendimento conceptual das Artes Visuais nas suas diversas vertentes e possibilidades interdisciplinares.
Objetivos
Observar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Matriz Curricular em Educação Artística, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e as Aprendizagens Essenciais para as Artes Visuais; Promover metodologias de ensino inovadoras recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade gráfica e expressiva; Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito e nas relações com os outros, relacionando as Artes Visuais com as outras áreas do saber; Desenvolver um conjunto de recursos pedagógicos, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação gráfica, privilegiando a expressividade e a criatividade.
Conteúdos
Contextualização (1h) Missão e estratégias do Plano Nacional das Artes; Educação Pré-Escolar e 1.º ciclo do Ensino Básico. Documentos de referência: Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; Educação Artística no 1.º Ciclo do Ensino Básico Matriz Curricular/Artes Visuais. Conteúdos específicos das Artes Visuais (4h) Elementos: ponto, linha, forma, volume, espaço, ritmo, textura, cor, valor. Domínios: forma (figura e fundo, forma e informe, limite, contorno, plano e superfície. Estruturas implícitas e estruturas explícitas. Formas modulares); cor (natureza física da cor, natureza química da cor. Cor e pigmentos. Misturas de cor. Mistura aditiva e mistura subtrativa. Efeitos de cor); espaço e volume (organização da profundidade. Organização da tridimensionalidade); movimento e tempo (organização dinâmica e organização temporal). Transformação gráfica e invenção: ampliação, sobreposição, rotação, nivelamento/simplificação/acentuação, repetição, distorção; articulação, palavra/imagem, ensaios de impressão; invenção (construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Recursos educativos (20h) Paisagens (4h) 1. O acaso como estímulo à invenção. 2. Conteúdos: forma; espaço e volume; movimento e tempo; transformação gráfica e invenção. 3. Percursos de contemplação e aprendizagem (exemplos de referência nas Artes Visuais). 4. Discursos comparativos: trajetórias de abordagem transdisciplinar. 5. Atividade: projeções nos espaços. Contorno (4 horas) 1. O mito narrado por Plínio. 2. Conteúdos: forma; espaço e volume; movimento e tempo. Transformação gráfica e invenção. 3. Percursos de contemplação e aprendizagem (exemplos de referência nas Artes Visuais). 4. Discursos comparativos: trajetórias de abordagem transdisciplinar Atividade: projeção; retrato e objetos. Cor (4h) 1. Do azul ultramarino da capela de D. João V ao de Jean-Baptiste Guimet. 2. Conteúdos: cor. Transformação gráfica e invenção. 3. Percursos de contemplação e aprendizagem (exemplos de referência nas Artes Visuais). 4. Discursos comparativos: trajetórias de abordagem transdisciplinar. 5. Atividade: caixa da cor, seleção, organização e re-utilização (upcicling). Assemblage. Instalação. Impressão (4h) 1. Contextualização. 2. Conteúdos: forma; espaço e volume; movimento e tempo. Transformação gráfica e invenção. 3. Percursos de contemplação e aprendizagem (exemplos de referência nas Artes Visuais). 4. Discursos comparativos: trajetórias de abordagem transdisciplinar. 5. Atividade: poster a partir de carimbos. Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4h) 1. Apresentação de proposta de um recurso pedagógico, com caráter transdisciplinar, que reflita os conteúdos abordados na ação.
Metodologias
Presencial: Sessões teórico-práticas. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa. Simultaneamente, desenvolvem-se modelos pedagógicos diferenciados na área das Artes Visuais, centrados numa aprendizagem que potencie o desenvolvimento pleno do aluno. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos pedagógicos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Os formandos irão ser convidados a desenvolver propostas individuais de trabalho para a construção de um recurso pedagógico a apresentar e discutir com os colegas na última sessão.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição: 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica): 50%.
Bibliografia
Arnheim, R. (1997). Arte & percepção visual: Uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Livraria Pioneira EditoraDondis, D.A. (2011). La sintaxis de la imagem. Introducción al alfabeto visual. Barcelona: Editorial Gustavo GiliGardner, H. (1982). Art, Mind, and Brain: a cognitive approach to creativity. New York: Basic BooksMassironi, M. (1996). Ver pelo desenho: aspectos técnicos, cognitivos, comunicativos. Lisboa: Edições 70UNESCO (2006). Roteiro para a Educação Artística. Desenvolver as Capacidade Criativas para o Século XXI. Lisboa: Comissão Nacional da UNESCO
Anexo(s)
Observações
SEMANA CULTURAL 2026 ENQUADRAMENTO O RJFC estabelece um novo paradigma para o sistema de formação contínua, orientado para a melhoria da qualidade de desempenho dos professores, com vista a centrar o sistema de formação nas prioridades identificadas nas escolas e no desenvolvimento profissional dos docentes, de modo que a formação contínua possibilite a melhoria da qualidade do ensino e se articule com os objetivos de política educativa local e nacional. Nesta perspetiva, a análise das necessidades de formação, visando a identificação das prioridades de curto prazo, constitui-se como eixo central da conceção dos planos anuais ou plurianuais de formação, e tem por base os resultados da avaliação das escolas e as necessidades de desenvolvimento profissional dos seus docentes. Há que potenciar os recursos endógenos das entidades formadoras e das próprias escolas na produção de respostas formativas de qualidade tendo por base as prioridades formativas identificadas. Considerando os objetivos de política educativa local, a Comissão Pedagógica do CFAECAAV deliberou trabalhar a formação contínua tendo também consideração o trabalho de proximidade, em rede, que proporcione aprofundamento da história e patrimónios locais e que, funcionalmente, recrie metodologias laboratoriais ainda mais empíricas, com contacto direto com as realidades locais (autores, empresas, centros interpretativos, ecossistemas,…) e interações que consolidem conhecimento e relações. A Semana Cultural A partir dos resultados da experiência, dos últimos anos, denominada genericamente como “Bio Fun” surge, no Plano de Atividades, a Semana Cultural. Para além de concentrar num mesmo local, num fim-de-semana, ações de formação que convergem para um conjunto de metodologias de “tronco comum”, para atingir objetivos relacionais, trabalho em rede e exploração de patrimónios locais, há o compromisso de apresentar publicamente o produto da Semana Cultural. A intenção passa por inovar a oferta formativa, dando vida à formação e transformando a própria experiência quotidiana em aprendizagem contínua. Simultaneamente, procura se rentabilizar recursos e oportunidades disponíveis, garantindo uma utilização mais eficiente e estratégica. A partir de uma localização comum, neste caso, o Centro de Formação na Palhaça, pretende-se realizar um conjunto de ações de formação que partilharão de vários momentos conjuntos, fomentando o trabalho colaborativo e a interdisciplinaridade, promovendo contextos de formação contínua mais dinâmicos, integrados e de partilha. OBJETIVOS: Na generalidade, promover o desenvolvimento profissional contínuo dos docentes através de práticas colaborativas, reflexivas e inclusivas, valorizando o contexto local e a autonomia pedagógica. Específicos: Trabalho em rede • Fomentar a criação de comunidades de prática entre docentes, escolas e parceiros locais. • Incentivar a partilha de recursos, estratégias pedagógicas e experiências. • Desenvolver projetos interdisciplinares e interinstitucionais que reforcem a colaboração. ________________________________________ Reflexão partilhada • Promover momentos estruturados de reflexão conjunta sobre práticas pedagógicas. • Incentivar a observação entre pares e o feedback construtivo. • Desenvolver competências de autoavaliação e melhoria contínua. ________________________________________ Descentralização e valorização do património local • Integrar o património cultural, histórico e ambiental local nas práticas pedagógicas. • Estimular a ligação entre escola e comunidade. • Promover a autonomia das escolas na construção de currículos contextualizados. PARTILHA DE RESULTADOS A apresentar publicamente, garantindo as singularidades, no dia 25 de maio, na escola Sede do CFAECAAV DATA: 11 a 25 de maio (como referência base) LOCAL: Centro Escolar de Nossa Senhora de Fátima – Aveiro AÇÕES DE FORMAÇÃO Realizar-se-á um conjunto de ações que terão momentos partilhados nos dias 16, 17 e 25 de maio.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-05-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 16-05-2026 (Sábado) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 17-05-2026 (Domingo) | 08:30 - 11:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 25-05-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Isabel Franco da Silva Maia
Tânia Sardinha
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O sucesso da inclusão de crianças e jovens com NEE nas estruturas regulares de ensino depende fundamentalmente de programas de formação de professores que promovam a aquisição de novas competências de ensino/aprendizagem, que lhes permitam o acesso a um conjunto de conhecimentos e ferramentas pedagógicas adequados às necessidades educativas de cada aluno. Gerir o currículo implica conhecer e analisar as propostas curriculares oficiais e comuns, tomar decisões curriculares refletidas e fundamentadas, negociadas e assumidas coletivamente, consubstanciadas em projetos de intervenção inclusivos. Esta unidade curricular visa fornecer ferramentas de intervenção pedagógica enquadrando estratégias de intervenção destinadas a desenvolver as capacidades e a acessibilidade a recursos, de modo a promover a atividade, a participação e a autonomia de todos os alunos.
Objetivos
- Desenvolver a utilização de métodos de observação e registo, na identificação das necessidades educativas específicas nos domínios cognitivo e motor. -Desenvolver competências específicas de ensino e aprendizagem no domínio de NEEs de âmbito cognitivo e motor; - Implementar um modelo de respostas educativas a partir da adaptação do currículo às características de cada aluno, com a finalidade de maximizar as suas oportunidades de sucesso escolar das crianças e jovens com NEE nos domínios cognitivo e motor. - Implementar planos e programas educativos individuais que respondam às necessidades das crianças/jovens e dos contextos em que se inserem; - Promover a utilização das tecnologias de informação e comunicação ao serviço da inclusão; - Promover a cooperação, trabalho em equipa e partilha junto de pares, famílias e técnicos; - Promover uma prática com princípios éticos, envolvimento efetivo constante na procura de respostas educativas de inclusão;
Conteúdos
1. Modelos de intervenção educativa: 1.1 Abordagem comportamental; 1.2 Instrução direta e ensino apoiado; 1.3 Abordagem cognitiva e pedagogia mediatizada 2. Programas de enriquecimento cognitivo: 2.1 intervenção centrados na mediação social: 2.2 aprendizagem cooperativa e tutoria; 3. Inclusão de alunos com problemas de cognitivos e motores medidas educativas previstas. 3.1 Fundamentos do Programa Educativo Individual e do Plano Individual de Transição. 3.2 Envolvimento parental no processo educativo potencialidades e limites. 3.3 Comunicação e organização das aprendizagens; 3.4 Organização dos ambientes de aprendizagem; 3.5 Organização de respostas educativas no ensino regular. 4. Currículo e alunos com problemas de cognitivos e motores: a perspetiva funcional; 4.1 Currículos funcionais - pressupostos, objetivos, etapas e instrumentos; 4.2 Planos individuais de transição objetivos e componentes fundamentais. 5. Tecnologias de apoio promotoras de inclusão.
Metodologias
No quadro de um modelo global de estratégias formativas, os conteúdos programáticos serão desenvolvidos através de aulas teóricas, leitura e discussão de textos, análise de processos de ensino-aprendizagem, análise de práticas pedagógicas diferenciadas, trabalho de análise e reflexão a pares e em grupo, apresentação e discussão de trabalhos realizados pelos formandos.
Avaliação
Participação reflexiva nas aulas 5% Realização de trabalhos de reflexão sobre práticas e aprofundamento teórico (individuais e/ou em grupo) em contexto de sala de aula 15% Realização de um trabalho individual Análise de um caso- apresentação de um plano de intervenção com fundamentação teórica/pedagógica sobre as opções tomadas- 40%. A avaliação será quantitativa conforme previsto no nº 2 do artigo 46º do Estatuto da Carreira Docente, aprovado pelo DL 15/2009 de 19 de Janeiro: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente 1 a 4, 9 valores.
Bibliografia
Berges, J. & Bounes, M. (1985). La relaxation thérapeutique chez lenfant. Paris. Ed. Masson.Cunha, C. (2010). O Currículo e as Necessidades Educativas Especiais Práticas de Adequação Curricular no Terceiro Ciclo. Dissertação de mestrado apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa. Policopiado.orreia, L.M. (2005). Inclusão e Necessidades Educativas Especiais. Um guia para Educadores e Professores. Coleção Educação Especial. Porto Editora.Correia, L. M. (2017). Escala para a identificação de dificuldades de aprendizagem: Manual. 1ª ed., Flora Editora: Braga. Portugal.Correia, L. M., Martins, A. L., Santos, A. C. & Ferreira, R. S. (2005). Algumas Estratégias a Utilizar em Salas de Aula Inclusivas. In L. Miranda Correia (org) Inclusão e Necessidades Educativas Especiais. Um guia para Educadores e professores (p.31 52). Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 09-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 22-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 23-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 23-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Mónica Esgueira dos Santos
Destinatários
GR. 110, GR. 910
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Esta ação de curta duração tem como objetivo dotar os docentes de conhecimentos e estratégias que permitam identificar alterações no desenvolvimento da linguagem da linguagem escrita e implementar abordagens multissensoriais facilitadoras da aquisição da leitura e da escrita. A literatura internacional e estudos nacionais convergem na ideia de que há uma relação significativa entre competências de linguagem oral e o desenvolvimento da linguagem escrita. Neste sentido, as abordagens multissensoriais assumem um papel fundamental na aquisição da leitura e escrita, ao promoverem a integração de múltiplos canais sensoriais, facilitando a aprendizagem, a consolidação e a generalização das competências linguísticas em contexto educativo.
Conteúdos
1. Conceito de linguagem e dos seus componentes; 2. Relação entre Linguagem Oral e Linguagem Escrita; 3. Preditores para a aquisição da Leitura e escrita; 4. Terminologia diagnóstica e critérios de identificação das alterações da leitura e da escrita; 5. Abordagem multissensorial na dificuldade de leitura e escrita.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Conteúdos
Novos fármacos para doenças crónicas com base em organismos marinhos; Microplásticos e doença cardiovascular; Do pescado à saúde familiar: riscos na reprodução associados a contaminação por mercúrio; Mortalidade cardiovascular na região de Aveiro; Monitorização de microplásticos na costa portuguesa; Valorização sustentável de recursos marinhos: o desenvolvimento de processos como chave para materiais na Saúde; Projeto Marinheiros da Esperança – O Oceano nas pediatrias; Entre marés e Vida: o impacto do Oceano nas pessoas com deficiência e incapacidade A Declaração da Conferência Internacional “Ocean and Human Health”; Oceano e Saúde Humana: urgência para ação.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Necessidade de recentrar as práticas avaliativas e e gestão de sala de aula. Necessidade de aprofundamento de conhecimentos e de partilha de práticas. Aferição e visão pedagógica unificada, do rigor técnico e metodológico no que respeita à gestão curricular, avaliação, autonomia e flexibilidade curricular. Clarificação de papéis de DT, docentes titulares de turma e de Conselhos de Turma. Clarificação das questões relativas à identificação de barreiras de aprendizagem e gestão das mesmas.
Conteúdos
Avaliação de alunos papéis e práticas dos docentes. Flexibilidade Curricular, gestão de sala de aula – DAC e trabalho de equipa. Papel dos diretores de turma e do Conselho de Turma enquanto lideres pedagógicos. Inclusão, diferenciação pedagógica, barreiras de aprendizagem, aplicação de medidas e eus eficácia. Legislação e abordagem teórico-prática.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Necessidade de recentrar as práticas avaliativas e e gestão de sala de aula. Necessidade de aprofundamento de conhecimentos e de partilha de práticas. Aferição e visão pedagógica unificada, do rigor técnico e metodológico no que respeita à gestão curricular, avaliação, autonomia e flexibilidade curricular. Clarificação de papéis de DT, docentes titulares de turma e de Conselhos de Turma. Clarificação das questões relativas à identificação de barreiras de aprendizagem e gestão das mesmas.
Conteúdos
Avaliação de alunos papéis e práticas dos docentes. Flexibilidade Curricular, gestão de sala de aula – DAC e trabalho de equipa. Papel dos diretores de turma e do Conselho de Turma enquanto lideres pedagógicos. Inclusão, diferenciação pedagógica, barreiras de aprendizagem, aplicação de medidas e eus eficácia. Legislação e abordagem teórico-prática.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Necessidade de recentrar as práticas avaliativas e e gestão de sala de aula. Necessidade de aprofundamento de conhecimentos e de partilha de práticas. Aferição e visão pedagógica unificada, do rigor técnico e metodológico no que respeita à gestão curricular, avaliação, autonomia e flexibilidade curricular. Clarificação de papéis de DT, docentes titulares de turma e de Conselhos de Turma. Clarificação das questões relativas à identificação de barreiras de aprendizagem e gestão das mesmas.
Conteúdos
Avaliação de alunos papéis e práticas dos docentes. Flexibilidade Curricular, gestão de sala de aula – DAC e trabalho de equipa. Papel dos diretores de turma e do Conselho de Turma enquanto lideres pedagógicos. Inclusão, diferenciação pedagógica, barreiras de aprendizagem, aplicação de medidas e eus eficácia. Legislação e abordagem teórico-prática.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Ref. 410T1 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131284/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 11 de Abril de 2026
Fim: 5 de Maio de 2026
Regime: b-learning
Local: A 1ª sessão realizar-se-á na Escola Gímnica de Aveiro (Zona Industrial de Taboeira, Rua das Cascorras 7, 3800-429 Aveiro)
Formador
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos às diferentes matérias do currículo; Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do Ensino Básico e Ensino Secundário, promovendo a recuperação de aprendizagens entre ciclos; Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfil de cada aluno; Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 Subárea da Ginástica - Ginástica de solo (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica de solo; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 3 Subárea da Ginástica Ginástica Rítmica (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica Rítmica; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 4 Subárea da Ginástica Ginástica de aparelhos (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica de aparelhos; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 5 Subárea da Ginástica Ginástica acrobática (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica acrobática; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 6 Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) Dança (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Dança; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 7 Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) Danças Tradicionais (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos às Danças Tradicionais; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 8 Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) Danças Sociais (5 horas 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos às Danças Sociais; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Nos módulos opcionais é obrigatório selecionar 2 de entre o 2.º, o 3.º, o 4.º e o 5.º e mais 2 de entre o 6.º, o 7.º e o 8.º, que são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Observações
Equipa Pedagógica: José Emanuel Nogueira Ribeiro Rocha, Mariana Sofia Conceição Curado & Sílvia Vanessa Oliveira Monteiro Canelas Sócios APEF - apefaveiro@gmail.com
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-04-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 11-04-2026 (Sábado) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 02-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 02-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 19:00 | 5:00 | Presencial |
| 5 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 09-05-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Tânia Sardinha
Sónia Esmeralda Moreira dos Santos
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A intervenção com alunos com multideficiência exige respostas educativas articuladas e ajustadas à complexidade das suas necessidades, envolvendo dimensões cognitivas, motoras, sensoriais e comunicativas. A Comissão Pedagógica do CFAECAAV atenta a esta realidade e querendo dar resposta às sugestões da Comunidade Educativa, apresenta aos assistentes operacionais e técnicos ,desempenham um papel fundamental no apoio direto a estes alunos, nomeadamente na mobilidade, higiene, alimentação, comunicação e participação nas atividades escolares, esta formação. Em função dos destinatários: Sendo parte do levantamento de propostas de formação, esta formação permitirá dar mais competências para atuar de forma segura, eficaz e inclusiva. Esta ação de formação revela-se, assim, pertinente ao promover o desenvolvimento de competências práticas, estratégias de interação adequadas e uma atuação articulada com a equipa educativa, contribuindo para a qualidade das respostas educativas, o bem-estar dos alunos e a concretização dos princípios da educação inclusiva.
Objetivos
Capacitar o pessoal não docente para apoiar, de forma adequada e inclusiva, alunos com multideficiência no contexto escolar. Objetivos específicos: - Compreender o conceito de multideficiência - Identificar necessidades específicas dos alunos - Aplicar estratégias básicas de apoio e comunicação - Promover a autonomia e participação dos alunos - Melhorar o enquadramento com a família - Colaborar com as várias equipas educativa e multifuncionais
Conteúdos
Módulo 1: Enquadramento e Conceitos (5h) - O que é a multideficiência - Tipos de limitações associadas - Princípios da educação inclusiva - Papel do pessoal não docente Módulo 2: Caracterização dos Alunos (5h) - Perfis de funcionalidade - Necessidades básicas - Comunicação verbal e não verbal - Comportamentos Módulo 3: Comunicação e Relação (5h) - Comunicação aumentativa e alternativa - Uso de imagens, gestos e objetos - Relação empática Módulo 4: Estratégias de Intervenção (5h) - Apoio nas atividades de vida diária - Posicionamento e mobilidade - Estimulação sensorial - Rotinas estruturadas - Promoção da autonomia Módulo 5: Trabalho em Equipa (5h) - Articulação com professores e técnicos - Comunicação com famílias Módulo 6: Segurança e Bem-Estar (5h) - Cuidados básicos de saúde - Prevenção de riscos - Procedimentos de emergência
Avaliação
PONDERAÇÃO DA AVALIAÇÃO Ponderação participação: 70 Ponderação assiduidade: 10 Ponderação testes/trabalhos escritos: 20
Bibliografia
Aciem, Tânia Medeiros (2013). Educação Inclusiva: Aspectos Político-Sociais e Práticos. Paco Editora. Lima-Rodrigues, L. et al. (2007). Percursos de Educação Inclusiva em Portugal. Lisboa: Fórum de Estudos de Educação Inclusiva Ministério da Educação (2009). Educação inclusiva: da retórica à prática. Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC): orientações para unidades de multideficiência. Saramago, A. (2004). Interação precoce e desenvolvimento em crianças com deficiência. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Fernandes, J. P. (2024). Utilização de recursos de comunicação aumentativa com alunos com necessidades complexas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 08-04-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 08-04-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 09-04-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 09-04-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 10-04-2026 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 10-04-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Celeste Maria Condessa Ferreira Madail
Destinatários
Pessoal não docente
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha / Câmara Municipal Aveiro
Enquadramento
A promoção da saúde mental na primeira infância é um investimento no futuro das nossas crianças. A par da formação dos educadores e professores nesta área da promoção e prevenção da saúde mental é uma prioridade na continuidade da intervenção realizada pela Câmara Municipal de Aveiro, em parceria com a ULSRA – Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro, junto dos Agrupamentos de Escola do Concelho de Aveiro, em algumas turmas do 4º ano de escolaridade. A intervenção já realizada contempla os alunos e psicólogos dos Agrupamentos de Escola abrangidas. A formação "Prevenção e promoção da saúde mental no ensino pré escolar e 1º ciclo – (Re)Criar a Brincar" é fundamental para equipar professores e educadores com as ferramentas necessárias para promover o bem-estar emocional e social das crianças nos primeiros anos de escolaridade/vida. A formação permite aos educadores/professores reconhecer sinais precoces de dificuldades emocionais, como ansiedade, depressão ou problemas de comportamento, que podem passar despercebidos sem a devida atenção. Com a identificação precoce, é possível oferecer o apoio adequado e encaminhar as crianças para profissionais especializados, se necessário, evitando que problemas menores se agravem. Os educadores/professores aprendem estratégias para ajudar as crianças a lidar com suas emoções de forma saudável, desenvolvendo a autoconsciência e a regulação emocional, bricando com as crianças/alunos.
Objetivos
Desenvolver, implementar e experimentar uma nova abordagem baseada na aprendizagem social e emocional para promover a saúde mental e o bem-estar em crianças a brincar; Abordar o desenvolvimento de habilidades como empatia, cooperação, resolução de conflitos e pensamento crítico, que são essenciais para o sucesso pessoal e social das crianças, bem como para o sucesso educativo.
Conteúdos
Temáticas Alvo: Medos, Bullying e ansiedade – abordagem introdutória; identificação de sinais de alerta e/ou sintomas; desenvolver e aplicar estratégias de intervenção; encaminhamento; intervenção/ mediação. Estratégias de relaxamento; ferramentas de promoção da saúde mental; autocuidados.
Avaliação
Qualitativa
Bibliografia
Codes, J.G. (1997). Las estratégias cognitivas en el aula. Programas de intervención psicopedagógica. Madrid: Escuela Española; Bento, A. (2007). Efeitos das transições de ciclo e mudanças de escola: Perspectivas dos alunos do 5º ano (2º ciclo). In J. Sousa e C. Fino (Org.), A escola sob suspeita (pp. 375-384). Porto: Edições Asa; Caldas de Almeida, J .A .; Xavier, M . (Coord .) (2013) . Estudo Epidemiológico Nacional de Saúde Mental: 1º Relatório. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa; Haidt, Jonathan. Geração Ansiosa. 2024. Dom Quixote
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 07-04-2026 (Terça-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 08-04-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 08-04-2026 (Quarta-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 23-06-2026 (Terça-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 24-06-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Necessidade de recentrar as práticas avaliativas e e gestão de sala de aula. Necessidade de aprofundamento de conhecimentos e de partilha de práticas. Aferição e visão pedagógica unificada, do rigor técnico e metodológico no que respeita à gestão curricular, avaliação, autonomia e flexibilidade curricular. Clarificação de papéis de DT, docentes titulares de turma e de Conselhos de Turma. Clarificação das questões relativas à identificação de barreiras de aprendizagem e gestão das mesmas.
Conteúdos
Avaliação de alunos papéis e práticas dos docentes. Flexibilidade Curricular, gestão de sala de aula – DAC e trabalho de equipa. Papel dos diretores de turma e do Conselho de Turma enquanto lideres pedagógicos. Inclusão, diferenciação pedagógica, barreiras de aprendizagem, aplicação de medidas e eus eficácia. Legislação e abordagem teórico-prática.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Margarida Morais Marques
Alexandra Isabel Sá Pinto
José Luís da Silva Araújo
Patrícia Alexandra Fonseca Pessoa
Destinatários
Grupos recrutamento: 200, 210, 220, 230, 300, 420, 510, 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A presente ACD insere-se no âmbito do projeto SchoolFAN (https://www.schoolfan.eu/) e tem como objetivo central apoiar o desenvolvimento profissional de professores através da exploração pedagógica de notícias falsas (fake news) relacionadas com as alterações climáticas, enquanto contexto privilegiado para a promoção de aprendizagens disciplinares e competências transversais. As alterações climáticas constituem um dos temas científicos e sociais mais relevantes da atualidade, integrando explicitamente os currículos nacionais e as Aprendizagens Essenciais das disciplinas científicas e geográficas. Simultaneamente, este domínio é particularmente permeável à circulação de desinformação, exigindo dos alunos — e, consequentemente, dos professores — competências sólidas de literacia científica, literacia mediática e pensamento crítico. A investigação educacional tem evidenciado que o trabalho pedagógico com fake news, bem como com estratégias de desconstrução crítica de informação falsa (debunking) e prevenção da desinformação através da antecipação de estratégias de manipulação (prebunking), promove aprendizagens profundas, favorece a compreensão da natureza da ciência e desenvolve competências argumentativas e de avaliação crítica da informação. Esta ACD oferece oportunidades de desenvolvimento profissional para professores de Ciências Naturais, Geografia e Física e Química, dado que a análise crítica de conteúdos mediáticos sobre alterações climáticas permite trabalhar conceitos científicos estruturantes (clima vs. tempo, ciclos biogeoquímicos, modelos científicos, zonas mais afetadas por fenómenos climáticos extremos, evidência empírica), bem como discutir a construção do conhecimento científico. Para professores de Português, a exploração de notícias falsas constitui um contexto autêntico para o desenvolvimento de competências de leitura crítica, análise do discurso, argumentação, retórica e produção textual, em alinhamento com os objetivos curriculares da disciplina. De forma transversal, a ACD promove práticas pedagógicas alinhadas com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, nomeadamente nos domínios do pensamento crítico e criativo, da comunicação, da informação e da cidadania.
Conteúdos
O programa da ACD prevê momentos distintos com finalidades específicas. A sessão de abertura enquadra o projeto SchoolFAN e contextualiza a formação de professores, promovendo uma compreensão partilhada dos seus objetivos pedagógicos e científicos. Segue-se uma palestra seguida de discussão (Q&A) sobre notícias falsas, sua descontrução e prevenção, assegurando a fundamentação teórica e científica da temática, aproximando a investigação recente das práticas educativas. O momento central da ACD consiste numa mostra de professores em exercício, que desenvolveram e implementaram atividades pedagógicas dirigidas a diferentes níveis de escolaridade. Este momento está organizado em formato de percurso por bancas onde cada grupo de professores apresenta e discute com os participantes sobre o trabalho que desenvolveram no domínio das fake news, alterações climáticas e mobilização para a ação. Estas exposições realizam-se no sentido de valorizar a partilha de práticas, a reflexão colaborativa e a motivação para a adoção de estratégias inovadoras de ensino em contextos reais de sala de aula. A discussão final permite analisar criticamente o impacto desta sessão nos participantes, identificar possibilidades de exploração futura e recolher contributos dos participantes, reforçando a dimensão reflexiva e prospetiva da ação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Isabel Feliz Andrade Nina
José António Videira Saro
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A complexificação do atual ecossistema informativo e comunicacional, cada vez mais dominado pela tecnologia, pelos sistemas de Inteligência Artificial (IA) e crescente interação digital, desencadeia desafios, oportunidades, riscos e reconfigura serviços e práticas. De acordo com o Manifesto da Biblioteca Escolar da IFLA-UNESCO 2025 e o Quadro Estratégico 2021-2027, as bibliotecas escolares melhoram e fortalecem o processo de ensino e aprendizagem, desafiam, transformam, empoderam e promovem o desenvolvimento das literacias, do pensamento crítico e criativo, no contexto de uma educação inclusiva e equitativa. A contínua disrupção digital e o declínio na proficiência leitora e nos hábitos que a sustentam, evidenciadas em avaliações nacionais e internacionais (PIRLS, PISA, Provas MODA e Diagnóstico de fluência leitora no 2.º ano), convocam as bibliotecas a reforçarem a sua ação, enquanto valências de (trans)formação e desenvolvimento da competência leitora num mundo em permanentes metamorfoses. Ler mais, ler melhor, ler com gosto em tempos de IA, reabilitar e fortalecer a compreensão profunda, a reflexão, o pensamento crítico e criativo, revalorizar a narração e a conexão com o que realmente nos define como seres humanos, num mundo, marcado pela omnipresença da IA e em permanente mutação e reconfiguração, desenvolver competências para promover a literacia digital e o uso ético da IA entre alunos e professores, eis os propósitos que alicerçam esta oportunidade (in)formativa gizada pela Rede de Bibliotecas de Albergaria-a-Velha, em articulação com a coordenação interconcelhia da RBE.
Objetivos
Estimular processos de mudança e inovação pedagógica através da biblioteca. Valorizar o uso da biblioteca, agente promotor da equidade, inovação, formação e desenvolvimento da competência leitora. Evidenciar o poder libertador e transformador da leitura, nomeadamente da literatura infantojuvenil.Promover a literatura como ferramenta de resiliência e reflexão crítica, explorando o conceito de metamorfose, não apenas como uma mudança estética, mas como uma transição necessária para enfrentar as incertezas do mundo contemporâneo. Compreender o impacto da IA na narrativa contemporânea. Desenvolver competências para promover a literacia digital e o uso ético da IA entre alunos e professores. Fomentar práticas que incorporem a IA no processo de ensino e aprendizagem. Conhecer e explorar aplicações práticas de ferramentas de IA generativa.
Conteúdos
1. Painel I [3.00h] O poder transformador da leitura e das bibliotecas "Uma biblioteca é uma casa onde cabe toda a gente" - Mafalda Milhões (Diversidade, inclusão, interculturalidade.) "Bibliotecas em metamorfose: mediação, leitura e inteligência artificial" Ana Paula Ferreira(Literacias, leitura, inclusão, cidadania, tecnologia/IA, mediação, capacitação.) "A biblioteca como âncora e leme da promoção de livros para a infância e juventude" - Rita Pimenta (Reflexão sobre conceitos e práticas; Observatório de leitura de Pombal)2. Painel II [3.00h] IA e o futuro das histórias - "Ainda precisamos de histórias? Narração, IA e sentido humano" - Paula Ribeiro (narrativas orais, informação, relato, formação do indivíduo, mediadores culturais e educativos, biblioteca.) "O impacto da IA na criação e disseminação de narrativas humanas" - James McSill(Storytelling; equilíbrio entre máquina e humano; papel do contador de histórias.)3. Oficinas [6.00h] "Escolha e seleção de livros para a infância" Andreia Salgueiro (Ilustração, temática, qualidade literária, tipologias textuais). "Inteligência Artificial e o futuro das histórias: como criar narrativas vivas" James McSill (Fronteiras entre a criação humana e o pensamento artificial; o poder emocional e simbólico das narrativas.) "Uma biblioteca é uma casa onde cabe toda a gente? Mafalda Milhões (Biblioteca, um espaço de todos; inclusão, diversidade, interculturalidade; desconstrução.) "A metamorfose da biblioteca escolar como assistentes de IA" - Ana Paula Ferreira e Paula Ribeiro (Biblioteca escolar; mediação crítica; agente de inovação; reconfiguração de serviços; referenciais (inter)nacionais; utilização consciente e contextualizada da IA.) "Leitura e adolescência" - Paula Cusati (Experiências prévias do(s) leitor(es), o espaço, o acervo e estratégias de promoção e mediação do livro e da leitura; a literatura, mola para o pensamento crítico; projetos de leitura.) 4.Tertúlia performativa [2:00h] Performance multidisciplinar de spoken word com grande enfoque na narração oral, mediação da leitura e do conto, num cruzamento disciplinar com recurso a outras artes como a música e o vídeo.5. Apresentação do livro A viagem de Íris: uma descoberta incrível - Joana Pinto e Tânia Coelho [1:00h]
Metodologias
A ação de formação decorre em articulação com o XII Encontro Para Além de Princesas e Dragões, agendado para os dias 20 e 21 de março de 2026 com a duração de 15 horas.Engloba duas sessões plenárias, cinco oficinas (cada formando frequenta duas), uma tertúlia literária, a apresentação de um livro e a possibilidade de visitarem duas exposições em permanência nos locais do evento: Uma Biblioteca é uma casa onde cabe toda a gente de Mafalda Milhões, na Biblioteca Municipal, e "Velox Pondera, pintura sobre jazz de Óscar Augusto Mendes da Graça, no Cineteatro Alba.As sessões incluem momentos de reflexão, de partilha de experiências e de discussão, privilegiando-se os conhecimentos que os participantes detêm, assim como as suas expectativas face a esta oportunidade formativa. Os palestrantes e dinamizadores das oficinas terão um papel de comunicadores e impulsionadores da reflexão com os formandos sobre as temáticas abordadas.
Avaliação
A avaliação será quantitativa e qualitativa, sendo a classificação apresentada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em sessão.
Bibliografia
Comissão Europeia. (2022). Orientações éticas para educadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA)e de dados no ensino e na aprendizagem. [Em linha]. [Consult.08-01-2026]. Disponível em WWW: <https://data.europa.eu/doi/10.2766/07>.International Federation of Library Associations and Institutions; UNESCO. (2025). IFLA UNESCO School Library Manifesto2025. [Consult. 08-01-2026]. Disponível em WWW:<https://repository.ifla.org/handle/20.500.14598/2886.2>.PORTUGAL. Ministério da Educação. Rede de Bibliotecas Escolares. A leitura no mundo digital [Em linha]. Blogue RBE, (02 dezembro. 2025). [Consult. 08-01-2026]. Disponível em WWW:< https://blogue.rbe.mec.pt/a-leitura-no-mundo-digital-3026953>.Rede de Bibliotecas Escolares. (2024). A inteligência artificial nas Bibliotecas Escolares. Blogue RBE. Disponível em WWW:<https://blogue.rbe.mec.pt/a-inteligencia-artificial-nas-2869282>.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 21:30 - 23:30 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 21-03-2026 (Sábado) | 10:00 - 12:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 21-03-2026 (Sábado) | 12:00 - 13:30 | 1:30 | Presencial |
| 6 | 21-03-2026 (Sábado) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Francisco José Ferreira Gomes Pinto de Sousa
Quitéria Patrícia Dias Coelho
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Ciências Naturais, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico e a comunicação; Partilhar práticas e aceder a recursos didáticos de referência, adequados a um contexto específico de aprendizagem, ensino e avaliação.
Conteúdos
Módulo (M) 1 - Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Rochas e Solo - materiais terrestres (10 horas) Recursos geológicos - potencialidades Rochas e minerais Distinção entre mineral e rocha e indicar exemplo de rochas de cada grupo Aplicação de rochas no quotidiano Solo Agentes biológicos e atmosféricos - importância na génese do solo Solo - conservação Sustentabilidade na agricultura e avanço científico e tecnológico Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M3 - Água e Ar (10 horas) Água e seres vivos Disponibilidade e circulação de água na Terra - Informação Gestão sustentável da água na sua utilização, exploração e proteção - importância Atmosfera terrestre - funções Propriedades do ar e seus constituintes Atividades humanas na qualidade do ar - impactos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M4 - Processos vitais comuns aos seres vivos Animais (10 horas) Alimentação Riscos e benefícios dos aditivos alimentares Ciência e da tecnologia na evolução dos produtos alimentares - importância Sustentabilidade do Organismo Respiração Distinção entre respirações externa e celular Ciência e da tecnologia na identificação das principais causas das doenças respiratórias mais comuns - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 - Processos vitais comuns aos seres vivos Plantas (10 horas) Fotossíntese e Respiração nas plantas Fotossíntese para a obtenção de alimento nas plantas - importância Influência de fatores que intervêm no processo fotossintético Importância das plantas na vida na Terra e medidas de conservação da floresta autóctone Relação entre os produtos da fotossíntese e a respiração celular Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema. M6 - Agressões do meio e integridade do organismo (10 horas) Ciência e tecnologia na descoberta dos microrganismos - importância Medidas de higiene que contribuam para a prevenção de doenças infeciosas Vacinas e uso adequado de antibióticos e medicamentos de venda livre - importância Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Metodologias
O curso é constituído por 7 módulos (2 obrigatórios e 5 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Os dois módulos a selecionar, de entre os 5 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 7,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Martins, I. P., Tenreiro-Vieira, C., Vieira, R., Sá, P., Rodrigues, A. V., Teixeira, F., Couceiro, F., Veiga, M. L. & Neves, C. (2012). Avaliação do Impacte do Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências: Um estudo de âmbito nacional. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência, Direção Geral de Educação (333 pp.)
Observações
Equipa Pedagógica: Prof. Quitéria Coelho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-03-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 2 | 21-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 3 | 26-03-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 02-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 18-04-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 18-04-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
Formador
Maria da Glória Oliveira Gomes Neto Leite
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Necessidade de recentrar as práticas avaliativas e e gestão de sala de aula. Necessidade de aprofundamento de conhecimentos e de partilha de práticas. Aferição e visão pedagógica unificada, do rigor técnico e metodológico no que respeita à gestão curricular, avaliação, autonomia e flexibilidade curricular. Clarificação de papéis de DT, docentes titulares de turma e de Conselhos de Turma. Clarificação das questões relativas à identificação de barreiras de aprendizagem e gestão das mesmas.
Conteúdos
Avaliação de alunos papéis e práticas dos docentes. Flexibilidade Curricular, gestão de sala de aula – DAC e trabalho de equipa. Papel dos diretores de turma e do Conselho de Turma enquanto lideres pedagógicos. Inclusão, diferenciação pedagógica, barreiras de aprendizagem, aplicação de medidas e sua eficácia. Legislação e abordagem teórico-prática.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Francisco José Ferreira Gomes Pinto de Sousa
Destinatários
Professores do Grupo 230 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 230 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 230 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Este CF resulta da necessidade premente de apostar cada vez mais em estratégias de trabalho prático no ensino das Geociências no que concerne ao desenvolvimento, atualização e aplicação científica-didática de competências relativas à implementação do trabalho de campo por professores dos grupos disciplinares 230 e 520.A interpretação das paisagens geológicas e dos afloramentos in situ são fundamentais para o desenvolvimento da literacia científica no domínio das geociências, proporcionando aos formandos uma vivência geológica contextualizada, que lhes permitirá em sala de aula sentir-se mais à vontade na implementação de trabalhos práticos e saídas de campo. A observação e interpretação direta das paisagens geólogicas e afloramentos nos geoparques portugueses selecionados para visitação, resultantes da sua geodiversidade, possibilitará a compreensão dos fenómenos geológicos não observáveis noutros contextos, retirando a abstração associada ao seu conhecimento e utilização em atividades práticas de ensino.As saídas de campo para complemento das aprendizagens teóricas no domínio da geodiversidade, constituem uma estratégia de ensino/aprendizagem que, bem planeada e explorada, desperta o interesse dos alunos e leva à sua ativa participação neste processo, pois permitem a observação direta e em ambiente natural de materiais e/ou processos geológicos, bem como de aspetos de fauna e flora imprescindíveis para a aquisição de conhecimentos.
Objetivos
- Selecionar e organizar informação, a partir de fontes diversas e de forma cada vez mais autónoma, valorizando a utilização de tecnologias digitais e integrando saberes prévios para construir novos conhecimentos. - Construir explicações científicas baseadas em conceitos e evidências científicas, obtidas através da realização de atividades práticas diversificadas laboratoriais, experimentais, de campo e planeadas para procurar responder a problemas formulados. - Construir modelos que permitam a representação e o estudo de estruturas, de sistemas e das suas transformações. - Reconhecer que a ciência é uma atividade humana com objetivos, procedimentos próprios, através da exploração de acontecimentos, atuais e/ou históricos, que documentam a sua natureza. - Aplicar as competências desenvolvidas em problemáticas atuais e em novos contextos. - Formular e comunicar opiniões críticas, cientificamente fundamentadas e relacionadas com a CTSA.
Conteúdos
Serão adotados os seguintes passos metodológicos: - Sessões teórico-práticas: a) Trabalho de campo segundo as metodologias de Nir Orion; b) Contextualização da importância dos geoparques portugueses para o trabalho prático nas disciplinas de Ciências da Natureza, Ciências Naturais e Biologia-Geologia; c) A importância do trabalho de grupo nas saídas de campo segundo a implementação da filosofia de Nir Orion, com a realização de atividades pré, durante e pós saída de campo; d) Prática pedagógica e científica; e) Geodiversidade nos geoparques portugueses; f) Património geológico e herança geológica nos geoparques portugueses. Sessões Práticas: Realização de saídas de campo nos geoparques portugueses selecionados para visitação: Geoparque Litoral de Viana do Castelo, Geoparque Terras de Cavaleiros, Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional, Geoparque de Arouca, Geoparque Estrela, Geoparque Oeste e Geoparque dos Açores. a) Contexto geológico das saídas de campo; b) Contexto geomorfológico das saídas de campo; c) O trabalho de campo segundo a perspetiva de Nil Orion: atividades práticas durante a realização das saídas de campo; d) Observação, análise interpretativa e ilustração em caderno de campo das características mais significativas das paisagens geológicas, estruturas geológicas e afloramentos observados em rochas plutónicas, vulcânicas, sedimentares e metamórficas, em função dos locais selecionados para visitação nos geoparques nacionais; e) Sensibilização para a necessidade de proteção e geoconservação do Património Geológico: geossítios e geomonumentos dos geoparques portugueses, garantindo assim o seu usufruto para as gerações vindouras.
Metodologias
Esta ação de formação pretende que se caminhe no sentido da prática de um ensino renovado das ciências, promovendo o desenvolvimento de competências científicas e didáticas necessárias à implementação de atividades práticas experimentais (laboratoriais e de campo) numa perspetiva investigativa e construtivista, baseada no modelo de trabalho prático de campo de Nir Orion que advoga que os formandos e depois os alunos devem construir paulatinamente o seu próprio conhecimento antes, durante e após as saídas de campo. Assim, em cada saída de campo nos locais selecionados dos geoparques portugueses far-se-á a contextualização geológica, ao nível do afloramento, e geomorfológica, ao nível da paisagem, manuseando-se cartas geológicas e topográficas (componente teórica), com interpretação e descrição das estruturas geológicas e afloramentos observados (componente prática). Os formandos elaborarão guiões de trabalho de campo que serão objeto de discussão e partilha.
Avaliação
A avaliação dos formandos basear-se-á nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 40 % Realização de um trabalho individual - guião de trabalho de campo - segundo a perspetiva construtivista de Nir Orion, com descrição científica e utilização didática em saída de campo com alunos, de uma ou várias paragens propostas para visitação nos geoparques portugueses 60 %
Bibliografia
Brilha, J., 2005. Património Geológico e Geoconservação: a Conservação da Natureza na sua Vertente Geológica. Palimage Editores, Braga, 190 p.Carvalho, A.G. (1999). Geomonumentos - uma reflexão sobre a sua caracterização e enquadramento num projecto nacional de defesa e valorização do Património Natural. Liga de Amigos de Conímbriga, Lisboa, 30 p.Estevão, C. (2010). O Património Geológico em Áreas Protegidas no Maciço Ibérico: Inventariação de Geossítios baseada em pesquisa bibliográfica. Dissertação (Mestrado em Patrimônio Geológico e Geoconservação - Escola de Ciências da Universidade do Minho, Braga.Orion, N. (1993). A Model for the Development and Implementation of Field Trips as an Integral Part of the Science Curriculum. School Science and Mathematics, 93 (6), 325-331.Ribeiro, A., 2006. A Evolução Geodinâmica de Portugal. In: Geologia de Portugal no contexto da Ibéria, R. Dias, A. Araújo, P. Terrinha, J. Kullberg (eds.). Universidade de Évora, Évora, pp. 1-27.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 18-04-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 18-04-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 25-04-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 25-04-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 26-04-2026 (Domingo) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 06-06-2026 (Sábado) | 09:00 - 11:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Maria Carolina Lopes Magalhães
Destinatários
Professores de 2º e 3º Ciclos do ensino Básico e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de 2º e 3º Ciclos do ensino Básico e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A União Europeia considera uma prioridade educativa o desenvolvimento de competências STEAM (ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática) em crianças e jovens. Fundamentados pela literatura acredita-se que estas competências são fundamentais para responder aos desafios da sociedade atual, de forma a capacitar os mais novos para futuros empregos, numa sociedade em rápida transformação tecnológica e com uma forte componente multidisciplinar baseada na resolução de problemas e na digitalização. Este Curso de Formação pretende dotar os professores com competências que potenciem contextos de inovação educativa e que promovem a promoção das vocações STEAM nos alunos. Serão desenvolvidas metodologias Maker que, ao integrarem problemas do mundo real em contexto de sala de aula, promovem nos alunos conhecimento, autonomia, criatividade e pensamento crítico.
Objetivos
Pretende-se, junto dos professores: - Consolidar/aprofundar conhecimentos científicos e competências técnicas nas temáticas de eletricidade, programação, robótica, modulação e impressão 3D - Estimular a criatividade e o pensamento crítico - Utilizar, em segurança, ferramentas tradicionais (colagem a quente, soldadura, corte, entre outras) e ferramentas tecnológicas (modulação computacional, desenho digital, impressão 3D e corte automático) no desenvolvimento de projetos - Fomentar o desenvolvimento e implementação de projetos Low-Tech e High-Tech nas escolas (PBL, project based learning) - Promover, em extensão e qualidade, a implementação de atividades práticas e projetos STEAM em sala de aula - Despertar o gosto pela engenharia, tecnologia e programação - Promover o conceito de Jovem STEAM - Partilhar ideias e experiências
Conteúdos
1-Introdução ao conceito STEAM (Duração: 1h) - Teoria e modelos do movimento Maker - Espaços Maker: Dóing, Tinkering Studio - conteúdos e conceitos - Educação STEAM: metodologias, estratégias e exemplos de boas práticas 2-Animação Stop Motion (Duração: 4h) - Conceber e criar produtos multimédia; - Criar composições gráficas partindo de linhas, formas e objetos; - Criar histórias criativas em Stop Motion. 3-Desafios elétricos (Duração: 3h) - Operadores elétricos e as suas funções num circuito elétrico simples. - Projetos de baixa complexidade como resposta a situações problema do dia-a-dia que envolvem a montagem de circuitos elétricos simples. 4-Impressão 3D e corte 2D (Duração: 6h) - Explorar ferramentas tradicionais e ferramentas digitais - Criar e modular objetos 3D usando software livre - Explorar software livre para impressão 3D e operar impressoras 3D - Criar e desenhar objetos 2D usando software livre - Operar cortadora 2D (Silhouette Cameo) para (re)corte de imagens digitais em diferentes materiais Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5-Programação e código (Duração: 5h). Programação para potenciar a inclusão e motivação para a aprendizagem e desenvolvimento do pensamento computacional, na resolução de problemas, uso de raciocínio e a comunicação em áreas STEAM 6-Programação tangível por blocos (Duração: 5 h) Introdução teórica e exploração técnica e pedagógica. Apresentação do robô MI-GO e dos comandos de programação Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 7-Programação por blocos - Lego Spike (Duração: 6 h) Introdução teórica e exploração técnica e pedagógica. Apresentação do robô Lego Spike e análise do software de programação Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula.
Metodologias
- Demonstrações com envolvimento dos grupos de trabalho - Realização de atividades práticas - Trabalho cooperativo em pequenos grupos - Reflexão, em grupo, da adequação científica, técnica e pedagógica das atividades propostas
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões 20% - Trabalhos práticos produzidos nas sessões 40% 50% - Reflexão crítica individual 40% 30% São tópicos de valoração da reflexão crítica individual: 1. Balanço global da formação 2. Contributos da formação para mudanças de práticas profissionais 3. Importância da formação para a qualidade da aprendizagem dos alunos 4. Descrição de uma nova atividade a realizar com o material e equipamento usado
Bibliografia
Guiões específicos criados pela equipa de formadores de apoio às diversas atividadesMaslyk, J. (2016), STEAM Makers: Fostering Creativity and Innovation in the Elementary Classroom, CorwinKhine, M. S., Areepattamannil, S. (2019), STEAM Education: Theory and Practice, Springer.Wilkinson, K., Petrich, M. (2014). The Art of Tinkering, Exploratorium. Weldon Owen.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques Pombo
Destinatários
Professores dos Grupos 230, 240
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 240.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A União Europeia, assim como outros organismos internacionais, considera uma prioridade educativa o desenvolvimento de competências STEAM (ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática) em crianças e jovens. Fundamentados pela literatura acredita-se que estas competências são fundamentais para responder aos desafios da sociedade atual e capacitarão os mais novos para futuros empregos, numa sociedade em rápida transformação tecnológica e com uma economia cada vez mais competitiva. Este Curso de Formação pretende dotar os professores de competências de forma a promoverem inovações educativas que permitirão a promoção das vocações STEAM nos alunos. Serão desenvolvidas atividades que, ao integrarem problemas do mundo real em contexto de sala de aula, promovem nos alunos conhecimento, autonomia, criatividade e pensamento crítico.
Objetivos
Pretende-se, junto dos professores: Consolidar/ aprofundar conhecimentos científicos e técnicos nas temáticas de eletricidade, programação, robótica, modulação e impressão 3D Estimular a criatividade e o pensamento crítico -Utilizar, em segurança, ferramentas clássicas (colagem a quente, soldadura, corte, ) e ferramentas digitais (modulação, desenho, impressão 3D e corte) no desenvolvimento de projetos Fomentar o desenvolvimento e implementação de projetos Low-Tech e High-Tech nas escolas Promover, em extensão e qualidade, a implementação de atividades práticas e projetos STEAM em sala de aula Despertar o gosto pela engenharia, tecnologia e programação -Partilhar ideias e experiências
Conteúdos
1-Introdução ao conceito STEAM (Duração: 1h) - Teoria e movimento Maker - Espaços Maker: Doing, Tinkering Studio: conteúdos e conceitos - Educação STEAM: ideias de projetos a desenvolver no 2ºCEB 2-Animação Stop Motion (Duração: 4h) - Conceber e criar produtos multimédia; - Desenhar e editar objetos 3D; - Operar software de animação 2D; - Criação de composições gráficas partindo de linhas, formas e objetos; Atividade prática a promover junto dos professores: Histórias criativas em Stop Motion. Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 3-Desafios elétricos (Duração: 3h) - Operadores elétricos e as suas funções num circuito elétrico simples. - Projetos de baixa complexidade como resposta a situações problema do dia-a-dia que envolvem a montagem de circuitos elétricos simples. - Circuitos elétricos de papel. - Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 4-Ferramentas clássicas e ferramentas digitais: Modulação e impressão 3D; Desenho e (re)corte de imagens com recurso à Silhouette Cameo (Duração: 6h) - Criação e modulação de objetos 3D usando software livre - Operar software livre para impressão 3D - Exemplos de atividades práticas a explorar em contexto escolar: - Sólidos Geométricos; - Portugal 3D; - Postal pop-up. - Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5-Programação para potenciar a inclusão e motivação para a aprendizagem e desenvolvimento do pensamento computacional, na resolução de problemas, uso de raciocínio e a comunicação em áreas STEAM (Duração: 2h). 5.1-Programação tangível por blocos (Duração: 4 h) - Enquadramento teórico, técnico e pedagógico. - Exemplos de atividades práticas a explorar em contexto escolar: -Desenho e exploração de figuras geométricas usando o Tangram: geometria e medida e números e operações. -Viagem do MI-GO através do ciclo hidrológico: mudanças de estado físico. -Desafios MI-GO ao quadrado: uso de raciocínio, comunicação e resolução de problemas em contexto matemático e não matemático. Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5.2-Programação por blocos - Lego Spike (Duração: 4 h) Enquadramento teórico, técnico e pedagógico. Exemplo de atividade prática a explorar em contexto escolar: -O mundo das pulgas: diversidade dos seres vivos e suas interações com o meio. Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5.3-Programação por cores - Ozobots (Duração: 3 h) Enquadramento teórico, técnico e pedagógico. Exemplos de atividades práticas a explorar em contexto escolar: -Sistema respiratório pulmunar -Ozoquestões Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5.4-Programação Scratch (Duração: 3h) Enquadramento teórico e técnico. Exemplo de atividade prática a explorar em contexto escolar: Anima o teu mundo Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula.
Metodologias
-Demonstrações Realização de atividades práticas Trabalho cooperativo em pequenos grupos Reflexão, em grupo, da adequação científica, técnica e pedagógica das atividades propostas
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões 20% - Trabalhos práticos produzidos nas sessões 40% - Reflexão crítica individual 40% São tópicos de valoração da reflexão crítica individual: 1. Balanço global da formação 2. Contributos da formação para mudanças de práticas profissionais 3. Importância da formação para a qualidade da aprendizagem dos alunos 4. Descrição de uma nova atividade a realizar com o material e equipamento usado na formação.
Bibliografia
Guiões específicos criados pela equipa de formadores de apoio às diversas atividadesMaslyk, J. (2016), STEAM Makers: Fostering Creativity and Innovation in the Elementary Classroom, Corwin.Khine, M. S., Areepattamannil, S. (2019), STEAM Education: Theory and Practice, Springer.Wilkinson, K., Petrich, M. (2014). The Art of Tinkering, Exploratorium. Weldon Owen.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Manuel Gonçalves Lopes
Destinatários
Professores dos Grupos 500, 510, 530, 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500, 510, 530, 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 500, 510, 530, 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A União Europeia, assim como outros organismos internacionais, considera uma prioridade educativa o desenvolvimento de competências STEAM (ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática) em crianças e jovens. Fundamentados pela literatura acredita-se que estas competências são fundamentais para responder aos desafios da sociedade atual, de forma a capacitar os mais novos para futuros empregos, numa sociedade em rápida transformação tecnológica e com uma forte componente multidisciplinar baseada na resolução de problemas e na digitalização. Este Curso de Formação pretende dotar os professores com competências que potenciem contextos de inovação educativa e que promovem a promoção das vocações STEAM nos alunos. Serão desenvolvidas metodologias Maker que, ao integrarem problemas do mundo real em contexto de sala de aula, promovem nos alunos conhecimento, autonomia, criatividade e pensamento crítico.
Objetivos
Pretende-se, junto dos professores: - Consolidar/aprofundar conhecimentos científicos e competências técnicas nas temáticas de eletricidade, programação, robótica, modulação e impressão 3D - Estimular a criatividade e o pensamento crítico - Utilizar, em segurança, ferramentas tradicionais (colagem a quente, soldadura, corte, entre outras) e ferramentas tecnológicas (modulação computacional, desenho digital, impressão 3D e corte automático) no desenvolvimento de projetos - Fomentar o desenvolvimento e implementação de projetos Low-Tech e High-Tech nas escolas (PBL, project based learning) - Promover, em extensão e qualidade, a implementação de atividades práticas e projetos STEAM em sala de aula - Despertar o gosto pela engenharia, tecnologia e programação - Promover o conceito de Jovem STEAM - Partilhar ideias e experiências
Conteúdos
1 - Introdução ao conceito STEAM (Duração: 1h) - Teoria e modelos do movimento Maker - Espaços Maker: Dóing, Tinkering Studio - conteúdos e conceitos - Educação STEAM: metodologias, estratégias e exemplos de boas práticas a desenvolver no 3ºCEB 2 - Animação Stop Motion (Duração: 4h) - Conceber e criar produtos multimédia; - Desenhar objetos 2D, criar cenários 3D e editar objetos 3D; - Operar software de animação 2D; - Criar composições gráficas partindo de linhas, formas e objetos; Atividade prática a promover junto dos professores: Histórias criativas em Stop Motion. Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 3 - Desafios elétricos (Duração: 3h) - Operadores elétricos e as suas funções num circuito elétrico simples. - Projetos de baixa complexidade como resposta a situações problema do dia-a-dia que envolvem a montagem de circuitos elétricos simples. Circuitos elétricos de papel. Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 4 - Ferramentas clássicas e ferramentas digitais: Modulação e impressão 3D; Desenho e (re)corte de imagens com recurso à Silhouette Cameo (Duração: 6h) - Criação e modulação de objetos 3D usando software livre - Operar software livre para impressão 3D Exemplos de atividades práticas a explorar em contexto escolar: - Europa 3D; - Autómatos Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5 - Programação para potenciar a inclusão e motivação para a aprendizagem e desenvolvimento do pensamento computacional, na resolução de problemas, uso de raciocínio e a comunicação em áreas STEAM (Duração: 2h). 5.1 - Programação tangível por blocos (Duração: 5h) Enquadramento teórico, técnico e pedagógico. Exemplos de atividades práticas a explorar em contexto escolar: - Desenho e exploração de figuras geométricas usando o Tangram: geometria e medida e números e operações. - Viagem do MI-GO através do sistema solar. - Desafios MI-GO ao quadrado: uso de raciocínio, comunicação e resolução de problemas em contexto matemático e não matemático. Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5.2 - Programação por blocos (Duração: 9h) 5.2.1 - Lego Spike (6h) Enquadramento teórico, técnico e pedagógico. Exemplo de atividade prática a explorar em contexto escolar: - Explorando a robótica Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula. 5.2.2 - MakeCode, Phyton e Scratch (3h) Enquadramento teórico e técnico. Exemplo de atividade prática a explorar em contexto escolar: Anima o teu mundo - Seres vivos Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula.
Metodologias
Demonstrações Realização de atividades práticas Trabalho cooperativo em pequenos grupos Reflexão, em grupo, da adequação científica, técnica e pedagógica das atividades propostas
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Critérios de avaliação: - Empenho e participação nas sessões 20% - Trabalhos práticos produzidos nas sessões 40% - Reflexão crítica individual 40% São tópicos de valoração da reflexão crítica individual: 1. Balanço global da formação 2. Contributos da formação para mudanças de práticas profissionais 3. Importância da formação para a qualidade da aprendizagem dos alunos 4. Descrição de uma nova atividade a realizar com o material e equipamento usado na formação.
Bibliografia
Guiões específicos criados pela equipa de formadores de apoio às diversas atividadesMaslyk, J. (2016), STEAM Makers: Fostering Creativity and Innovation in the Elementary Classroom, Corwin.Khine, M. S., Areepattamannil, S. (2019), STEAM Education: Theory and Practice, Springer.Wilkinson, K., Petrich, M. (2014). The Art of Tinkering, Exploratorium. Weldon Owen.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 14-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 16-05-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 16-05-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Heitor Francisco Loureiro Girão Surrador
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230 e 500.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Excel, amplamente utilizado no contexto académico e profissional, é uma ferramenta poderosa para o cálculo numérico, organização de dados e criação de gráficos. O seu uso no ensino da Matemática permite a exploração de conteúdos como funções, estatística, álgebra e geometria analítica, em conformidade com os tópicos destacados nas Aprendizagens Essenciais da Matemática. O Geogebra, por sua vez, é uma ferramenta dinâmica que possibilita a visualização gráfica de conceitos matemáticos, favorecendo a exploração de tópicos como geometria, álgebra, cálculo diferencial e integral. Ajuda a compreender conceitos abstratos, como limites, derivadas e integrais, de forma mais intuitiva. A utilização conjunta do Excel e do Geogebra, conforme incentivado pela Direção-Geral da Educação, através das AEM, oferece uma metodologia prática, integrada e coerente para promover o desenvolvimento de competências matemáticas essenciais, especialmente nas áreas de resolução de problemas, modelação matemática e pensamento crítico. A introdução dessas ferramentas, na sala de aula, prepara os alunos para uma aprendizagem mais ativa e contextualizada, em sintonia com as exigências do mercado de trabalho e o desenvolvimento de competências para o século XXI.
Objetivos
Reconhecer potencialidades na utilização do Geogebra e do Excel para o ensino da Matemática; Capacitar os formandos para utilizar recursos tecnológicos que contribuam para a motivação e o sucesso dos alunos; Elaborar tarefas a aplicar em contexto de sala de aula, utilizando o Geogebra e/ou o Excel; Promover a reflexão sobre as vantagens do uso do Geogebra e do Excel na aprendizagem da Matemática; Promover a reflexão sobre o processo de experimentação em sala de aula; Sensibilizar para as vantagens de utilizar do software no ensino da matemática; Valorizar o trabalho colaborativo, entre pares, como forma de promover o desenvolvimento profissional.
Conteúdos
1. Introdução ao curso (2h00 síncronas e 2h00 assíncronas) Apresentação do curso e dos seus objetivos. (30 minutos síncronos) Exploração do software Microsoft Excel (45 minutos síncronos): Interface e principais funcionalidades. Manipulação de dados e fórmulas básicas. Criação de gráficos e tabelas. Exploração do software Geogebra (45 minutos síncronos): Interface e principais funcionalidades. Ferramentas de geometria, álgebra e cálculo. Criação de construções e representações gráficas. Realização de uma tarefa, proposta pelo formador (2 horas assíncronas). 2. Utilização do Excel como ferramenta pedagógica em Matemática (4h00 sín-cronas e 4h00 assíncronas) 2.1. ( 2 horas síncronas): Funções e Fórmulas Matemáticas. Operações básicas e avançadas. Uso de funções estatísticas e financeiras. Criação e personalização de gráficos (barras, linhas, dispersão). Realização de uma tarefa, proposta pelo formador (2 horas assíncronas) 2.2. ( 2 horas síncronas): Aplicação de gráficos para visualizar funções e dados. Análise e interpretação de dados matemáticos. Modelos Matemáticos e Simulações: Construção de modelos matemáticos para projeções e previsões. Realização de uma tarefa, proposta pelo formador (2 horas assíncronas). 3. Utilização do Geogebra como ferramenta pedagógica em Matemática (4h00 síncronas e 4h00 assíncronas) 3.1. ( 2 horas síncronas): Construção de Figuras Geométricas. Criação e manipulação de figuras geométricas. Exploração de propriedades geométricas e relações. Visualização de conceitos de geometria analítica. Realização de uma tarefa, proposta pelo formador (2 horas assíncronas) 3.2. ( 2 horas síncronas): Representação de Funções e Gráficos. Representação gráfica e análise de funções matemáticas. Exploração de funções com parâmetros variáveis. Geometria Analítica e Cálculo: Estudo de funções usando o Geogebra. Realização de uma tarefa, proposta pelo formador (2 horas assíncronas) 4. Debate sobre as práticas desenvolvidas. Elaboração dos relatórios críticos pelos formandos e avaliação da formação (2 horas síncronas + 3 horas assíncronas)
Metodologias
- Curso de formação à distância, utilizando as plataformas digitais Zoom, para as sessões síncronas, e os softwares Microsoft Excel e Geogebra. - Utilização de várias ferramentas digitais de formação, como o Moodle. - Debate em grupo sobre os conteúdos da ação. Partilha de experiências entre os professores. - Exposição dos conteúdos da ação de formação. - Reflexão individual e em grupo, centrada na prática profissional. - Debate sobre as práticas desenvolvidas.
Avaliação
Avaliação final do formando: Ponderações: 25% participação nas sessões e 75% para os trabalhos desenvol-vidos, bem como o relatório final do formando. - Para a avaliação final individual de cada professor será usada uma escala quantitativa de 1 a 10 valores: Excelente - de 9 a 10 valores; Muito Bom - de 8 a 8,9 valores; Bom - de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. A certificação será feita nos termos da legislação em vigor.
Bibliografia
[1] Aprendizagens Essenciais da Matemática. Obtidas de https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/ Aprendizagens_Essenciais/.[2] Afonso, A. & Nunes, C., (2010). Estatística e Probabilidades: Aplicações e Solu-ções em SPSS. Escolar Editora.[3] Blauw, S. (2020). O poder dos números como estatísticas, percentagens e análises nos enganam e desenganam. Bertrand Editora.4] Branco, J. & Martins, M. (2002). Literacia estatística, Educação Matemática, pp. 9-13. Obtido em https://em.apm.pt/index.php/em/article/view/1112/1154.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 24-03-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 11 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 12 | 29-05-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
Formador
Ana Isabel Gomes Faria da Costa
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
APEF e Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
No âmbito da disciplina de Educação Física, o ensino/aprendizagem dos conteúdos programáticos das atividades rítmicas expressivas englobam, entre outras, as danças sociais. Sendo que a linguagem técnica utilizada na abordagem destas danças nem sempre é dominada pelos professores de Educação Física, quer pela complexidade que apresenta quer porque exige ao professor uma constante necessidade de atualização, procura-se então, através desta ação, uma simplificação e atualização de técnicas que suportem o desenvolvimento das danças em sala de aula, de forma criativa, apelativa e segura.
Objetivos
Identificar as formas musicais, noções e terminologias básicas específicas dos diferentes tipos de dança; Dominar as posições, direções e voltas básicas; Dominar os alinhamentos espaciais básicos; Dominar o reportório motor específico das danças desenvolvidas, assim como as progressões; Realizar, individualmente, aos pares e em roda, os encadeamentos coreográficos desenvolvidos, de acordo com a forma musical e ritmo de cada dança com alinhamento corporal, coordenação e fluidez de movimentos.
Conteúdos
Danças Sociais a trabalhar: Merengue, Rumba Quadrada, Cha Cha Cha e Valsa; Enquadramento geral, caracterização, terminologia e noções básicas específicas dos diferentes tipos de dança; Apresentação de princípios éticos relacionados com o respeito e o compromisso pessoal pelos outros; Apropriação de habilidades técnicas específicas nos diferentes tipos de dança: - ao nível da dimensão corpo: as posturas, o alinhamento corporal, a dissociação entre o movimento dos membros superiores e inferiores, as ações com diferenciação segmentar e as transferências de peso; - ao nível da dimensão espaço: as direções básicas, as posições básicas e pegas, a dissociação das ações próprias com as do par, a condução do par, pontos referenciais e alinhamentos básicos (espaço próprio e espaço partilhável) - ao nível da dimensão ritmo: a distinção entre compassos binários, ternários e quaternários, a contagem e marcação dos tempos do compasso com identificação do 1º tempo do compasso.
Metodologias
Estão previstas vinte e cinco horas práticas, sendo que durante as horas de prática serão abordados alguns conteúdos teóricos.
Avaliação
Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 70% Realização de uma sequência coreográfica com os passos desenvolvidos tendo por base uma das danças apreendidas 30% NOTA: CASO SEJA OBRIGATÓRIO A APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO ESCRITO, OS CRITERIOS SERÃO OS SEGUINTES: empenho - 70%, realização de uma sequência coreográfica - 20%, e relatório escrito - 10%.
Bibliografia
Jacinto, J., Carvalho, L., Comédias, J., Mira, J. - PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 10.º, 11.º e 12.º Anos, Formação Geral, Cursos Científico-Humanísticos. Ministério da Educação, Departamento do Ensino Secundário, 2021.Valente-dos-Santos, J., Faria, J., Pinho, R. - Fair Play, Educação Física 10º, 11º e 12º anos. Texto Editores, Lda, 2013.
Anexo(s)
Observações
Sócios APEF - apefaveiro@gmail.com
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 07-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 09-03-2026 (Segunda-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 14-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 14-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 16-03-2026 (Segunda-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 17-03-2026 (Terça-feira) | 19:30 - 22:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Jorge Manuel Rodrigues da Silva
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Esta ação pretende reforçar o conhecimento que os professores têm sobre a ligação intrínseca entre a educação para os media e a cidadania, usando práticas e dinâmicas que implicam os media e o jornalismo como ferramentas educativas, tendo como objetivo suprir a lacunas identificadas (Brites, 2015; Brites & Pinto, 2017; Referencial De Educação Para Os Media (DGE); Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar (RBE); Tomé, 2016; Equipa ERTE/DGE; Plano Nacional de Leitura 2027). Esta formação tem duplo sentido: potenciar e estimular a possibilidade dos professores serem eles próprios formadores entres os seus pares após a formação e, ainda, potenciar a melhor aplicação dos conhecimentos adquiridos nas suas atividades e planificações letivas com os alunos. Enquadra-se no âmbito do projeto do centro de formação, cuja grande preocupação é o apoio à comunidade educativa.
Objetivos
- Identificar e ser capaz de usar conceitos adquiridos relacionados com a educação para os media (incluindo jornalismo digital) e para a cidadania no contexto digital; - Compreender como as ferramentas decorrentes do conhecimento sobre a educação para os media e para a cidadania no contexto digital podem ser transpostas para a comunidade escolar, para a criação de projetos dinâmicos junto dos alunos; - Serem capazes eles mesmos de dar formação a outros professores, usando o que aprenderam e replicando em sistema de bola de neve; - Identificar ferramentas digitais e jornalísticas usadas durante a formação de modo a utilizarem e aplicarem esses conhecimentos em trabalho futuro com as suas comunidades escolares; - Melhorar a forma como abordam matérias relacionadas com os media e o jornalismo em contexto de sala de aula, da biblioteca escolar e de atividades extracurriculares.
Conteúdos
1. Educação para os Media (5 horas) - História e contexto; - O que é a competência mediática e por que é importante na educação; - Literacia mediática: interpretar, compreender e avaliar criticamente os media; - As especificidades atuais da informação e do jornalismo; - Competência mediática e digital; - A relação intrínseca com a educação para a cidadania. Reflexão sobre os conteúdos trabalhados, pistas para futuro. 2. Tecnologias digitais e Educação para os Media (5 horas) - Conceitos de digital storytelling; - Novo ecossistema mediático e a teoria da convergência; - Contar uma história usando as técnicas jornalísticas ligadas à entrevista, à notícia e à pesquisa; - Ferramentas para o storytelling; - Direitos autorais e legais. Reflexão sobre os conteúdos trabalhados, pistas para futuro. 3. Digital Storytelling na escola (7 horas) - Boas prácticas; - Uso do móvel como ferramenta para a criação de digital storytelling; - Podcast no contexto educacional - Digital storytelling em redes sociais: contar estórias em canais híbridos - Curadoria e agregação de conteúdos para distribuição multiplataforma Reflexão sobre os conteúdos trabalhados, pistas para futuro. 4. Gestão de projeto e de projetos integrados (4 horas) - Como pensar a aplicação de projetos; - Coordenar e delegar; - Possíveis cruzamentos temáticos do uso dos media com a educação para a cidadania; - Sustentabilidade e financiamento. Reflexão sobre os conteúdos trabalhados, pistas para futuro. NOTA: No final destas sessões, os formandos terão tempo para desenvolverem os pontos 1, 2 e 3 do trabalho autónomo. 5. Avaliação (4 horas) - Depois de os formandos terem aplicado os conteúdos na comunidade escolar, seja em atividades e/ou projetos curriculares ou extracurriculares mas sempre com os alunos, devem apresentar sumariamente os elementos que evidenciem a aplicação que fizeram. Este espaço de avaliação e reflexão serve ainda para refletir e encontrar pontos de melhoria no trabalho desenvolvido na escola, que deve, posteriormente, ser apresentado sob a forma de relatório individual escrito.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa dos(as) formandos(as), através de participação, trabalho de apresentação oral e trabalho autónomo, com relatório individual. Os(as) formandos(as) serão avaliados(as) tendo em consideração os seguintes referenciais/critérios e instrumentos: Pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das atividades das sessões e da formação global; elaboração de trabalhos. A avaliação será quantitativa, numa escala de 1 a 10, com a correspondente menção qualitativa, de acordo com a lei em vigor.
Bibliografia
Alexander, B. (2011). The New Digital Storytelling - Creating Narratives with New Media. ABC-CLIO.Brites, M. J., 2015. Jovens e culturas cívicas: Por entre formas de consumo noticioso e de participação. Covilhã: Livros LabCom. http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/128Frazel, M. (2011). Digital Storytelling Guide for Educators. Washington, DC: International Society for Technology in Education.Hobbs, R. (2011). Digital and Media Literacy: Connecting Culture and Classroom. California: Corwin.Ohler, J. B. (2013). Digital storytelling in the classroom: New media pathways to literacy, learning, and creativity. Corwin Press.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Presencial |
| 4 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 18:30 - 22:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Manuel Oliveira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Conteúdos
A AeDD na estrutura da ADD Procedimentos na AeDD Instrumentos de registo de AeDD
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Diana Isabel de Araujo Mesquita
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e da Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e da Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
Nos últimos anos, estudos científicos (Grilo, Irigoyen, 2005 ; Grilo, Thurik 2006) estabeleceram uma relação direta entre o empreendedorismo e a criação de empresas e consideraram que se é verdade que existem indivíduos que são empreendedores natos, não é menos verdade que uma atitude empreendedora pode e deve ser suscitada nos cidadãos, pelo menos, desde o início da escolarização e, consequentemente, que o empreendedorismo não pode nem deve ser considerado tão-somente como um meio para criar empresas, mas pode e deve também constituir-se como uma atitude geral/transversal com potencial impacto relevante na vida quotidiana, tanto pessoal como profissional, de todo e qualquer cidadão. É, portanto, notória a relevância que o empreendedorismo pode assumir no desenvolvimento das competências de um aluno, desde que incentivado desde os primeiros anos de escolarização.
Objetivos
- Apresentar a relevância do desenvolvimento da atitude empreendedora; - Demonstrar a justificação conceptual da educação para o empreendedorismo; - Apresentar a diferença entre empreendedorismo, educação para o empreende dorismo e formação para o empreendedorismo; - Apresentar a diferença entre Espírito Empreendedor, Cultura Empreendedora, Atitude Empreendedora e Intra-Empreendedorismo; - Apresentar as competências que resultam no perfil empreendedor; - Sensibilizar os implicados para o desenvolvimento da atitude empreendedora; - Promover a adoção de metodologias de aprendizagem que promovam atitude s empreendedoras; - Apresentar metodologias de aprendizagem ativas, centradas no aluno e baseadas em projetos; - Demonstrar a relevância das TIC no desenvolvimento da atitude empreendedora.
Conteúdos
1.Introdução à Educação para o Empreendedorismo (5h) Surgimento do Empreendedorismo e principais autores; Desenvolvimento do conceito e sua adequação ao contexto educação. 2.As competências empreendedoras e a atitude empreendedora (5h) Apresentação e clarificação de competências e características de carácter empreendedor; Clarificação do conceito atitude empreendedora em contraposição com atitude empresa rial e espírito empresarial 3.As metodologias de ensino-aprendizagem (5h) As metodologias de ensino-aprendizagem e as competências empreendedoras; A sala de aula e as competências empreendedoras; As atividades de trabalho dos alunos na promoção d e competências empreendedoras; 4.A Abordagem por Projeto (5h) A abordagem por projeto enquanto metodologia estruturante de formação; A organização de um projeto empreendedor; A relevância do projeto nas competências empreendedoras; 5.As TIC e as Competências Empreendedoras (5h) As competências de pesquisa e as TIC; As TIC na gestão e organização de um projeto empreendedor; Criação de pré-projecto empreendedor.
Metodologias
A formação será desenvolvida tendo como base metodologias de ensino-aprendizagem predominantemente ativas, centradas no formando e na sua participação. A componente teórica será sempre intercalada com exercícios práticos de aplicação dos conceitos abordados. O formando é elemento participante e fundamental no desenvolvimento da ação. As ações serão fundamentalmente teórico-práticas e práticas, sendo toda a componente teórica contextualizada por exercícios de carácter prático. Nas últimas sessões, os formandos deverão realizar uma proposta de projeto empreendedor que poderá ser implementado na sua escola.
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 30% Realização e apresentação de um trabalho individual de reflexão sobre a formação vivenciada 70%
Bibliografia
ANDRADE, R. Calaes (2005). Introdução: empreendedorismo um novo passo em educação. O empreendedorismo na escola. Porto Alegre/Belo Horizonte: Artmed/Rede Pitágoras. pp. 11-19CARVALHO, Dinis, LIMA, Rui & FERNANDES, Sandra (2008). Aprendizagem em Engenharia: projectos e equipas interdisciplinares. Proceedings CLME´2008/IICEM, (Eds.) Gomes, J. F. S., António, C. C., Afonso, C. F. e Matos, A. S., Edições INEGI, Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial, ISBN 978-972-8826-19-2, Artigo REF: 03A004, pp. 1-13.MESQUITA, Diana, LIMA, Rui & PEREIRA, Guilherme (2008). Engenharia e Gestão Industrial em Portugal: uma visão da procura profissional. in 5º Congresso Luso - Moçambicano de Engenharia (CLME'2008) (J. S. Gomes, C. C. António, C. Afonso and A. Matos), Maputo - Moçambique, aceite para publicação).MOREIRA, Narciso, CARVALHO, Dinis & SILVA, Jacques (2008). Do perfil empreendedor dos Estudantes nos Cursos de Engenharia da Universidade do Minho: Percepções dos Alunos finalistas do 1º Ciclo. Actas do Colóquio Educação para o Empreendedorismo, Universidade do Minho, Braga, 12 de Dezembro de 2008 (Edição electrónica, ISBN 978-989-20- 1479-1).NÉRICI, I. (1991). Metodologia do Ensino - uma introdução. São Paulo : Editora Atlas.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 28-02-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 28-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 18-04-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 18-04-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Isabel Franco da Silva Maia
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades. O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que promovam as aprendizagens de todos convocando quando necessário, a ação das equipas dos CRTIC, enquanto recurso organizacional específico de apoio à aprendizagem e à inclusão. Reconhecendo a importância dos PA como mais um pilar na construção da escola inclusiva, pretende-se que os CRTIC protagonizem uma intervenção atempada junto daqueles que deles necessitam para alcançar todo o seu potencial. A missão dos CRTIC prende-se com a avaliação das barreiras de acesso ao currículo, a prescrição dos PA adequados, a capacitação dos alunos, a implementação dos equipamentos na escola e a revisão das soluções propostas. O desenvolvimento tecnológico observado na área das TIC e as constantes exigências de uma Escola para Todos requerem a capacitação de todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos que necessitam de PA. A presente ação insere-se no processo de concretização do plano de atividades da DGE, designadamente no que concerne ao objetivo de promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das TIC no âmbito da educação especial, promovendo a capacitação de docentes que já desempenham ou que possam vir a desempenhar funções num CRTIC.
Objetivos
Explorar o DL 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, identificando implicações para a adoção de práticas mais inclusivas. Explorar os documentos legislativos DL 93/2009, de 16 de abril, e o Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio. Conhecer as competências dos CRTIC, enquanto recurso organizacional e o Sistema que enquadra a atribuição e financiamento dos Produtos de Apoio (SAPA). Aprofundar o conhecimento sobre os Produtos de Apoio para a Comunicação Alternativa e Aumentativa, suas características e potencialidades. Aprofundar o conhecimento sobre Produtos de Apoio para as acessibilidades a nível motor, auditivo e visual, suas características e potencialidades. Saber instalar e configurar os produtos de apoio de acordo com as características de cada aluno. Compreender as dinâmicas pedagógicas de sala de aula e conceber a utilização de Produtos de Apoio em situações de acesso ao currículo. Explorar as possibilidades de adaptação de materiais de baixo custo.
Conteúdos
Módulo 1 - O impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (3 horas síncronas) Exploração do documento legislativo DL nº 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: a) Os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação (Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória); b) A gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; c) O recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; Módulo 2 Os CRTIC, enquanto recurso específico organizacional e o Sistema SAPA (5 horas 2 sessões síncronas) Exploração do documento legislativo Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio, compreendendo a dinâmica de um Centro de Recursos TIC e o seu papel de proximidade à escola. Exploração do documento legislativo DL 93/2009, de 16 de abril, compreendendo a abrangência do Sistema SAPA. O processo de avaliação e prescrição de produtos de apoio e o envolvimento de todos os intervenientes no processo. Módulo 3 A Comunicação Alternativa e Aumentativa (10 horas 1 Sessão síncrona de 2:30 e 3 sessões assíncronas de 2:30H) As Tecnologias de Apoio para a Comunicação e a sua importância para a participação e a inclusão da criança/aluno. Abordagem à CAA sem tecnologia, com baixa tecnologia e alta tecnologia. Ferramentas digitais e aplicações gratuitas para a CAA. Construção de materiais para a CAA Adequação às necessidades e características da cada criança/aluno. Módulo 4 Acessibilidades (7 horas 1 sessão assíncrona de 2:30H 2 duas sessões síncronas, sendo 1 de 2:30H e 1 de 2:00H) Produtos e Tecnologias de apoio para a acessibilidade motora, visual e auditiva. Planificação intencional Acessibilidade e recurso ao Desenho Universal para a Aprendizagem.
Metodologias
Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas aos conteúdos. Os docentes devem ser desafiados à reflexão sobre a acessibilidade no quotidiano escolar das crianças/alunos que necessitam de produtos/tecnologias de apoio.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo de caso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática.Encarnação, Pedro; Azevedo, Luís; Lontral, Ana Rita, (2015), Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência. Lisboa: FCT.ESECS/IPLeiria et al. (2015) Tecnologias de Apoio Tecnologias para todos. https://iconline.ipleiria.pt/handle/10400.8/1317WATI. (2009). Assessing Students Needs for Assistive Technology - A Resource Manual for School District Teams. Wisconsin Assistive Technology Initiative. Jill Gierach Editor.Tetzchner, S. v., & Martinsen, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 25-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 4 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 05-03-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 6 | 06-03-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 8 | 18-03-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 20-03-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 10 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online síncrona |
Formador
Teresa Bela Pinto Paula
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Uma escola inclusiva procura responder às necessidades de todos os alunos que a frequentam, o que exige a criação de oportunidades para que estes se sintam acolhidos e participem ativamente nas atividades escolares. Se o acesso à escola é garantido a todos, por legislação própria, a realidade é que a efetiva participação ainda não foi alcançada. Nesse sentido, a inclusão impõe mudanças importantes no modo de perspetivar o papel e as funções da escola e na maneira de desenvolver práticas pedagógicas eficazes que garantam a efetiva participação de todos.
Objetivos
Dotar os formandos de conhecimentos inerentes ao normativo legal da educação inclusiva/ implementação do mesmo. Produzir documentação que contribua para o desenvolver de novas práticas educativas Fomentar momentos de reflexão sobre práticas inclusivas.
Conteúdos
1. Inclusão em meio escolar 2. Enquadramento legal da educação inclusiva 3. Pressupostos inerentes a uma educação inclusiva 4. Documentos inerentes à aplicação do normativo legal 5. Organização das escolas com vista à implementação do normativo legal
Metodologias
As sessões terão carater teórico/ prático, incluindo momentos de: exposição teórica; construção de material; análise/ discussão de casos.
Avaliação
A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões dinâmica e qualidade das intervenções. - Trabalho individual.
Bibliografia
Brown-Chidsey, R., & Steege, M. (2010). Response to intervention. Principles and strategies for effective pratice. N.Y.: The Guilford Press.Erchul, W. P. (2011). School Consultation and response to Intervention: A Tale of two literatures. Journal of Educational and psychological Consultation, 21, 191-208.https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfhttps://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/25826/3/Tese%20mestrado%20O%20Modelo%20de%20Resposta%20à%20Intervenção.pdfhttps://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/19107/2/Capitulo%20I%20até%20final%20_%20tese%20_.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 23-02-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 02-03-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
Formador
Rita Maria Ferreira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Crianças e jovens iniciam o seu contacto com os media sociais cada vez mais cedo, sendo comum o uso de Internet e outros recursos digitais ainda antes do ingresso na Educação Pré-escolar, pelo que importa prepará-las para essa inter-relação com os media, de forma que possam beneficiar das oportunidades oferecidas por essas plataformas, minimizando os riscos associados ao uso. A formação de docentes assume, por isso, um carácter urgente, para capacitarem das crianças e respetivas famílias para o exercício de uma cidadania ativa na era digital. Esta ação insere-se nos objetivos de instituições internacionais, como a Unesco ou o Conselho da Europa, bem como na proposta de flexibilidade curricular do Ministério da Educação e de todos os documentos legais que lhe estão associados.
Objetivos
a) Analisar práticas digitais de crianças e jovens, tendo como foco a participação democrática; b) Organizar atividades práticas envolvendo professores, seus alunos, pais e outros elementos das comunidades escolar e educativa c) Preparar os professores para implementarem atividades e projetos de cidadania digital, participação democrática, segurança e bem-estar online. d) Planificação de práticas sensíveis a desenvolver com alunos, em contextos formais, não-formais e informais de aprendizagem.
Conteúdos
Conteúdos de carácter teórico (6 horas): 1. Apresentação e discussão de conceitos: cidadania digital, Educação para os Media/Literacia dos Media, estar online, bem-estar online e direitos online. 2. Análise dos modelos de cidadania digital da Comissão Europeia (literacia digital), Conselho da Europa (Cidadania Digital), OCDE (Bússola da Aprendizagem; competência digital) e Unesco (Educação para a Cidadania Global). 3. As fases de um trabalho de projeto na área de Cidadania Digital e envolvendo comunidades escolares e educativas. Conteúdos de carácter prático (19 horas): 1. Criação de instrumentos informais de recolha de dados junto de alunos, nomeadamente acerca das suas práticas quotidianas (que redes usam e durante quanto tempo, assuntos mais discutidos, tipo de participação ). 2. Exploração de diferentes redes de recursos de Cidadania Digital (ex: LEME, PICCLE, sítio Internet da RBE, sítio do Conselho da Europa, UNESCO ). 3. Organização de atividades teórico-práticas, a desenvolver com os seus alunos, em ambiente escolar (dentro ou fora da sala de aula), individualmente ou em grupo, cuja duração dependerá do tempo disponível. 4. Apresentação e discussão dos resultados dessas atividades teórico-práticas, em grande grupo.
Metodologias
- Ensino dirigido e semi-dirigido (apresentação e discussão dos conceitos, bem como de resultados de investigação e de experiências de professores, pelo que se enquadram numa lógica mais expositiva, menos prática); - Atividades dirigidas de leitura e de reflexão; - Discussão; - Aprendizagem cooperativa (o contacto entre grupos, o acompanhamento por parte do formador, bem como a preparação da apresentação e a apresentação do trabalho desenvolvido potencia a aprendizagem cooperativa).
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos dos formandos (50%), bem como o trabalho de aplicação de conteúdos (50%).
Bibliografia
Tomé, V. (2021). Fazer o Mundo Inteiro: atividades de STEAM e Literacia dos Media do Pré-escolar ao Secundário. Lisboa: Ministério da Educação. https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/fazer-o-mundo-inteiro.pdfRaulin-Serrier, P., Soriani, A., Styslavska, O. & Tomé, V. (2020). Digital Citizenship Education Trainers pack. Strasbourg: Council of Europe.Tomé, V., Falconi, A. e Mendes, S. (Orgs.) (2019). App Your School - Experiências e um Manual para Atividades Futuras. Bellaria Igea-Marina: Centro Zaffiria.Frau-Meigs, D., O'Neill, B., Soriani, A. & Tomé, V. (2017). Digital Citizenship Education: Overview and new perspectives. Strasbourg: Council of Europe.Unesco. (2011). Media and Information Literacy: curriculum for teachers. Paris: Unesco.
Observações
1ª Sessão Online Releva para efeitos de progressão em carreira, ao abrigo do Desp. 779/2019, de 18 de janeiro, e atualizações subsequentes, e nos termos da deliberação do CDiretores
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-02-2026 (Segunda-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 16-02-2026 (Segunda-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 16-02-2026 (Segunda-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 17-02-2026 (Terça-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 17-02-2026 (Terça-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 9 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 11 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 12 | 21-02-2026 (Sábado) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 13 | 21-02-2026 (Sábado) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
Formador
Sérgio Óscar Marques Faria
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Pretende-se que os formandos ganhem uma consciência do património cultural e histórico Europeu, para que possam melhor compreender o conceito de interculturalidade europeia. Pretende-se ainda que este conhecimento possa vir a projectar e desenvolver uma consciência cívica de aceitação e tolerância, inter e intra cultural. Neste contexto, a presente ação valoriza metodologias ativas como forma de abordagem privilegiada e sempre integrada na dinâmica curricular da escola, sendo os seus conteúdos formativos viabilizados na modalidade de curso de formação. [Nota: esta AFC surge no âmbito dos Clubes Europeus, Etwininnig, Erasmus e outros Projetos Europeus, as escolas abrangidas pelo Cenforma, onde foram realizados diversos intercâmbios com outras escolas europeias. A esta experiência inicial, dado que se verifica que é cada vez mais necessário o conhecimento mais aprofundado da cultura europeia, através do contacto direto e indireto com o património cultural europeu, constata-se transversalidade a outras experiências idênticas. Pelo mecanismo de permuta, o CFAECAAV passa a ter também esta possibilidade de estudar, aprofundar, alargar o conceito de cidadania europeia subjacente nas Aprendizagens Essenciais, mas também melhorar a capacitação para as diversas atividades desenvolvidas pelos docentes, projetos, alunos das Escolas/AE associados, no sentido do desenvolvimento das suas competências nesta problemática.]
Objetivos
- Desenvolver conhecimentos relativos ao desenvolvimento da cidadania europeia; - Destacar a importância e as mais-valias do exercício da cidadania europeia; - Situar a União Europeia no contexto mundial e no contexto dos seus estados-membros por forma a proporcionar uma visão orientada para a oportunidade e abertura de horizontes pessoais e profissionais que o contexto europeu proporciona; - Contactar com o património histórico-cultural local; - Identificar no local vários percursos interpretativos e várias formas de conhecer. - Reconhecer a cidade como um espaço de convivência, fomentado o espírito de cidadania. - Contactar com elementos materiais (monumentos, gastronomia, doçaria) e imateriais (tradições). - Reconhecer elementos da identidade europeia; - Aplicar os conhecimentos adquiridos na produção de guiões educativos; - Utilizar recursos disponíveis e conceber atividades inovadoras de aprendizagem com recurso a ferramentas digitais.
Conteúdos
O Curso de Formação será estruturada de modo a repartir as horas destinadas às sessões presenciais entre momentos de discussão conceptual e momentos de trabalho cooperativo, para além do trabalho autónomo a desenvolver pelos formandos. Os conteúdos a abordar nas sessões presenciais conjuntas serão os seguintes: 1ª Sessão (7h) Apresentação da ação de formação e da estrutura da mesma pelos formadores; Importância da Educação para os Valores transeuropeus na Escola e na Sociedade atual.; Debate 'O que é um museu?' O seu próprio museu' - cada participante apresenta-se através de um pequeno museu; Recursos tecnológicos de apoio à implementação de projetos de educação para Valores e Literacia Social e Histórica Europeus. 2ª Sessão (6 horas) Importância da Educação para os Valores na Escola e na Sociedade atual; Literacia Social como corrente de convergência da Educação para Valores definição e aferição de conceitos; Curta História sobre a cidade; 3ª Sessão (6 horas) Métodos e técnicas de aprendizagem experiencial; Encontro com diferentes culturas europeias. 4ª Sessão (6 horas) Apresentação e discussão conjunta dos trabalhos dos formandos; Discussão dos novos meios a utilizar em sala de aula; Avaliação.
Metodologias
Todas as atividades serão concretizadas em dinâmica de grupo, valorizando atitudes participativas, empenhadas e intelectualmente ativas. Num primeiro momento pretende-se fornecer aos formandos alguns conceitos básicos e fundamentais que lhes permitam consciencializar da importância da Educação para os Valores e a Educação da Literacia Social, Cultural e Histórica Europeia. Genericamente as actividades incluirão previamente uma componente teórica de contextualização, seguindo a ativaidade propriamente dita e um período final de reflexão, debate, apresentação e esclarecimento de dúvidas. Nas sessões formativas far-se-á recurso alternado à exposição, reflexão, debate e trabalho em grupos cooperativos. Haverá uma relação/reflexão, alternada no tempo, entre a sustentação teórica presencial, o trabalho prático de conceção de instrumentos de trabalho de aplicação no contexto de sala de aula.
Avaliação
A avaliação será quantitativa e qualitativa, sendo a classificação apresentada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em sessão.
Bibliografia
LEVI, Primo, Se isto é um Homem, ed. Leya, 2018; Carvalho, Ana, Os museus e o património cultural imaterial, Lisboa, Edições Colibri, 2012; Carvalho, L. X. (coord.) 2010, A Urgência de Educar para Valores: um contributo para a Literacia Social, iLIDHQuintana, J.Mª. Pedagogia Social. Madrid, Dykinson, 1988; Kerr, D. 1999. Citizenship Education: an International Comparison. International Review of Curriculum and Assessment Frameworks Archive (INCA); AAVV, 2013. A Europa, as interrogações e o futuro. Lisboa: Editora Fonte da Palavra.
Observações
A presente ação releva para efeitos de progressão em carreira, ao abrigo do Desp. 779/2019, de 18 de janeiro, e atualizações subsequentes, e nos termos da deliberação do Conselho de Diretores do CFAECAAV | 30/04/24
1ª Sessão Online Releva para efeitos de progressão em carreira, ao abrigo do Desp. 779/2019, de 18 de janeiro, e atualizações subsequentes, e nos termos da deliberação do CDiretores
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-02-2026 (Segunda-feira) | 21:00 - 23:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 16-02-2026 (Segunda-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 16-02-2026 (Segunda-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 17-02-2026 (Terça-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 17-02-2026 (Terça-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 7 | 18-02-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 9 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 11 | 20-02-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 12 | 21-02-2026 (Sábado) | 10:30 - 12:30 | 2:00 | Presencial |
| 13 | 21-02-2026 (Sábado) | 14:30 - 15:30 | 1:00 | Presencial |
Formador
José Alberto Loureiro Costa
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Em função do plano de atividades: Esta ação de formação insere-se no plano de atividades das escolas e deve ser revista sempre que se verifiquem alterações no tipo de experiências realizadas, na introdução de novos equipamentos, na reorganização das instalações ou na identificação de novos riscos, assegurando, assim, a conformidade com as exigências pedagógicas e de segurança. Em função dos destinatários: Esta ação de formação é dirigida ao Pessoal Não Docente, com o objetivo de atualizar e desenvolver competências relativas à organização de materiais, ao armazenamento seguro de produtos, à manutenção preventiva de equipamentos e à aplicação de procedimentos de segurança. Pretende-se, assim, assegurar a execução das tarefas técnicas de forma segura e eficiente, em conformidade com as normas e com a legislação aplicável, contribuindo igualmente para a prevenção de riscos e para a proteção da comunidade escolar
Objetivos
Os espaços laboratoriais são ambientes de aprendizagem essenciais para a experimentação científica, mas também implicam riscos associados a substâncias químicas, equipamentos elétricos, material biológico e manipulação de materiais diversos. A formação dos utilizadores é fundamental para garantir práticas seguras, prevenir acidentes. Esta formação tem como objetivo capacitar os utilizadores para o uso seguro, responsável e pedagógico dos laboratórios escolares. assegurando a prevenção de riscos, a correta gestão de materiais e resíduos e a adoção de procedimentos de emergência.
Conteúdos
1. Acesso e utilização dos espaços O acesso aos laboratórios e demais espaços técnicos deve ser realizado exclusivamente por alunos, docentes e funcionários autorizados, mediante supervisão ou autorização prévia. A utilização dos ambientes deve observar as normas internas, mantendo-se a organização, limpeza e respeito às sinalizações de segurança. É obrigatório o cumprimento das regras de conduta, o uso adequado dos equipamentos e a proibição de permanência em áreas restritas sem acompanhamento de um responsável. 2. Gestão de Materiais e Produtos Químicos A gestão de materiais e produtos químicos deve seguir critérios de armazenamento seguro, rotulagem adequada e controle rigoroso de entrada e saída de substâncias. Produtos perigosos devem ser armazenados em locais apropriados, segregados por compatibilidade, com fichas de segurança acessíveis e atualizadas. O manuseio deve ser realizado com a utilização de equipamentos de proteção individual, sob supervisão docente, e os resíduos devem ser descartados de acordo com as normas ambientais e de segurança vigentes, evitando riscos à saúde e ao meio ambiente. 3. Normas Gerais de Segurança As normas gerais de segurança estabelecem diretrizes obrigatórias para prevenir acidentes e proteger a integridade física de alunos, docentes e funcionários, bem como o património escolar. Incluem a utilização de equipamentos de proteção individual quando necessário, a manutenção da ordem e limpeza dos espaços, a proibição de comportamentos de risco e a observância de procedimentos seguros. Todos os utilizadores são responsáveis pelo cumprimento dessas normas e devem reportar imediatamente qualquer situação de risco ou incidente ao responsável presente. 4. Normas e Procedimentos Específicos por Disciplina As normas e procedimentos específicos por disciplina contemplam orientações particulares para as atividades de Biologia, Física e Página 1 de 3 Química, considerando os riscos e necessidades de cada área. Devem incluir instruções sobre o uso correto de equipamentos, materiais e reagentes, bem como as práticas laboratoriais adequadas e o uso de dispositivos de segurança específicos. Os alunos devem consultar e seguir obrigatoriamente os protocolos de sua disciplina antes de iniciar qualquer atividade, sob orientação do docente responsável. 5. Protocolos de Emergência Os protocolos de emergência estabelecem as ações imediatas a serem adotadas em caso de incidentes, como incêndios, derramamentos, exposições químicas, acidentes com equipamentos ou outras situações de risco. Devem incluir procedimentos de evacuação, acionamento de serviços de emergência, primeiros socorros e comunicação com a direção escolar, bem como a indicação de responsáveis e meios de alerta. A observância desses protocolos é essencial para minimizar danos e assegurar a proteção de todos os ocupantes da instituição. 6. Gestão de Inventário e Manutenção de Equipamentos A gestão de inventário e a manutenção de equipamentos visam assegurar a disponibilidade, funcionalidade e segurança dos recursos utilizados nas atividades escolares. O inventário deve ser atualizado regularmente, registando identificação, localização, estado de conservação e histórico de utilização. A manutenção preventiva e corretiva deve ser realizada conforme cronograma definido, com documentação das intervenções, responsáveis e datas, garantindo o correto
Bibliografia
Manual de Utilização, Manutenção e Segurança nas Escolas — Ministério da Educação, Secretaria-geral do Ministério da Educação. ISBN: 972-729-060-4; Occupational and Environmental Safety and Health (série, eds. Pedro M. Arezes, Paula Carneiro, Rui B. Melo, et al.) — Springer; Manual de segurança de laboratórios escolares — Departamento do Ensino Secundário (2002). Manual específico para laboratórios em escolas secundárias portuguesas.
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-02-2026 (Segunda-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 09-02-2026 (Segunda-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 11-02-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 8 | 12-02-2026 (Quinta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 9 | 13-02-2026 (Sexta-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 10 | 13-02-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Manuel Oliveira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAECAAV
Enquadramento
Na História da Educação em Portugal, como noutras partes do "universo Cristão", tem relevância notável a educação ministrada nos Seminários, impulsionada em grande parte pelas determinações do Concílio de Trento (século XVI), teve um impacto profundo e duradouro na cultura e na sociedade, particularmente em Portugal e nos territórios de influência ibérica. Estas instituições não funcionaram apenas como locais de ensino religioso, mas como centros de padronização de valores cívicos, baseados no humanismo cristão, de disciplina intelectual e influência social e cultural. .
Objetivos
- contribuir, no âmbito do Jubileu da abertura do Seminário de Santa Joana Princesa-Aveiro, para o aprofundamento da sociologia religiosa; - refletir transversalmente sobre as raízes da cultura portuguesa; - pensar sobre o exercício da cidadania que implica, por parte de cada indivíduo e daqueles com quem interage, uma tomada de consciência, cuja evolução acompanha as dinâmicas de intervenção e transformação social, que traduz-se numa atitude e num comportamento, num modo de estar em sociedade que tem como referência os direitos humanos, nomeadamente os valores da igualdade, da democracia e da justiça social.
Conteúdos
Contexto histórico: Seminário e Santa Joana Princesa Sociedade e Cultura: percursos de vida de relevância cívica a partir da formação do Seminário.
Metodologias
Conferência Painel Debate
Modelo
--
Anexo(s)
Observações
ACD realizada por proposta da ADASA (Associação dos Antigos Alunos do Seminário) em parceria com a Associação_Editora 9.5.9 e Correio do Vouga
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-02-2026 (Sábado) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Fernando Ferreira Lagarto
Destinatários
Professores dos Grupos 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | APEF
Enquadramento
Esta ação de formação, destinada a professores de Educação Física e do ensino especial que desenvolvem atividades de Canoagem/ Canoagem adaptada, visa dar resposta a necessidades concretas dos docentes numa área de formação relativamente à qual existem, na zona geográfica do centro de formação, condições ideais para a respetiva prática. Trata se de uma área prevista no programa da disciplina de Educação Física / Ensino Especial. Acrescente-se ainda o facto da Canoagem, como atividade de ar livre, dar resposta às mais atuais motivações dos adolescentes e jovens, os quais muitas vezes procuram formas diferentes de se afirmarem socialmente e em particular no desporto. A situação geográfica das escolas associadas, bem como o interesse demonstrado pelos docentes justificam a apresentação desta oferta formativa, promovendo ainda o desporto em geral nos dias de hoje como uma forma de inclusão social, e o o desporto adaptado, neste início de século XXI, tem tido um papel importante na intervenção social.
Objetivos
Desenvolver competências cientifico-pedagógicas adequadas ao ensino da canoagem;-Desenvolver competências científico-pedagógicas adequadas ao ensino de Canoagem/ Canoagem Adaptada. Desenvolver conhecimentos práticos, relativos à indicação técnica de Canoagem/ Canoagem Adaptada. Conhecer e utilizar estratégias psicomotoras específicas relativas aos alunos e aos contextos. Conhecer normas de segurança fundamentais inerentes às referidas atividades. Refletir sobre as condições de prática, indispensáveis à implementação destas atividades.
Conteúdos
1. Análise do programa de Canoagem em Educação Fìsica -Programa como quadro geral de referências;-Caraterísiticas do programa;-Composição Curricular;-Limites de Programa;-Análise de objetivos gerais de comportamento;2-Análise do programa de Canoagem Adaptada em Ensino Especial; 3. Programa como quadro geral de referências; 4. Características do programa; 5. Composição curricular; 6. Limites do programa; Condições de Prática de Canoagem: 1. Recursos em Educação Física/ Ensino Especial; 2. Visões e perspetivas dos vários intervenientes; 3. Conceito de processo de desenvolvimento e plano de desenvolvimento da Educação Física na Escola/ Ensino Especial; 4. Segurança no ensino de Canoagem/ Canoagem Adaptada; 5. Regras para evitar abalroamentos. Conceitos básicos as embarcações e seus componentes 1. Fundamentação básica; 2. Abordagem aos termos técnicos de Canoagem/ Canoagem Adaptada - Manuseamento dos materiais e sua função; Introdução à Metodologia de Ensino Aplicação de técnicas psicomotoras específicas: 1. Metodologia e didática específicas; 2. Experimentação das técnicas fundamentais de Canoagem/ Canoagem Adaptada;;3 Enquadramento e Regulamentos da Canoagem no Desporto Escolar e no Desporto Federado.4- O processo de ensino-aprendizagem da Canoagem; 5- Técnica de Pagaiada e situações de aprendizagem;6 - Progressões pedagógicas.
Metodologias
O Curso decorrerá no Centro de Formação Desportiva do Agrupamento de Escolas José Estêvão e na antiga Lota de Aveiro. As metodologias a utilizar incluem:Nas sessões teóricas, será dada a formação teórica de base, fundamental para a compreensão e aplicação prática dos conteúdos inerentes à iniciação e prática da modalidade. As sessões práticas terão como objetivo fundamental transmitir os conteúdos inerentes à iniciação da Canoagem, passando pela vivência prática dos vários de alguns desses conteúdos e exercícios.
Avaliação
Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Os critérios a utilizar são: Empenho e participação nas sessões (40%). Realização de trabalhos práticos, centrados na realização de tarefas básicas de aparelhamento (montagem), utilização e desmontagem de embarcações e equipamentos de vela; Reflexão crítica escrita,, individual, sobre a experiência de formação vivenciada (60%).
Bibliografia
Federação Portuguesa de Canoagem. Manual do Monitor de Canoagem. PortoFederação Portuguesa de Canoagem (2008). Metodologia do Treino Desportivo na Canoagem do planeamento à execução. PortoSzanto & Henderson (2004). ICF Flatwater Coach Manual, Level 1 Canoe & Kayak. Internacional Canoe Federation. MadridCarneiro, A. (Trad.) (2005), Manual de Vela Adaptada, Federação Portuguesa de CanoagemLima, A. P; Palmeira, A.P.; (2011), As boas práticas de inserção social no e pelo desportoEstudo sobre os Atletas Paraolímpicos, Universidade Fernando Pessoa, Porto
Observações
Sócios APEF (com cotas regularizadas) - 40€ Professores do CFIEMO - 40€ Outros participantes: 80 € Pagamento por transferência bancária para o NIB PT50 0035 0123 0006 7384 2309 0. Solicitamos o envio do comprovativo da transferência, para o email apefaveiro@gmail.com Data limite de pagamento e inscrição: 3 de fevereiro Inscrições válidas após pagamento.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-02-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 28-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 28-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 06-03-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 07-03-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 07-03-2026 (Sábado) | 14:00 - 18:00 | 4:00 | Presencial |
| 7 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Carolina Lopes Magalhães
Destinatários
Professores do 1º Ciclo
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
A formação destina-se a professores das escolas para podem usar o equipamento Techlab Makey- Makey na exploração de conteúdos e desenvolvimento de atividades e projetos STEAM com os seus alunos.
Conteúdos
Programação Scratch: código de cores, blocos e criação de variáveis Interface Makey-Makey: exploração e programação Atividades práticas a promover junto dos professores • Piano • Reciclagem (criação em pequeno grupo de um projeto de aplicação das STEAM) Análise de potencialidades e constrangimentos na sua aplicação em sala de aula
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-01-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Paulo César Gamelas Nunes
Destinatários
Professores do 1º Ciclo
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
A formação destina-se a professores das escolas para podem usar o equipamento Techlab “Kit Lego Education WeDo 2.0” na exploração de conteúdos e desenvolvimento de atividades e projetos STEAM com os seus alunos. Pretende capacitar professores com competências científicas, técnicas e pedagógicas para explorar conteúdos usando este equipamento.
Conteúdos
Construções de robôs usando o kit Lego Education WeDo. Codificação/ programação por blocos de palavras. Análise de dificuldades e constrangimentos na lecionação e desenvolvimento de atividades práticas em sala de aula, nomeadamente as atividades “Robô ventoinha/ ventilador” e “Robô espião”, entre outras, e para realização de projetos STEAM.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Rui Pedro Pereira Luzio
Destinatários
Professores de Educação Física (GR 260 e 620)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Educação Física (GR 260 e 620). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores de Educação Física (GR 260 e 620).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Rugby, enquanto jogo desportivo coletivo, faz parte do Bloco das Atividades Físicas Desportivas, como matéria alternativa dos Programas Curriculares de Educação Física. Devido à riqueza de situações que proporciona, constitui uma atividade formativa por excelência pelo que, a sua aplicação em meio escolar é de toda a pertinência, para que o professor de Educação Física disponha de mais um instrumento para responder às necessidades e motivações dos alunos, no decorrer do processo de ensino-aprendizagem. O Rugby é um desporto complexo mas fácil de jogar, ensinar e aprender nas primeiras etapas. Esta facilidade de jogar e aprender deve-se à simplicidade técnica da progressão individual com bola e acessibilidade de finalização, que constituem fatores essenciais para estimular a participação de quem se inicia numa modalidade. Mesmo a dificuldade inicial na forma de progredir coletivamente (passar para trás), leva a iniciativas individuais de progressão para a frente transportando a bola, que constituem comportamentos estimulantes para quem se inicia em qualquer modalidade desportiva coletiva. Por se encontrar quase totalmente limitada a pisos duros, a prática do Râguebi na escola terá que ser orientada fundamentalmente para a educação de uma conduta de comportamento que restrinja a ação (contacto) sobre o adversário, de forma a garantir a segurança individual dos alunos.
Objetivos
- Apresentar e introduzir o Tag rugby, como matéria alternativa na Educação Física - Proporcionar a todas as crianças e jovens, de ambos os sexos, uma experiencia única de socialização, através da vivência de um jogo misto, coletivo de grande riqueza comunicacional e cooperativa; - Construção de projetos curriculares de turma que envolvam o Tag Rugby nas suas dimensões desportiva, cultural, organizativa, competitiva; - Utilização de metodologias ativas e participativas no processo de ensino e aprendizagem que sejam conducentes à resolução dos problemas de ordem técnico-tática ocorridos na atividade; - Partilha de experiências/recursos/saberes entre os participantes e destes com a comunidade educativa; - Produção e utilização de recursos didáticos que promovam uma aprendizagem ativa, nomeadamente, jogos, exercícios, posters, vídeos, análise de dominantes técnicas, etc. - Conhecer e operacionalizar os objetivos do jogo, os princípios, as diferentes formas de jogar e as leis de jogo.
Conteúdos
Trabalho Presencial (5 horas) 1. Diferenças entre o jogo formal e o de iniciação. 2. Abordagem ao jogo através de um jogo de iniciação o Tag Rugby, com base nos seguintes conteúdos: a) Objetivo do jogo; b) Número de jogadores; c) Espaço de jogo; d) Material de jogo; e) Forma de jogar (atacantes e defensores); f) Leis de jogo: i. Começo e recomeço de jogo; ii. O toque (tag); iii. O toque/passe para a frente; iv. Rodar e rodopiar; v. Bola fora; vi. O fora de jogo; vii. O ensaio; viii. A formação ordenada; ix. O alinhamento. 3. Apresentação progressiva dos elementos técnico-táticos básicos, para resolver os problemas que sejam apresentados no decorrer do jogo: a) Transportar a bola; b) Apanhar a bola do solo; c) Correr com a bola e fintar; d) Passe e receção; e) Passar antes, durante ou depois do toque (tag); f) Fixação, dobras, cruzamentos, passe interior, preservar o espaço livre; g) Organização do apoio; h) Defesa individual e coletiva (HxH, canais e deslizante). Trabalho Presencial (5 horas) 1. Diagnose da turma formandos 2. Construção do Unidade didática /Plano de aula 3. Operacionalização da metodologia de ensino 4. Deteção e registo dos problemas mais frequentes 5. Trabalho de grupo para apresentação de propostas de resolução dos problemas mais frequentes apresentados; 6. Avaliação do nível das aprendizagens alcançadas pelos formandos; 7. Critérios de avaliação Trabalho Presencial (5 horas) 1. Aplicação das propostas de resolução de problemas; 2. Relato escrito do trabalho desenvolvido 3. Apresentação dos relatórios de projeto; 4. Auto e heteroavaliação; 5. Avaliação da ação
Metodologias
A ação terá a duração de 15 horas de trabalho presencial em que serão adotados os seguintes passos metodológicos: - Exposição teórico-prática - Trabalho de grupo - Trabalho individual - Prática pedagógica - Descoberta guiada - Construção do projeto de turma - Avaliação das sessões efetuadas na turma - Relato e ilustração do projeto
Avaliação
Os formandos serão avaliados na escala de 1 a 10, de acordo com o despacho nº 4595/2015, do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. A avaliação dos formandos depende da frequência mínima de 2/3 das horas de formação presencial. Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens (valores em percentagem): - PARTICIPAÇÃO (pontualidade; Interesse e empenho) 15% - DOMÍNIO DOS CONTEÚDOS (reflexões e participação nas sessões teórico-práticas) 35% - PROJETO Construção, aplicação e relato final (devidamente documentado) 50%
Bibliografia
- Cordovil, J. (1993) O ensino do rugby, Horizonte 54: Dossier- Cordovil, J. e Rocha, H. (1995) O ensino do rugby, O ENSINO DOS JOGOS DESPORTIVOS, 219-244, Porto: CEJDFCDEF- UP- Garcia, H. e Moura, J. (2011) Tag Rugby na Escola. Dossier do Professor; Lisboa: FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE RUGBY
Observações
Preço de Inscrição: Sócios da APEF – 35€ Professores CFAECAAV : 35€ Outros participantes: 80 € Pagamento por transferência bancária para o NIB 0035 0123 0006 7384 2309 0 Solicitamos o envio do comprovativo da transferência, para o email apefaveiro@gmail.com
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 09-01-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 06-02-2026 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 07-02-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 5 | 07-02-2026 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Maria Carolina Lopes Magalhães
Destinatários
Professores do 1º Ciclo
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
A formação destina-se a professores das escolas para podem usar o equipamento Techlab Impressora 3D na exploração de conteúdos e desenvolvimento de atividades e projetos STEAM com os seus alunos.
Conteúdos
Modelação e impressão 3D com utilização do software TinkerCad. Análise das potencialidades e constrangimentos da utilização deste tipo de equipamento em contexto de sala de aula. Construção e impressão de uma peça 3D.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-12-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Paulo César Gamelas Nunes
Destinatários
Professores do 1º Ciclo;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
A formação destina-se a professores das escolas para podem usar o equipamento Techlab “Kit Vex Go” na exploração de conteúdos e desenvolvimento de atividades e projetos STEAM com os seus alunos. Pretende capacitar professores com competências científicas, técnicas e pedagógicas para explorar conteúdos usando este equipamento.
Conteúdos
Construção e codificação/ programação de robôs por blocos de palavras, usando software específico. Segurança rodoviária: sinais de trânsito, seu significado e comportamentos seguros. Análise de dificuldades e constrangimentos na lecionação e desenvolvimento de atividades práticas em sala de aula, nomeadamente a atividade “Segurança rodoviária”, entre outras, e para realização de projetos STEAM.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A formação sobre mentorias interpares revela-se pertinente num momento em que as escolas procuram estratégias eficazes para promover o sucesso escolar, a inclusão e o bem-estar socioemocional dos alunos. A investigação recente (Simões & Alarcão, 2011; Lim et al., 2022; Oliveira, 2021) tem demonstrado que os programas de mentoria potenciam a autoeficácia, a autonomia, a motivação e o sentimento de pertença, contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos e para a concretização do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. No caso do Agrupamento de Escolas de Águeda, o ProMentI – Programa de Mentorias Interpares tem-se afirmado, desde 2020/2021, como uma prática de referência, alinhada com a Resolução do Conselho de Ministros n.o 53-D/2020, que recomenda a implementação de programas de mentoria para a recuperação das aprendizagens e o reforço das competências pessoais e sociais dos alunos. A formação visa, assim, capacitar os docentes e técnicos para: • compreender os fundamentos teóricos e os benefícios da mentoria interpares; • conhecer o modelo e a metodologia do ProMentI, enquanto estudo de caso de sucesso (Congresso Ordem dos Psicologos Portugueses; V Congresso Internacional sobre Engagement de los Alumnos en la Comunidad Escolar y en el Aprendizage; • refletir sobre o papel do professor na coordenação, acompanhamento e monitorização das díades mentor-mentorando; • aplicar práticas de mentoria promotoras de inclusão, cooperação e responsabilidade partilhada. Tutorias: A crescente diversidade dos contextos escolares e a complexidade dos desafios enfrentados pelos alunos exigem respostas pedagógicas mais personalizadas, preventivas e integradoras. As tutorias psicopedagógicas emergem como uma prática estruturada, com base científica robusta e alinhamento com as políticas educativas nacionais, assumindo-se como um instrumento essencial para a promoção do sucesso educativo e da inclusão. De acordo com MECI, as tutorias psicopedagógicas são uma medida universal e preventiva, com início preferencial no 1.o ciclo, e visam o desenvolvimento de competências como a autorregulação, metacognição, resiliência, resolução de problemas e autoconhecimento. Estas competências são reconhecidas como preditores mais fortes de sucesso académico do que o próprio QI, sendo essenciais para a aprendizagem ao longo da vida, assentes nos seguintes pontos: 1. Tutoria como prática estruturada e eficaz A investigação de Topping (2000) demonstra que a tutoria, quando bem planeada, monitorizada e sustentada por relações de confiança, promove a aprendizagem ativa, a autorregulação e o desenvolvimento de competências sociais. A tutoria professor-aluno permite um acompanhamento mais próximo e adaptado às necessidades específicas de cada aluno, criando um espaço seguro para a reflexão, a tomada de decisão e a construção de estratégias personalizadas de aprendizagem. 2. Promoção de perfis motivacionais adaptativos Valle et al. (2015) identificam que os alunos com orientação para objetivos de aprendizagem (learning goals) apresentam maior envolvimento, autoeficácia e controlo sobre a sua aprendizagem. A tutoria constitui um espaço privilegiado para fomentar este tipo de orientação motivacional, reduzindo a ansiedade, promovendo a perseverança e favorecendo o desenvolvimento de uma atitude positiva face aos desafios escolares. 3. Reformulação de atribuições causais e gestão emocional Segundo Weiner (2000), as interpretações que os alunos fazem sobre o seu desempenho — se atribuem o sucesso ou o insucesso a causas internas ou externas, estáveis ou instáveis, controláveis ou incontroláveis — influenciam diretamente as suas emoções (como orgulho, culpa ou vergonha) e os seus comportamentos futuros. A tutoria permite ao professor ajudar o aluno a desenvolver uma perceção mais realista, equilibrada e positiva das causas do seu desempenho, promovendo a responsabilização, a resiliência e a autoestima. 4. Contributo da Psicologia e da Investigação Educacional A ciência psicológica, conforme destacado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, oferece contributos valiosos para a formação e ação especializada no âmbito das tutorias, nomeadamente: • Diagnóstico e planeamento de intervenções personalizadas; • Desenvolvimento de competências socioemocionais e metacognitivas; • Promoção de relações interpessoais significativas e motivadoras; • Monitorização e avaliação de impacto das intervenções. As tutorias favorecem a construção de vínculos significativos, promotores da sensação de pertença e da motivação intrínseca, essenciais para sustentar o envolvimento escolar. Permitem ainda o desenvolvimento de competências como a metacognição, a aprendizagem autorregulada, a resiliência e a resolução de problemas — competências fundamentais para o sucesso académico e para a vida. 5. Alinhamento com políticas públicas e boas práticas internacionais O modelo de tutorias psicopedagógicas proposto pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) assenta numa abordagem holística, preventiva e colaborativa, com início no 1.o ciclo e continuidade ao longo do percurso escolar. Este modelo visa o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e emocionais, com impacto direto na qualidade das aprendizagens e na construção de percursos escolares sustentáveis. A investigação internacional (Komosa-Hawkins, 2010) reforça que programas de tutoria escolar bem estruturados contribuem para: • Aumento do envolvimento escolar e da autoestima; • Redução de comportamentos de risco; • Melhoria do desempenho académico e da permanência na escola; • Promoção de relações de confiança e apoio entre alunos e adultos significativos. 6. Relevância para o exercício profissional docente A formação em tutorias psicopedagógicas permitirá aos docentes: • Desenvolver competências de escuta ativa, empatia e orientação personalizada; • Integrar estratégias de promoção da autorregulação e da aprendizagem significativa; • Colaborar com técnicos especializados e famílias na construção de planos de ação tutorial; • Contribuir para ambientes de aprendizagem mais inclusivos, motivadores e emocionalmente seguros; Assumir um papel ativo na prevenção do insucesso e abandono escolar, com base em práticas sustentadas na evidência.
Conteúdos
Mentorias: Módulo 1 — A relevância das mentorias interpares • Conceito e dimensões da mentoria: académica, relacional e cívica. • Benefícios comprovados na investigação (Simões & Alarcão, 2011; Lim et al., 2022). • Mentoria e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. • O papel do mento-mentorando como mediador e facilitador. Módulo 2 — O ProMentI: um caso de prática transformadora • Enquadramento e génese do ProMentI (Resolução do Conselho de Ministros n.o 53-D/2020). • Estrutura e fases de implementação: voluntariedade, díades, formação, acompanhamento, avaliação. • Impactos observados: competências académicas, relacionais e integração escolar. • Resultados da avaliação 2023/2024 e indicadores de sucesso. Módulo 3 — Competências relacionais e papel do mentor • Características de um mentor eficaz: confiança, altruísmo, escuta ativa e consistência. • Estratégias de comunicação e questionamento reflexivo. • A mentoria como pedagogia do cuidado e da corresponsabilidade. Módulo 4 — Avaliar e sustentar programas de mentoria • Modelos de avaliação formativa (Kirkpatrick, 2007). • Indicadores de impacto e instrumentos de recolha de dados (questionários, focus group). • Devolução dos resultados à comunidade educativa. • Sustentabilidade e melhoria contínua do programa. Tutorias: Módulo 1 – Fundamentos da Tutoria Psicopedagógica Objetivo: Compreender os fundamentos teóricos, legais e científicos da tutoria como prática estruturada e eficaz. • Conceito de tutoria e distinção entre tutoria formal/informal, individual/em grupo, presencial/online (Topping, 2000; OPP, 2016). • Diferenças entre ensino e tutoria: foco na relação, personalização e desenvolvimento integral. • Princípios de uma tutoria eficaz: o Relação sustentada e significativa (Komosa-Hawkins, 2010; Kraft & Falken, 2021). o Regularidade e continuidade (mínimo 1 ano, idealmente ao longo de um ciclo). o Estrutura e planeamento com objetivos claros e mensuráveis. o Integração no quotidiano escolar (não como medida remediativa, mas preventiva e universal). Módulo 2 – Motivação, Emoções e Relação na Aprendizagem Objetivo: Analisar o impacto da tutoria na motivação, autorregulação e desenvolvimento socioemocional dos alunos. Conteúdos ajustados: • Perfis motivacionais e orientação para objetivos de aprendizagem (Valle et al., 2015). • Atribuições causais e emoções associadas (Weiner, 2000): orgulho, culpa, esperança, vergonha. • Relação tutor-aluno como fator protetor e promotor de resiliência, pertença e autoestima (OPP, 2016; Kraft & Falken, 2021). • Aprendizagem autorregulada (Schunkm & Zimmernan, 2023) • A importância da empatia, escuta ativa e vínculo emocional na eficácia da tutoria (Komosa-Hawkins, 2010). Módulo 3 – Estratégias Práticas de Tutoria Objetivo: Desenvolver competências práticas para planear, conduzir e avaliar sessões de tutoria. Conteúdos ajustados: • Técnicas de escuta ativa, questionamento socrático e incitamento à reflexão. • Feedback construtivo e reforço positivo: como promover a autoeficácia e a autorregulação. • Planeamento de sessões de tutoria: o Definição de objetivos CRAva. o Frequência e duração recomendadas (Kraft & Falken, 2021). • Monitorização e avaliação contínua: registos, metas, indicadores de progresso (OPP, 2016). Módulo 4 – Desenho e planeamento da ação tutorial Objetivo: Aplicar os conhecimentos adquiridos e construir um plano da ação tutorial Conteúdos ajustados: • Diagnóstico • Desenho e Planeamento o Articulação com a equipa pedagógica e psicólogos escolares. o Envolvimento das famílias e da comunidade educativa. o Adaptação a diferentes níveis de ensino e modalidades (individual, grupo, entre pares).
Anexo(s)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
Formador
LARA SARDINHA VIEIRA
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A criação de Ambientes Educativos Inovadores (AEI) segue, por norma, o terno conceptual Pedagogia-Tecnologia-Espaço. Neste, Pedagogia e tecnologia são abordadas sobre várias perspetivas, nos diferentes contextos educativos. O mesmo não se aplica ao espaço físico, e como o layout e a disposição de mobiliário influenciam a criação de um melhor ambiente, a melhoria do ensino e da aprendizagem (EA) e promovem a inclusão. É importante compreender como é que um Espaço Físico de Aprendizagem (EFA), um espaço complexo, é influenciado por abordagens pedagógicas e tecnologia e como estes são influenciados pelo EFA. Ademais, existem duas preocupações sociais e políticas: os esforços para reduzir a população NEET e o aumento do fluxo de Migrantes. A juventude migrante está em risco de se tornar NEET (OCDE, 2022). Assim, é importante entender como criar AEIs que promovam a inclusão destas populações. A Recomendação nº 3/2022 de 29 de Junho do CNE, aborda a receção de migrantes e a construção de uma escola mais inclusiva. Mas, é rara a referência sobre EFAs neste documento, indicando a existência de uma possível lacuna na Educação Inclusiva. Este curso vem tentar colmatar este hiato, através da exploração e aplicação de um conjunto de quarenta e duas diretrizes interdependentes para a criação de Ambiente Inclusivo de Aprendizagem. Estas apontam para um modo de intervenção num espaço existente tendo em vista a sua reconfiguração num AEI inclusivo, considerando diferentes dimensões do espaço.
Objetivos
1) Dar a conhecer o conceito de Ambientes Educativos Inovadores e Ambientes de Aprendizagem Inclusivos; 2) Dar a conhecer o conceito de dimensões do espaço; 3) Refletir sobre o Espaço Físico de Aprendizagem; 4) Design Inclusivo; 5) Layouts que facilitam o desenvolvimento de um espaço inclusivo; 6) Reconhecer a importância do espaço como recurso inclusivo; 7) Reconhecer diferentes layouts do espaço como recurso potenciador da inclusão; 8) Desenvolver a reconfiguração de espaços físicos de aprendizagem para a criação de um Ambiente de Aprendizagem Inclusivo.
Conteúdos
1 Acolhimento e Contextualização (1h30): Dinâmica de grupo para a apresentação dos formandos, da formadora e do curso de formação e respetiva avaliação; 2 Brainstorming sobre o Espaço Físico de Aprendizagem (2h): Exercício prático de recriação de Espaços Físicos de Aprendizagem existentes. Reflexão sobre os espaços apresentados no contexto da Escola Inclusiva (fazer ponte com o conteúdo seguinte); 3 As dimensões do espaço (1h30): As dimensões tecnológica/digital, arquitetónica, cultural e social do espaço, Análise de diferentes espaços e respetivas dimensões, A importância das dimensões do espaço para um Ambiente de Aprendizagem Inclusivo; 4 - Design Inclusivo (2h): Sensibilização à temática do design inclusivo e potenciais aplicações no contexto educativo; 5 Diretrizes para a reconfiguração do espaço educativo num Ambiente de Aprendizagem Inclusivo (4h): As 42 diretrizes e como aplicá-las; 6 Criação de Ambientes de Aprendizagem Inclusivos (10h): Definição dos espaços a intervir, Reconfiguração dos espaços definindo as diretrizes aplicadas, justificando-as; 7 A importância do Ambiente de Aprendizagem Inclusivo numa Escola Inclusiva (1h); 8 Disposições Finais (3h): Apresentação dos espaços criados, Reflexões finais Avaliação dos formandos, da formadora e da ação de formação.
Metodologias
de ideias e conceitos; 2- Método Demonstrativo: Transmitir conhecimentos práticos; 3- Método Ativo: A formadora tem o papel de facilitadora. Adquirem-se competências, aprendendo o saber e o saber fazer. As sessões de formação estão desenhadas no sentido de englobarem uma componente teórica, através do método expositivo, seguida e/ou intercalada de atividades práticas, de análise e criação de ambientes de aprendizagem inovadores e inclusivos. As atividades de cariz mais prático serão realizadas individualmente e em grupo. No final de cada sessão será promovida uma reflexão oral entre o grupo, de forma a fazer-se uma súmula dos conteúdos abordados. A formação tem uma duração de 25h e encontra-se sequenciada no sentido de se criar uma reflexão/discussão sobre a importância do espaço físico de aprendizagem e o seu papel na inclusão dos mais variados alunos e na motivação e interesse destes pela escola.
Avaliação
O regime de avaliação dos formandos realizar-se-á ao longo das sessões, de forma contínua, reflexiva e participada, tendo como produto final a reconfiguração de um espaço físico educativo existente. Os formandos serão avaliados individual e quantitativamente, numa escala entre 0 e 10, de acordo com os critérios definidos e considerando as orientações emanadas pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua. Escala em uso: - EXCELENTE: de 9 a 10 valores - MUITO BOM: de 8 a 8,9 valores - BOM: de 6,5 a 7,9 valores - REGULAR: de 5 a 6,4 valores - INSUFICIENTE: de 0 a 4,9 valores
Bibliografia
Sardinha, L. (2023). Space reconfiguration for the promotion of an Inclusive Learning Environment: NEET and Migrant populations [Unpublished Doctoral Thesis, Universidade de Aveiro]. http://hdl.handle.net/10773/38263Benade, L. (2017). Is the classroom obsolete in the twenty-first century? Educational Philosophy and Theory, 49(8), 796807. https://doi.org/10.1080/00131857.2016.1269631CABE. (2008). Inclusion by Design: Equality, diversity and the built environment. CABE - Commission for Architecture and the Built Environment. https://doi.org/10.1007/s00401-009-0538-8JISC. (2006). Designing Spaces for Effective Learning - A guide to 21st century learning space design. Joint Information Systems Committee (JISC). https://doi.org/10.1007/s12072-013-9484-6Lim, F. V. V., OHalloran, K. L., Podlasov, A., OHalloran, K. L., & Podlasov, A. (2012). Spatial pedagogy: mapping meanings in the use of classroom space. Cambridge Journal of Education, 42(2), 235251. https://doi.org/10.1080/0305764X.2012.676629
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-11-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 2 | 15-11-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 22-11-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 22-11-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 29-11-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 29-11-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:30 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
Formador
Paulo César Gamelas Nunes
Destinatários
Professores do 1º Ciclo;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha | Câmara Municipal de Aveiro
Enquadramento
A formação destina-se a professores das escolas para usarem o equipamento Techlab “kit Desafios elétricos” na exploração de conteúdos e desenvolvimento de atividades e projetos STEAM com os seus alunos. Pretende capacitar professores com competências científicas, técnicas e pedagógicas para explorar conteúdos usando este equipamento.
Conteúdos
Circuitos elétricos para dar resposta a situações-problema do dia-a-dia Principal(ais) função(ões) de diversos componentes elétricos Representação de circuitos elétricos usando simbologia universal Associações em série e em paralelo Uso de ferramentas e equipamento para construção de uma máquina de rabiscos. Análise de dificuldades e constrangimentos na lecionação e desenvolvimento de atividades práticas em sala de aula sobre eletricidade, nomeadamente “Condutores e isoladores elétricos”, “Desafios elétricos” e “Máquina de rabiscos”, entre outras, e para realização de projetos STEAM.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-11-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Ana Cristina Sousa Marques
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) é uma das tecnologias mais transformadoras do século XXI, com impacto crescente em todas as áreas da sociedade, incluindo a educação. A sua rápida disseminação em ferramentas de uso quotidiano — como motores de busca inteligentes, assistentes virtuais, tradutores automáticos, plataformas educativas adaptativas e geradores de texto e imagem — está a redefinir a forma como aprendemos, trabalhamos e comunicamos. Nas escolas, a IA já se manifesta em múltiplas dimensões: na personalização das aprendizagens, na automatização de tarefas administrativas, no apoio à comunicação entre docentes e alunos e na criação de recursos educativos. No entanto, esta evolução tecnológica coloca também novos desafios éticos, pedagógicos e de literacia digital, exigindo reflexão crítica e preparação por parte dos professores e educadores.
Objetivos
Compreender o conceito e os princípios básicos da Inteligência Artificial (IA); Explorar aplicações práticas da IA em contextos educativos; Fomentar uma reflexão crítica e ética sobre o papel da escola e do professor na era da Inteligência Artificial; Contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de utilização responsável e pedagógica da IA no contexto escolar.
Conteúdos
1. Fundamentos e Princípios Básicos da IA • O que é a Inteligência Artificial: Definição simplificada, evolução histórica e a diferença entre IA Geral e IA Focada. • Tipos de IA e Algoritmos: Diferença entre IA Tradicional (baseada em regras/dados) e IA Generativa (criação de texto, imagem e áudio). • Como a IA aprende: Conceitos básicos de Machine Learning (Aprendizagem de Máquina), Redes Neuronais e Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), explicados de forma acessível. • Desmistificação de mitos: O que a IA consegue e não consegue fazer na atualidade. 2. Aplicações Práticas da IA na Educação • Produtividade e Planeamento Docente: Utilização de ferramentas de IA (como ChatGPT, Claude, Copilot) para criar planos de aula, gerar guiões de atividades, elaborar rubricas de avaliação e diversificar materiais didáticos. • Personalização da Aprendizagem: Plataformas tutoriais inteligentes que adaptam o ritmo e os conteúdos às necessidades individuais de cada aluno. • Avaliação e Feedback: Ferramentas que auxiliam na correção de trabalhos, na criação de testes automatizados e na formulação de feedback formativo rápido. • Apoio à Inclusão: Aplicações de IA para tradução simultânea, conversão de texto em voz (e vice-versa) e adaptação de materiais para alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). 3. Reflexão Crítica e o Papel do Professor • A Redefinição do Papel do Educador: A transição do professor como "detentor do saber" para o papel de facilitador, mentor e curador de conhecimento. • O Impacto no Perfil do Aluno: Como avaliar competências que a IA não replica facilmente (pensamento crítico, criatividade, empatia, colaboração e resolução de problemas complexos). • Redesenho da Avaliação: Como criar avaliações que resistam ao plágio por IA, focando-se no processo de aprendizagem (avaliação formativa, portefólios, defesas orais) e não apenas no produto final. 4. Ética, Segurança e Cultura de Utilização Responsável • Desafios Éticos e Vieses: Compreensão de como a IA pode perpetuar preconceitos (género, raça, cultura) presentes nos dados com que foi treinada. • Privacidade e Proteção de Dados: Cuidados com a partilha de dados dos alunos em plataformas públicas (RGPD e segurança digital). • Plágio vs. Co-criação: Definição de regras claras na escola sobre quando e como os alunos podem (ou não) utilizar a IA nos seus trabalhos escolares. • Literacia da Informação: Estratégias para ensinar os alunos a identificar "alucinações" da IA (erros factuais que a IA apresenta como verdades) e a validar fontes.
Metodologias
Exposição interativa e uso de plataformas eletrónicas
Modelo
não há
Observações
..
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
José Manuel da Costa Ferreira
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 300, 310 e 320.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE) das disciplinas de Português e de Literatura Portuguesa em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - O lugar da gramática no ensino do português (3.º CEB e ES 5h) Abordagem dos principais marcos do desenvolvimento linguístico (lexical, fonológico, morfológico e sintático): o Dicionário Terminológico O ensino da gramática no contexto da didática do português e dos documentos de referência para a disciplina de Português O processo de transposição didática no ensino da gramática, envolvendo as competências de leitura, escrita, de compreensão oral e expressão oral. Módulo 3 - A inferência na análise textual (3.º CEB e ES 5h) Tipos de inferências As inferências na compreensão de textos escritos (ler, compreender e inferir) Trabalho experimental: textos de tipologias variadas; estrutura de questionários e tipos de perguntas Módulo 4 - A argumentação: compreensão do oral, leitura e escrita (3.º CEB e ES 5h) O papel de Aristóteles na conceção da argumentação Tipologia de argumentos A argumentação nos atos oral e escrito nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa Módulo 5 - O ensino e a aprendizagem do texto poético (3.º CEB e ES 5h) A poesia ensina-se? Códigos poéticos: fónico-rítmico; estilístico; semântico-pragmático Estratégias de ensino da poesia. Módulo 6 - O ensino e a aprendizagem do texto narrativo (3.º CEB e ES 5h) A compreensão leitora em textos narrativos Estratégias de ensino do texto narrativo Desenvolvimento de técnicas de aperfeiçoamento de escrita de texto narrativo (produção e revisão de texto narrativo). Módulo 7 - O lugar da leitura nas aulas de Português e de Literatura Portuguesa (3.º CEB/ES 5h) Dinâmicas de leitura e de audição (tipologias textuais das Aprendizagens Essenciais) Avaliação da leitura. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.
Metodologias
O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: - Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo - Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Dicionário Terminológico - https://dt.dge.mec.pt/index.php?id=n318
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 2 | 07-11-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-11-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 17-11-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 21-11-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 24-11-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 02-12-2025 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 15-12-2025 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 18-12-2025 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
Formador
Susana Margarida Pena Pereira Gomes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
Num contexto educativo marcado pela inovação tecnológica, as plataformas digitais assumem um papel central na organização, comunicação e desenvolvimento da escola. No AE Eixo, estas ferramentas têm sido fundamentais para apoiar o trabalho docente, promovendo uma maior eficiência, colaboração e qualidade no serviço prestado à comunidade educativa. A utilização das plataformas Teams e Inovar permite aos docentes planear, partilhar e avaliar atividades de forma estruturada e acessível e facilita a comunicação entre docentes, alunos e encarregados de educação, promovendo uma cultura de transparência.
Conteúdos
As plataformas utilizadas no AE de Eixo: Inovar e Microsoft365; O Teams como ferramenta de trabalho colaborativo entre docentes e como plataforma de interação pedagógica com os alunos; As aplicações disponíveis na conta Microsoft 365 do AE Eixo: exploração da folha de exel na utilização da grelha de avaliação comum; O Inovar como plataforma de registo de faltas, comportamentos, avaliações, medidas do DL 54/2018, comunicação entre o Diretor de Turma e Encarregados de Educação, registo de medidas de apoio; O Inovar PAA como ferramenta de construção partilhada do Plano Anual de Atividades do AE Eixo.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 31-10-2025 (Sexta-feira) | 15:45 - 18:45 | 3:00 | Presencial |
Formador
Heitor Francisco Loureiro Girão Surrador
Destinatários
Professores dos grupos 230 e 500
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230 e 500.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Numa sociedade cada vez mais tecnológica, criativa e inovadora, a continuação da adoção de metodologias de ensino tradicionais tem enfrentado diversas dificuldades, entre elas, o desinteresse dos estudantes pelas tarefas de sala de aula. Nesse sentido, os professores estão constantemente a serem desafiados para encontrarem estratégias que envolvam e predisponham os alunos para a Matemática. Neste contexto, é natural que o uso de software específico e de aplicações tecnológicas consigam, com a orientação do professor, contribuir para a promoção de um ambiente profícuo à aprendizagem significativa. Por um lado, o GeoGebra permite explorar todos os domínios da Matemática e aprender através da manipulação dinâmica dos objetos, por outro, a Gamification permite que os alunos vão superando obstáculos e evoluindo no conhecimento e nas estratégias adotadas.
Objetivos
Nesta oficina de formação pretende-se que os formandos adquirem competências no sentido de desenvolver ações pedagógicas de sucesso, com recursos apelativos, inovadores, capazes de estimular a criatividade e motivar os alunos para a disciplina de matemática. Assim, os objetivos a atingir são: - Sensibilizar os professores para a importância da Gamification como estratégia promotora do envolvimento nas tarefas de sala de aula;- Incluir o Geogebra como software dinâmico facilitador da aprendizagem; - Adaptar a prática pedagógica às novas perspetivas metodológicas do ensino; - Explorar potencialidades de applets e outras plataformas para a compreensão de conceitos matemáticos, resolução de problemas, exploração de tarefas, construção de recursos próprios e avaliação formativa das práticas; - Promover a reflexão o processo e os recursos abordados nesta formação.
Conteúdos
Enquadramento teórico sobre as potencialidades de ensinar Matemática com recursos à Gamification e a ferramentas de avaliação formativa (2 horas) Conhecer algumas das plataformas online de aprendizagem como o Mentimeter, o Socrative, o Kahoot, o Plickers, entre outras adequadas a diferentes momentos da aula para motivação, desenvolvimento e consolidação, e reconhecer as suas principais potencialidades e diferenças na aplicação (3 horas) - Explorar as plataformas referidas e criar material didático próprio com recurso a cada uma (8 horas) Enquadramento teórico sobre a importância de ensinar Matemática com recursos a software de Geometria Dinâmica (Geogebra) (1 hora) - Explorar as ferramentas pré-definidas do Geogebra, resolver propostas presentes em guiões de aprendizagem autónoma seguindo múltiplas abordagens dos diferentes conteúdos e criação de ferramentas próprias (3 horas) - Explorar e criar material didático, incluindo applets, reconhecendo as potencialidades do Geogebra para o ensino dos diferentes domínios constantes do Programa de Matemática (3 horas) - Construção, partilha e apresentação de um GeogebraBook, conhecer as suas aplicações e funcionalidades (3 horas) - Utilizar applets do Geogebra no telemóvel (2 horas)
Avaliação
De acordo com o RJFC DL 22/2014, de 11 de fevereiro e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho 4595/2015, de 6 de maio, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com as menções definidas no ponto 6, do mesmo diploma, e é atribuída com base nos indicadores abaixo apresentados e respetiva ponderação: Assiduidade/Participação nas atividades 25% Qualidade do trabalho desenvolvido autonomamente 60% Relatório crítico individual 15%
Bibliografia
Albarnoz, A. C., & Llamas, I. (2009). Geogebra: Mucho más que geometría dinámica. Madrid: Ra-Ma Editorial.Bu, L., & Schoen, R. (Eds.) (2011). Model-Centered Learning: Pathways to Mathematical Understanding Using GeoGebra (Modeling and Simulations for Learning and Instruction). Rotterdam: Sense Publishers.Maia, C., & Couto, A. (2014). Conjeturar com o Geogebra!. Sensos-e, 1(1), 1-9.Martins, G., Gomes, C. A., Brocardo, J., Pedroso, J., Carrillo, J., Silva, L., Rodrigues, S. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação e Ciências, Direção Geral da Educação.Kapp, K. M., Blair, L., & Mesch, R. (2012). The Gamification of Learning and Instruction. Fieldbook. San Francisco, CA: Wiley.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 10-12-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 07-01-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 21-01-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 28-01-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 04-02-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
Ref. 288T1 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123153/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 15 de Outubro de 2025
Fim: 17 de Dezembro de 2025
Regime: Presencial
Local: Escola EB 2,3 de São Bernardo, Laboratório de Artes Performativas (Sala LAP)
Formador
António Nuno Sampaio Marques Ferreira
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Atualmente, nas nossas escolas, os educadores e professores do 1.º ciclo são responsáveis pelas atividades de enriquecimento curricular resultando daí uma diversidade enorme de atividades a desenvolver com as crianças que as frequentam. Na maior parte dos agrupamentos, aos professores de Educação Musical são-lhes acometidas responsabilidades de orientação dos colegas (pré-escolar e 1.º CEB) nesta área da expressão, dinamizando a articulação necessária para que as atividades, sendo de caráter lúdico tenham um conhecimento científico e pedagógico que as sustentem e fundamentem. Assim sendo, este tipo de articulação envolvendo educadores e professores (1.º CEB e Educação Musical) aprofundam e desenvolvam os seus conhecimentos na área da Expressão Musical para que esta seja utilizada de forma estratégica, potenciadora da aprendizagem e pedagogicamente válida.
Objetivos
A educação artística no ensino pré-escolar e no primeiro ciclo do ensino básico, é composta pelas áreas da Expressão Plástica e Educação Visual; Expressão e Educação Musical; Expressão Dramática e Teatro e a Expressão Físico-Motora/Dança. Assim, dado que a formação de professores é um dos fatores que melhor pode contribuir para a qualificação do ensino propõe-se com esta ação os seguintes objetivos gerais: -Promover um aprofundamento do conhecimento musical, didático e curricular dos educadores de Infância e dos professores do 1.º ciclo envolvidos, tendo em conta as atuais orientações curriculares neste domínio; -Proporcionar aos professores titulares e educadores a aquisição de técnicas e competências básicas na área da educação artística; -Elaborar materiais de apoio que se constituam como instrumentos didático-pedagógicos; -Favorecer a realização de experiências de desenvolvimento curricular em Expressão Musical que contemplem a planificação de atividades, a sua condução e reflexão por parte dos educadores e professores envolvidos; -Aperfeiçoar as competências profissionais e pedagógicas nos domínios das atividades educativas.
Conteúdos
Os conteúdos deste programa de formação visam o desenvolvimento do conhecimento da Expressão e Didática Musical de modo a que os Educadores e Professores se tornarem mais confiantes e competentes no exercício das atividades Musicais, tendo como documentos de referência o Programa de Expressão e Educação Musical do Ensino Básico e o Currículo Nacional do Ensino Básico. Estes documentos assentam no pressuposto de que o desenvolvimento da Competência Musical dos alunos se consegue através de experiências de aprendizagem diversificadas e significativas para o aluno, que: - promovam a autoconfiança e o gosto pelas atividades musicais (importante nos primeiros anos de escolaridade); - proporcionem uma aprendizagem baseada na compreensão dos conceitos. - ajudem a perceber a importância e a relevância da Música no quotidiano dos alunos. Sabendo-se que os professores precisam de experiências de desenvolvimento profissional que articulem, adequadamente, o conhecimento dos conteúdos a ensinar, o conhecimento didático e os recursos disponíveis para utilizar na sala de aula, os conteúdos desta ação de formação dizem respeito aos seguintes domínios: - O programa de Música para o ensino básico; - Os recursos a utilizar, como base e suporte das atividades propostas; - A cultura da Expressão Musical na sala de aula e a avaliação da evolução dos alunos.
Avaliação
A avaliação das atividades desenvolvidas é realizada de modo continuado pelo formador em conjunto com os formandos e tem como referência os objetivos e finalidades do curso. Esta avaliação incide sobre o desenvolvimento das competências dos formandos no domínio da Expressão Musical. São tomados em consideração os seguintes aspetos: - Qualidade da participação nas sessões de trabalho; - Percurso dos participantes ao longo do curso de formação; - Qualidade de realização das atividades propostas nas sessões de trabalho; - Portfólio com as atividades e materiais criados, selecionados ou desenvolvidos (recursos educativos Flipchart; ppt; Prezzi; Canva; Áudio Wav/mp3; Vídeo; etc.,) e o respetivo plano de aplicação em contexto de sala de aula; Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, nos termos da lei. Tudo isto dentro do quadro referencial pelo CFAE em que o desempenho nas sessões: -Critério de qualidade de desempenho do formando: 40%; -Trabalho individual escrito (rigor, adequação, originalidade): 60%
Bibliografia
Beaumonte, M., Baesse, J., & Patussi, M. (2006). Aula de música na escola: Integração entre especialistas e professoras na perspectiva de docentes e gestores. Revista da abem, 14, 115-123.Cortez, C. (2001). Las didácticas epecíficas en la formacion del profesorado ponencias: didáctica de la expression musical la didáctica de la musica en la formación del profesorado en Hungria a través de la conception pedagógica de Zoltan Kodály en los anos 90. Kecskemét: Instituto de Pedagogia Musical Zoltán Kodály.Gordon. E. (2000). Teoria da aprendizagem musical para recém-nascidos e crianças em idade escolar: Lisboa: Fundação Caloust Gulbenkian.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 22-10-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 05-11-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 12-11-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 19-11-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 26-11-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 03-12-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 10-12-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:30 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 17-12-2025 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
Formador
Manuel Oliveira de Sousa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril, a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
O Decreto-lei 95/2025 aplica a proibição de uso de telemóveis nas e sociais, porque a evidência empírica, de âmbito nacional e internacional, associa o uso excessivo destes equipamentos tecnológicos a situações de isolamento social e ao aumento de casos de indisciplina e de comportamentos de risco. Será que todas as coisas, aparentemente, agradáveis têm de ser proibidas? É possível agir, educar para a responsabilização, e evitar a penalização.
Objetivos
Analisar as questões na ordem do dia, a partir da nova realidade que o DL 95/2025 enquadra; Apresentar um ciclo de reflexão (Projeto), em parceria, que leve ao aprofundamento das questões prementes e suscite ferramentas para trabalhar a diversidade de situações e melhoria da vida de alunos e comunidades.
Conteúdos
1º momento - contexto da ACD, tendo em consideração a utilização deste tipo de equipamentos tecnológicos no espaço escolar, a adoção de medidas de restrição ou, mesmo, de proibição. 2º momento - Ética de compromisso e responsabilização contributo para a melhoria do clima educativo. - Dr Luís Francisco Marques (Coimbra) 3º momento – Projeto DisConnect - Dr Emídio Abrantes (Coordenador do Centro de Respostas Integradas - www.icad.pt) A ACD termina com a APRESENTAÇÃO DA REVISTA LABOR - do CFAECAAV
Metodologias
Exposição. Debate.
Modelo
s/ avaliação
Anexo(s)
Observações
O terceiro momento é aberto a toda a comunidade - sem inscrição e certificado.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
Ref. 540T1 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136055/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 7 de Outubro de 2025
Fim: 27 de Novembro de 2025
Regime: Presencial
Local: Biblioteca da Escola Secundária Homem Cristo
Formador
Rosa Maria Parabém Ferreira
Rita Maria Ferreira
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha
Enquadramento
No âmbito do projeto Contexto e Visão para a revisão curricular das Aprendizagens Essenciais em Matemática, em agosto de 2021 foram homologadas as novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho n.º 8209/2021, de 19 de agosto) que entrarão em vigor a partir do ano letivo: a) 2022/2023, no que respeita aos 1.º, 3.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade; b) 2023/2024, no que respeita aos 2.º, 4.º, 6.º e 8.º anos de escolaridade; c) 2024/2025, no que respeita ao 9.º ano de escolaridade. Tendo consciência da necessidade de formação dos professores do grupo 110 para a operacionalização destes novos documentos curriculares em Matemática no Ensino Básico, procurar-se-á desenvolver uma formação focada em aspetos específicos das novas AE de Matemática para o Ensino Básico (AE, 2021), destacando o que de mais significativo e novo existe nestes documentos curriculares.
Objetivos
No final da formação, os professores participantes devem: Compreender, de forma aprofundada, as orientações curriculares expressas nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, o seu racional e as consequências para o ensino da Matemática; Estar dotados do conhecimento didático e o conhecimento matemático requeridos para o ensino orientado pelas novas AE de Matemática para o Ensino Básico; Realizar práticas de ensino de Matemática que contemplem a planificação de aulas, a sua concretização e consequente reflexão, em contextos de trabalho colaborativo, tornando-se sensíveis e capazes de resolução para os problemas que possam surgir na prática de ensino das novas AE de Matemática para o 1.º ciclo do Ensino Básico.
Conteúdos
Orientações curriculares para o ensino da Matemática no Ensino Básico expressas nas novas AE 2021 (2 sessões de 2,5h cada): - Caracterização das novas AE de Matemática - Articulação entre os temas nas novas AE de Matemática - Reflexos dos princípios nas opções curriculares das novas AE de Matemática Serão propostas tarefas que permitirão trabalhar as novas AE segundo diversos ângulos. Articulação entre diferentes temas matemáticos e capacidades matemáticas transversais, incorporando as capacidades e atitudes gerais transversais (5 sessões de 2,5h cada): - Conteúdos de aprendizagem (conhecimentos, capacidades matemáticas, capacidades e atitudes gerais) que uma dada tarefa preferencialmente pode promover - Análise de produções de alunos - Feedback oral e escrito a fornecer pelo professor - Recursos, em particular tecnológicos, e suas potencialidades Serão propostas tarefas de formação constituídas por tarefas a propor aos alunos, e um conjunto de questões que incidem sobre o ensino da Matemática, a partir das características da tarefa dos alunos, de produções de alunos, de episódios de sala de aula, de notas de campo de aulas realizadas no âmbito da operacionalização destas novas AE. Práticas de ensino promotoras do desenvolvimento integrado de temas matemáticos, capacidades matemáticas transversais e capacidades e atitudes gerais transversais (3 sessões de 2,5h cada): - Planificação (objetivos de aprendizagem, tarefas, formas de as explorar e recursos, em particular ferramentas tecnológicas) - Operacionalização (dinâmica da aula; papel do professor e dos alunos, discussão em grande grupo) - Reflexão (aprendizagens realizadas, dificuldades reveladas pelos alunos e ações do professor, identificação de aspetos a melhorar, causas e aperfeiçoamentos para futuro). A primeira sessão será dedicada ao início da planificação da aula a lecionar, e as duas restantes decorrerão após o término do trabalho autónomo e destinar-se-ão à apresentação e reflexão da intervenção na prática letiva. Para o trabalho autónomo propor-se-á a leitura de textos que sustentem teoricamente algumas ideias chave das orientações curriculares consideradas nos documentos curriculares, assim como a leitura de textos de apoio sobre os temas trabalhados. Prevê-se ainda que o trabalho autónomo incida na conclusão da planificação, na realização da aula e na preparação da apresentação aos restantes formandos desta intervenção na prática letiva.
Metodologias
Presencial: A periodicidade deverá ser variável: começando de forma mais concentrada, passando a ser mais espaçada decorridos cerca de 2/3 da formação, a fim de permitir tempo para uma intervenção na prática letiva. Sessões presenciais (momentos em pequenos grupos e em grande grupo): análise e discussão das AE, de textos teóricos que as suportam, resolução e discussão de tarefas de formação e planificação e reflexão de uma intervenção na prática. As tarefas de formação poderão incluir a resolução de tarefas a propor aos alunos, o seu enquadramento curricular, a análise de produções matemáticas de alunos e de episódios de sala de aula, e o seu enquadramento curricular no âmbito das novas AE de Matemática. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo (individual ou em pequenos grupos): leitura das AE e de textos disponibilizados, planificação, concretização e reflexão da intervenção na prática, preparação da apresentação, em pequenos grupos, dessa intervenção e elaboração de um trabalho final individual crítico-reflexivo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões presenciais, a planificação de tarefas para os alunos e análise da sua realização na sala de aula, e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá ser uma reflexão escrita individual sobre a formação, as aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, e a sua participação na formação.
Bibliografia
Canavarro, A. P. (2009). O pensamento algébrico na aprendizagem da Matemática dos primeiros anos. Quadrante, 16(2), 81-118.Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: O caso de Célia. In A. P. Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes, & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática Práticas de ensino da Matemática, Livro de Atas do Encontro de Investigação em Educação Matemática EIEM2012 (pp. 255-266). Castelo de Vide: SPIEM.NCTM (2017). Princípios para a Ação. Lisboa: APM.Educação e Matemática, 2022, nº 162 (número temático sobre pensamento computacional)Henriques, A., & Oliveira, H. (2012). Investigações estatísticas. Um caminho a seguir? Educação e Matemática, 120, 3-8.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 09-10-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 3 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 4 | 16-10-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 23-10-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 6 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 18-11-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 20-11-2025 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 9 | 25-11-2025 (Terça-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 10 | 27-11-2025 (Quinta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Presencial |
Ref. 286T1 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123192/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30 de Setembro de 2025
Fim: 18 de Novembro de 2025
Regime: Presencial
Local: Escola sede do Agrupamento de Escolas Rio Novo do Príncipe
Formador
Maria Goreti Oliveira Carvalho Gonçalves
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A aprendizagem da leitura e da escrita é um processo complexo e que pode recorrer a muitos métodos diferentes. Muitos docentes já ouviram falar do Método das 28 palavras e têm alunos seus a utilizar este método pelos docentes da Educação Especial e por essa razão gostariam de conhecer melhor este método, quer como alternativa ao método analítico-sintético, quer para poderem acompanhar os alunos que usufruem do mesmo como medida para ultrapassar as suas dificuldades. Muitos docentes que ficam a saber o método que utilizo, têm manifestado interesse e necessidade em conhecer melhor este método, pedindo-me que realize uma ação de formação acerca do mesmo. Esta ação resulta da necessidade de aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo do processo profissional docente, utilizando um método de ensino aprendizagem da leitura e da escrita que pode ser utilizado não só com os alunos com mais dificuldades mas, também, com todos os alunos da mesma turma, numa perspetiva de educação inclusiva, através do desenvolvimento de ferramentas e conhecimento de estratégias para o desenvolvimento de uma prática pedagógica dinâmica, utilizando, neste caso, o método das 28 palavras
Objetivos
Conhecer e utilizar o método de ensino/aprendizagem da leitura e da escrita método das 28 palavras; Promover as condições para a utilização de um método de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita por parte de crianças e jovens que manifestem dificuldades com a utilização de outros métodos de ensino/aprendizagem da leitura e da escrita; Produzir materiais didáticos para operacionalização do método das 28 palavras; Partilhar saberes e experiências num contínuo desenvolvimento pessoal e profissional.
Conteúdos
UNIDADE 1 Apresentação global do método das 28 palavras 3 horas Conhecimento do programa da oficina de formação Conhecimento da origem do método e processos desencadeados. Conhecimento das 28 palavras utilizadas (de forma global). UNIDADE 2 Palavras de iniciação 3 horas Estratégias para trabalhar a palavra menina. Construção de materiais relacionados com essa primeira palavra. Diferentes abordagens para a primeira palavra. UNIDADE 3 Palavras de iniciação 3 horas Partilha de dúvidas, experiências e materiais. Estratégias para trabalhar a palavra menino. Estratégias para trabalhar as palavras menina e menino. Construção de materiais relacionados com as 2 primeiras palavras. Diferentes abordagens para as 2 primeiras palavras. Composição e decomposição de palavras. UNIDADE 4 Palavras de iniciação 3 horas Partilha de dúvidas, experiências e materiais. Estratégias para trabalhar a palavra bota. Estratégias para trabalhar as palavras menina, menino e bota. Construção de materiais relacionados com as 3 primeiras palavras. Diferentes abordagens para as 3 primeiras palavras. Composição e decomposição de palavras. Importância das pseudopalavras. Utilização dos quadros silábicos. Estratégias para escrita de frases simples. UNIDADE 5 Palavras de iniciação 3 horas Partilha de dúvidas, experiências e materiais. Estratégias para trabalhar a palavra sapato. Estratégias para trabalhar as palavras menina, menino, bota e sapato. Construção de materiais relacionados com as 3 primeiras palavras. Diferentes abordagens para as 3 primeiras palavras. Composição e decomposição de palavras. Importância das pseudopalavras. Utilização dos quadros silábicos. Estratégias para escrita de frases simples. UNIDADE 6 Palavras de iniciação 3 horas Partilha de dúvidas, experiências e materiais. Estratégias para trabalhar a palavra uva. Estratégias para trabalhar as palavras menina, menino, bota e sapato e uva. Construção de materiais relacionados com as 3 primeiras palavras. Diferentes abordagens para as 3 primeiras palavras. Composição e decomposição de palavras. Importância das pseudopalavras. Importância dos quadros silábicos. Estratégias para escrita de frases simples. UNIDADE 7 Palavras de desenvolvimento 3h30min Partilha de dúvidas, experiências e materiais. Estratégias para trabalhar as palavras de desenvolvimento (mamã, leque, casa, janela, telhado, escada, chave, galinha, gema, rato, cenoura, girafa, palhaço). Composição e decomposição de palavras. Quadros silábicos. Escrita e leitura de frases. Palavras no singular e plural. Leitura e escrita de textos pequenos. Elaboração de perguntas e respostas. UNIDADE 8 As palavras de consolidação 3h30min Partilha de dúvidas, experiências e materiais. Estratégias para trabalhar as palavras de consolidação (zebra, peixe, bandeira, árvore, funil, quadro, passarinho, cigarra, fogueira, flor) Tipo de frases. Leitura e escrita de textos
Avaliação
Avaliação dos formandos baseada nos seguintes pressupostos: Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial. Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio. Critérios de avaliação: Empenho e participação nas sessões 25 % Trabalhos produzidos nas sessões 25 % Trabalhos produzidos no trabalho autónomo e reflexão crítica individual sobre a formação vivenciada - 50 %
Bibliografia
Froissart, Anne Como a criança aprende a ler, Editorial Aster, 1976Kruel, Yolanda Guia da Professora Alfabetizadora, aplicação da Nova Cartilha, Editora Globo, Porto Alegre, 1972Martins, Margarida e Niza Ivone Psicologia da aprendizagem da linguagem escrita, Universidade Aberta, 1998
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 21-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 28-10-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 11-11-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 18-11-2025 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Alberto Jorge Sardo Monteiro
Destinatários
Educadores de Infância
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.
Objetivos
Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.
Conteúdos
1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfLopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-09-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 20-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 27-10-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 10-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 24-11-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 15-12-2025 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
Formador
Sara Margarida de Matos Roma Fernandes
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Filosofia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Desenvolver competências nos domínios da planificação didática das AE da disciplina de Filosofia, bem como das atividades de ensino-aprendizagem, das metodologias de trabalho filosófico e de uma avaliação para as aprendizagens; Discutir criticamente os critérios de seleção de recursos para o ensino da Filosofia; Desenvolver competências didáticas que permitam uma fundamentação didática e filosófica das ações pedagógicas; Identificar os principais métodos no ensino da Filosofia.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 (5 h) Didática da Filosofia Planificação pedagógica, didática e científica e sua fundamentação racional Módulo 3 (5 h) Filosofia do Conhecimento - Descrição e interpretação da atividade cognoscitiva Análise comparativa de 2 teorias do conhecimento (Descartes / Hume) Clarificação de conceitos, teses e argumentos de ambas as teorias Módulo 4 - (5 h) Filosofia da Arte - Análise e compreensão da experiência estética Propostas de definição de arte (teorias essencialistas e não essencialistas) Conceitos, teses e argumentos das diferentes teorias de arte Módulo 5 - (5 h) Racionalidade argumentativa da Filosofia e a dimensão discursiva do trabalho filosófico Tese, argumentos, validade, verdade e solidez. Quadrado da oposição. Inferências válidas. Falácias formais Falácias formais e não formais na verificação da estrutura e qualidade argumentativa Argumentos formais e não formais na análise crítica do pensamento filosófico e expressão do próprio pensamento Módulo 6 - (5 h) Filosofia da Religião - Análise e compreensão da experiência religiosa Problema da existência de Deus. O conceito teísta Enunciar, analisar e discutir argumentos: Cosmológico, Teleológico, Ontológico Caracterizar criticamente fideísmo de Pascal e argumento do mal -Leibniz Módulo 7 - (5 h) Filosofia da Ciência - O estatuto do conhecimento científico Demarcação do conhecimento científico e verificação das hipóteses científicas-Popper Evolução da ciência e da objetividade do conhecimento científico. Conceitos, teses e argumentos das teorias de Popper e Kuhn Módulo 8 - (5 h) Filosofia Política - Ética, direito e política; liberdade e justiça social; igualdade e diferenças; justiça e equidade Organização de uma sociedade justa -John Rawls Conceitos, teses e argumentos da teoria de John Rawls, confronto com as críticas de Sandel e Nozick Módulo 9 - (5 h) Ética - A dimensão ético-política. Análise e compreensão da experiência convivencial Fundamentação da moral -Kant e Mill Conceitos, teses e argumentos. Discutir ambas as éticas Módulo 10 - (5 h) Temas problemas do mundo contemporâneo / Temas problemas da cultura científico-tecnológica, de arte e de religião Ações para o desenvolvimento de competências: problematização, conceptualização e argumentação - produção de um ensaio filosófico Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos
Metodologias
O curso é constituído por 11 módulos (3 obrigatórios e 8 opcionais): Módulos 1, 2 e final Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0BOAVIDA, J. (2010). Educação Filosófica sete ensaios. Imprensa da Univ. de Coimbra.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-09-2025 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 27-09-2025 (Sábado) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 3 | 29-09-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 04-10-2025 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 04-10-2025 (Sábado) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 06-10-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 10-10-2025 (Sexta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 13-10-2025 (Segunda-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 15-11-2025 (Sábado) | 10:30 - 13:00 | 2:30 | Presencial |
Ref. 130T2 Concluída
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-119346/23
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 26,0 horas (13,0 horas presenciais + 13,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 24 de Setembro de 2025
Fim: 19 de Novembro de 2025
Regime: Presencial
Local: Sala SALT (Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro)
Formador
Margarida Morais Marques
Lúcia Pombo
Destinatários
Professores dos Grupos 420, 510 e 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 420, 510 e 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 420, 510 e 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha / Universidade de Aveiro
Enquadramento
Os dispositivos móveis, usados por crianças e jovens em idade escolar (1), podem promover a motivação e a melhoria da aprendizagem (2). A literatura tem acumulado evidências das oportunidades de aprendizagem criadas pelo uso das tecnologias móveis em contexto educativo, contudo, verifica-se uma escassez de formação de professores em áreas como a do mobile e game-based learning (3). O projeto EduCITY (https://educity.web.ua.pt/) criou uma app que integra realidade aumentada, jogo e ambientes ao ar livre para promover aprendizagens interdisciplinares de educação para a sustentabilidade contextualizadas. Projetos similares revelaram uma elevada usabilidade e valor educativo (4), particularmente quando se procura criar questões promotoras de pensamento de elevado nível cognitivo (5). Visando a melhoria da qualidade do ensino, através da integração de tecnologias móveis e jogos, esta Oficina de Formação (OF) propõe a conceção, construção e operacionalização de um jogo e de outros recursos educativos digitais (RED) interdisciplinares de educação para a sustentabilidade, passíveis de serem integrados em apps como a do EduCITY. A qualidade e relevância dos RED produzidos é sustentada na: i) articulação dos RED com o Currículo Nacional; e ii) implementação dos RED em contextos educativos dos professores-formandos e sua avaliação.
Objetivos
A grande finalidade desta OF consiste na motivação dos professores-formandos para mudanças efetivas nas práticas educativas, com vista à melhoria das aprendizagens dos alunos. Para tal, visa: 1. criar um ambiente de formação promotor da inovação das práticas, através do uso eficaz de estratégias que envolvam dispositivos móveis, jogos e RED na promoção de aprendizagens de educação para a sustentabilidade; 2. trabalhar temáticas curriculares nas quais os alunos apresentam frequentemente dificuldade de aprendizagem, de acordo com a perceção dos professores-formandos, que possam ser abordadas com sucesso através de mobile game-based learning; 3. conceber, construir e operacionalizar, em contextos educativos reais, RED de educação para a sustentabilidade, interdisciplinares, passíveis de serem integrados em apps como a do EduCITY; 4. avaliar e refinar os RED desenvolvidos; 5. disponibilizar para a comunidade, de forma aberta e gratuita, os RED desenvolvidos.
Conteúdos
- Potencial educativo do mobile game-based learning e de RED, visando a educação para a sustentabilidade. - O projeto EduCITY como um exemplo de inovação nas práticas educativas ao nível do mobile game-based learning, numa lógica interdisciplinar. - Exploração da abordagem de jogo através de questões contextualizadas e promotoras de pensamento a diferentes níveis cognitivos. - Utilização de plataformas digitais para a criação e partilha de jogos e RED.
Avaliação
A avaliação dos formandos baseia-se nos pressupostos: 1- Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação presencial; 2- Os critérios de avaliação serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: Empenho e participação nas sessões presenciais (20%), E-portefólio (80%) - reflexões de grupo; - jogo e restantes RED desenvolvidos; - análise dos resultados da implementação com alunos; Reflexão individual sobre a experiência formativa. 3- Classificação na escala de 1 a 10, de acordo com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio.
Bibliografia
Simões, J. et al. (2014). Crianças e Meios Digitais Móveis em Portugal: Resultados Nacionais do Projeto Net Children Go Mobile. CESNOVA. https://netchildrengomobile.eu/ncgm/wp-content/uploads/2013/07/ncgm_pt_relatorio1.pdfCrompton, H., Burke, D., & Gregory, K. H. (2017). The use of mobile learning in PK-12 education: A systematic review. Computers & Education, 110, 5163. https://doi.org/10.1016/j.compedu.2017.03.013Almaiah, M. A., Al-Khasawneh, A., & Althunibat, A. (2020). Exploring the critical challenges and factors influencing the E-learning system usage during COVID-19 pandemic. Education and Information Technologies, 25(6), 52615280. https://link.springer.com/article/10.1007/s10639-020-10219-yPombo, L., & Marques, M. M. (2018). The EduPARK Mobile Augmented Reality Game: learning value and usability. In I. A. Sánchez, & P. Isaías (Eds.), Proceedings of the 14th International Conference Mobile Learning 2018 (pp. 23-30). IADIS. http://www.iadisportal.org/digital-library/the-edupark-mobile-augmented-reality-game-learning-value-and-usabilityPombo, L., & Marques, M. M. (2022). Mobile learning games with augmented reality in a park - system for classification of questions for quiz game creation. In P. Kommers, I. A. Sánchez & P. Isaías (Eds.), International Conferences e-Society 2022 and Mobile Learning 2022 (pp. 187-194). IADIS. http://www.iadisportal.org/digital-library/mobile-learning-games-with-augmented-reality-in-a-park-system-for-classification-of-questions-for-quiz-game-creation
Observações
Material Necessário: Computador pessoal portátil e smartphone
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 24-09-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-10-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 15-10-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 18:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 29-10-2025 (Quarta-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Presencial |
| 5 | 21-11-2025 (Sexta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Presencial |
Formador
Inês Gonçalves Velhote Catalão
Destinatários
Professores dos grupos 910, 920, 930
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 910, 920, 930. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 910, 920, 930.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A adoção do ensino inclusivo sugere o uso de estratégias instrutivas e recursos escolares alternativos para proporcionar experiências de aprendizagem que se adequem às diferentes necessidades individuais de todos os alunos, incluindo os alunos com NEE de carater permanente. A inclusão de crianças com NEE pressupõe processos de aprendizagem e de estratégias para o desenvolvimento holístico da criança/jovem. O acompanhamento Snoezelen potencia as aprendizagens da criança/jovem qualquer que seja seu o nível de competências ou comprometimentos.Os estudos mostram que os alunos sujeitso a esse acompanhamento exibem aumento das competências de atenção, motivação e comunicação, e diminuição de comportamentos agressivos ou disruptivos, entre outros.
Objetivos
Promover a aquisição de conhecimentos básicos sobre a estimulação multissensorial num ambiente Snoezelen, noutros ambientes e no quotidiano: Conhecer o conceito de Estimulação Multissensorial de forma global; Conhecer o conceito Snoezelen e a sua metodologia de trabalho; Compreender e analisar respostas da criança/jovem num ambiente Snoezelen: comportamentos, atitudes, aprendizagens em alunos com várias tipologias; Fazer a gestão correta dos recursos e funcionamento prático de um espaço Snoezelen; Adquirir conhecimentos para planificar uma intervenção adequada, em sala Snoezelen e/ou noutros ambientes multissensoriais. Snoezelen 24 horas; Monitorizar e avaliar os efeitos da intervenção Snoezelen/Estimulação multissensorial
Conteúdos
1. Introdução à estimulação multissensorial Snoezelen; Origem do Snoezelen / histórico e evolução; Filosofia / conceito/terapia Snoezelen?; Estimulação multissensorial (sete sentidos); 2. Bases neurológicas da Estimulação Multissensorial / Sentidos e integração sensorial; 3. A abordagem Snoezelen em diversas áreas de intervenção / campos de aplicação e evidências científicas; 4. Intervenção e Metodologia do acompanhamento Snoezelen; 5. Perfil sensorial: teoria e prática; 6. Programação, monitorização e avaliação de sessões Snoezelen; 7. Equipamentos e materiais Estimulação Multissensorial Snoezelen ou dos espaços. Teoria e prática; 8. Vivências de experiências em sala Snoezelen; 9. Avaliação e desafios do Snoezelen.
Avaliação
A avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. Os critérios sobre os quais irá incidir a avaliação contínua têm por base os seguintes parâmetros: 15% - participação e empenho nas tarefas/práticas propostas. 70% - Trabalho final individual: planificação de um plano de acompanhamento de um ou mais alunos. Aplicação em contexto educativo incluindo monitorização e avaliação das sessões/atividades. 15% - relatório de reflexão crítica final. Excelente: de 9 a 10 valores; Muito Bom : de 8 a 8,9 valores; Bom : de 6,5 a 7,9 valores; Regular :de 5 a 6,4 valores; Insuficiente:de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Ayres, A. J. (1972a). Types of sensory integrative dysfunction among disabled learners. American Journal of Occupational Therapy. Bogdashina, O. (2007). Percepción Sensorial en el Autismo y Sindrome de Asperger- Experiencias sensoriales diferentes, mundos perceptivos diferentes. Autismo Ávila, Ávila. Chan, S., Yueng Fung, M., Wai Tong, Ch. y Thompson, D. (2005). The clinical effectiveness of a multisensory therapy on clients with developmental disability. Research in Developmental Disabilities.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-09-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-09-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 3 | 13-09-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 26-09-2025 (Sexta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 27-09-2025 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 27-09-2025 (Sábado) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 11-10-2025 (Sábado) | 09:00 - 14:00 | 5:00 | Presencial |
Formador
Celeste Maria Condessa Ferreira Madail
Destinatários
Pessoal não docente
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas Concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha / Câmara Municipal Aveiro
Enquadramento
A promoção da saúde mental na primeira infância é um investimento no futuro das nossas crianças. A par da formação dos educadores e professores nesta área da promoção e prevenção da saúde mental é uma prioridade na continuidade da intervenção realizada pela Câmara Municipal de Aveiro, em parceria com a ULSRA – Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro, junto dos Agrupamentos de Escola do Concelho de Aveiro, em algumas turmas do 4º ano de escolaridade. A intervenção já realizada contempla os alunos e psicólogos dos Agrupamentos de Escola abrangidas. A formação "Prevenção e promoção da saúde mental no ensino pré escolar e 1º ciclo – (Re)Criar a Brincar" é fundamental para equipar professores e educadores com as ferramentas necessárias para promover o bem-estar emocional e social das crianças nos primeiros anos de escolaridade/vida. A formação permite aos educadores/professores reconhecer sinais precoces de dificuldades emocionais, como ansiedade, depressão ou problemas de comportamento, que podem passar despercebidos sem a devida atenção. Com a identificação precoce, é possível oferecer o apoio adequado e encaminhar as crianças para profissionais especializados, se necessário, evitando que problemas menores se agravem. Os educadores/professores aprendem estratégias para ajudar as crianças a lidar com suas emoções de forma saudável, desenvolvendo a autoconsciência e a regulação emocional, bricando com as crianças/alunos.
Objetivos
Desenvolver, implementar e experimentar uma nova abordagem baseada na aprendizagem social e emocional para promover a saúde mental e o bem-estar em crianças a brincar; Abordar o desenvolvimento de habilidades como empatia, cooperação, resolução de conflitos e pensamento crítico, que são essenciais para o sucesso pessoal e social das crianças, bem como para o sucesso educativo.
Conteúdos
Temáticas Alvo: Medos, Bullying e ansiedade – abordagem introdutória; identificação de sinais de alerta e/ou sintomas; desenvolver e aplicar estratégias de intervenção; encaminhamento; intervenção/ mediação. Estratégias de relaxamento; ferramentas de promoção da saúde mental; autocuidados.
Avaliação
Qualitativa
Bibliografia
Codes, J.G. (1997). Las estratégias cognitivas en el aula. Programas de intervención psicopedagógica. Madrid: Escuela Española; Bento, A. (2007). Efeitos das transições de ciclo e mudanças de escola: Perspectivas dos alunos do 5º ano (2º ciclo). In J. Sousa e C. Fino (Org.), A escola sob suspeita (pp. 375-384). Porto: Edições Asa; Caldas de Almeida, J .A .; Xavier, M . (Coord .) (2013) . Estudo Epidemiológico Nacional de Saúde Mental: 1º Relatório. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa; Haidt, Jonathan. Geração Ansiosa. 2024. Dom Quixote
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-09-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 08-09-2025 (Segunda-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
| 3 | 09-09-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 09-09-2025 (Terça-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
| 5 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Presencial |
| 6 | 03-11-2025 (Segunda-feira) | 13:30 - 17:00 | 3:30 | Presencial |
| 7 | 04-11-2025 (Terça-feira) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |